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terça-feira, 23 de abril de 2019

R.L.

Sobe a foto de Tábata Amaral com Dória e o posicionamento dela em relação a reforma da previdência:

"Bom o seu debate com o João sobre a "pós-politica". Talvez se avançarmos na caracterização séria de Tábata e do PDT Cirista poderemos sair do passional e da afetação com ela. 
Eu particularmente tenho dúvidas se é o melhor usar a expressão pós-politica. Prefiro ir de modo mais tradicional. Proponho assim. 
Leio Tábata com a mesma lente que leio Marina. Uma traz a bandeira da educação e a outra do meio ambiente. Mas em muito se assemelham e não a toa estão construindo um bloco. 
A recusa da polarização "esquerda X direita" tem uma razão tática e outra estratégica. A primeira é pq, do modo caricaturado como essa polarização acontece no Brasil atual o efeito único é o de interdição do debate programático pela desqualificação moral do outro "esquerdista, comunista, vai pra cuba" e que favorece a extrema direita. Nós também deveríamos ver meios de recusa-lo e não responder no mesmo registro " fascista, bolsominion, etc". 
A razão estratégica é a mais interessante. Ela toca a reordenação das forças partidárias e ideológicas. Veja, ao recusar os polos, Tábata e Ciro reivindicam a noção de "progressistas" enquanto Marina apela pro mesmo "desenvolvimento sustentável". Assim ganham ouvidos para apresentarem seus programas. Mas qual é o programa? 
Ora, aí está o ponto que devemos entrar mais e melhor. A princípio sugiro considera-lo como um programa de atualização da social democracia. Nada mais que a velha proposta de desenvolver a indústria, a tecnologia, preservando o meio ambiente, racionalizando as gestões das cidades e instituições, garantindo e avançando em direitos sociais. Tudo isso nos marcos de um ambiente democrático e republicano. 
Ora, nada muito distante do programa a cabo levado a frente pelo petismo e até mesmo, em período anterior, pelo tucanato e pelo MDB. 
Pois bem, o que também não é novidade é que, esse programa sempre e sempre caminhou lado a lado, muitas horas absolutamente submetido, ao neoliberalismo mais grosseiro. Sendo assim, esta foto não traz em si nenhuma novidade. 
Caberia a esquerda colocar esse programa na historia, ou seja, politiza-lo. Para assim, em debate franco e aberto, apresentar um outro programa, uma proposta inédita pro país. Um radicalismo programático e inovador à esquerda, que escapasse da caricatura da esquerda atual e que fosse maduro e ao se apresentar. Vi em Plininho uma grande oportunidade de fazermos isso. Infelizmente o PSOL escolheu, autoritariamente, o contrário disso: aquele que até em sua imagem mimetiza o PT da social democracia quebrada por bravatas populistas desgastadas."


quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

"Parece-me que existem duas linhas de força não necessariamente antagônicas que conduzem, a princípio, o novo governo. De um lado, a influência de Olavo de Carvalho manifesta especialmente nos filhos do presidente e na designação dos ministros da educação e das relações exteriores. Por outro lado, a influência de Paulo Guedes e seu pragmatismo ultraliberal.

O sonho de Bolsonaro era que as pautas ideológicas, cuja principal referência é Carvalho, pudessem dar o tom da coesão de sua base no Congresso através de uma nova divisão das bancadas por temas: bala, bíblia principalmente.

No entanto, o apoio ao Rodrigo Maia (o grande "Botafogo" das planilhas da Odebrecht) na eleição para Câmara pode ser a prova de que não se governará como se fez campanha. O Centrão é uma realidade sólida e atende pelo nome de fisiologismo, toca a agenda do país e não ficará de bobeira. Guedes, Lorenzoni e Bebiano devem falar mais alto, representando a sede insaciável dos bancos e corruptos.

A conta que virá é previsível e vem logo: jogarão nas costas da popularidade de Bolsonaro os juros de um ajuste fiscal que vai destruir o muito pouco que nosso povo ainda tem, desmoralizando as promessas de felicidade pintada pela extrema direita sob o manto do fundamentalismo evangélico e do militarismo. Começará com a reforma da previdência." RF

R:
"Você citou os dois grupos irrasoaveis. É lógico que a escola de Chicago e o fundamentalismo pentencostal não sustentam isso. Passando a fase da euforia do ano novo, um terceiro grupo mais "racional" vai ter que sustentar esse ódio ao congresso e à mídia "comunista"... Aí entrarão em cena os militares. Duvido que eles não tenham um plano. Só não sei que tipo de ditadura vai vir!" Preu

RF:
"Você citou os dois grupos irrasoaveis. É lógico que a escola de Chicago e o fundamentalismo pentencostal não sustentam isso. Passando a fase da euforia do ano novo, um terceiro grupo mais "racional" vai ter que sustentar esse ódio ao congresso e à mídia "comunista"... Aí entrarão em cena os militares. Duvido que eles não tenham um plano. Só não sei que tipo de ditadura vai vir!"

R:
"Rafael Lazari, no discurso do Paulo Guedes hj o pragmatismo do sr. Bannon estava explito. A questão é se isso sobrevive para além dos memes... Acho que do congresso não passa, por mais louco que esse congresso seja... Mas se passar,  cai tudo. Pq a reforma que eles vão propor não é uma coisa "fofa" tipo temer. Vai ser indecente... Pra não passar mesmo... Vamos ver! Acho que o ano novo vai acabar sendo feliz... A gente vai se encontrar muito fazendo história nas ruas... Isso vai passar uma hora amigo! Bom 2019!" Preu

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Bolso eleito e já apronta.

"País líder em energia limpa e em redução de gases, a Noruega destinou 2,8 bilhões em sete anos para preservação da Amazônia. 2,8 bi! Questionado a respeito, o Ministro da Casa Civil do futuro governo afirmou que eles, os Noruegueses - pasmem - eles é que precisam aprender conosco. Por qual motivo? Simples: os inimigos do governo são aqueles que defendem a Amazônia, seus amigos os que a devastam. Seria cômico se não fosse...
Não satisfeito com tamanha pérola, o futuro responsável pela articulação política do governo encerrou a entrevista. A impresnsa faz perguntas demais...
Depois de comprar desgastes enormes com todo o Mercosul, China e o Mundo Árabe (mais da metade do Mundo?), os bolsonaristas resolveram bicar a canela dos impecáveis nórdicos, desconhecendo a responsabilidade internacional que o governo brasileiro possui com a Amazônia. Que perigo!
Enquanto isso...
Paulo Guedes não cansa de passar vexame e fecha a primeira porta no Senado. Eunicio lhe virou as costas no meio  da conversa e saiu insinuando que o governo pensa que aprovará as matérias na casa via twitter. Hoje foi a vez de Rodrigo Maia, em alto e bom som, reclamar da "equipe" de Jair.
Já na Justiça, 23 inconsistências foram apontadas nas contas da campanha de Jair no TSE. Um dos principais problemas das contas: Mídia. Já há aquele processo do Caixa 2 denunciado pela Folha em andamento no tribunal.
Não dá tempo nem de comentar o ato falho de Moro ontem em rede nacional...
Faltam 48 dias..."
R.L.
Só o fato desses números aumentarem não me parece suficiente. Precisa analisar melhor o contexto . Informação que segue:

"Fatos que desmentem o que muitos pregam sobre o governo Lula, que "acabou" com o país.

1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões

2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil

3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB

4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões

5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões

6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões

7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões

8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas

9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares

10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares

11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos

12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governo Lula – 1,79 milhões/ano

13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%

14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões

15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governo Lula – R$ 25,6 bilhões/ano

16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governo Lula – 5.795

17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)

18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%

19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 - 13ª
2014 - 7ª

20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas

21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00

22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões

23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares

24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governo Lula – 5,8%

25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas

26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%

27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário

28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas

29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas

30. Capacidade Energética:
2001 - 74.800 MW
2013 - 122.900 MW

31. Criação de 6.427 creches

32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados

33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados

34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza

35. Criação de Universidades Federais:
Governo Lula - 18
Governo FHC - ZERO!!!

36. Criação de Escolas Técnicas:
Governo Lula- 214
Governo FHC - 11
De 1500 até 1994 - 140

37. Desigualdade Social:
Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo Lula - Queda de 11,4%

38. Produtividade:
Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governo Lula - Aumento de 13,2%

39. Taxa de Pobreza:
2002 - 34%
2012 - 15%

40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 - 15%
2012 - 5,2%

41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 - 0,669
2005 - 0,699
2012 - 0,730

42. Mortalidade Infantil:
2002 - 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 - 12,9 em 1000 nascidos vivos

43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 - R$ 28 bilhões
2013 - R$ 106 bilhões

44. Gastos Públicos em Educação:
2002 - R$ 17 bilhões
2013 - R$ 94 bilhões

45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 - 583.800
2012 - 1.087.400

46. Risco Brasil (IPEA):
2002 - 1.446
2013 - 224

47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC - 48
Governo Lula- 1.273 (15 mil presos)

48. Varas da Justiça Federal:
2003 - 100
2010 - 513

49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)

50. 42 milhões de pessoas saíram da MISÉRIA!

FONTES:
47/48 - http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 - http://www.washingtonpost.com
42 - OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 - índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 - Ministério da Educação
13 - IBGE
26 - Banco Mundial"

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Essa semana China, Irã e Rússia, reiteraram apoio a Venezuela, em contrapartida, os Estados Unidos doou em Outubro deste ano, 96 tanques de guerra para o Brasil, vale lembrar que esta semana o Senado estadunidense propôs uma Coalizão com Brasil e Colômbia para invadirem a Venezuela, estamos em vias de iniciar uma 3° guerra mundial com a conivência e o amplo apoio da população brasileira.

https://exame.abril.com.br/mundo/russia-planeja-fabrica-de-fuzis-kalashnikov-na-venezuela-em-2019/


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Entrevistado Pedro Cardoso num jornal português

Facebook:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1677301929040831&id=100002831212810

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Como Jair Messias Bolso não é visto

"Diante a tanta ignorância e hipocrisia resolvi manifestar-me!
"Não é pra tentar mudar seu voto, é pra que vc entenda o meu"

“_Mas Fulano você é tão inteligente, não acredito que você vai votar no #BOLSONARO17 😎 ???”

Bom;
Eu não dou conta da minha inteligência, mas para me avaliar é preciso no mínimo saber mais do que eu, enfim, Comecei achando ele um grosseiro, maluco.... até que fui fuçando, ouvindo, entendendo o humor e a ironia dele e vendo que muitas vezes ela era necessária para combater a hipocrisia.
Ao longo do tempo fui vendo que todas as pessoas que considero mais inteligentes do que eu; todos os amigos pelos quais tenho enorme respeito e admiração estarão votando em #BOLSONARO 😎,

Percebi que muitos estavam vendo o que eu também via. Então tornou-se impossível não apoiá-lo.
Digo isto, não para que você mude o seu voto, apenas para que você entenda O MEU VOTO.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda ativistas de esquerda que defendem aborto, liberação das drogas, erotização precoce de crianças.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda traficantes, bandidos, assassinos, pedófilos e estupradores.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda a Rede Globo que entra na sua casa e tenta te doutrinar.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda defensores de bandido e políticos corruptos.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO incomoda o cidadão de bem, a mãe e o pai de família.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é a favor de cotas raciais, é a favor de cotas para "POBRES" já que existem brancos e negros vivendo a mesma situação de dificuldade.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, nunca foi contra o homossexual, ele é contra a erotização (homo e hétero) de crianças.
Ele também é contra a ideologia de gênero: que quer que aceitemos que ninguém nasce homem ou mulher, ou seja, nós descobrimos nossa sexualidade ao longo da vida. Você que está grávida não pode dizer se seu bebê é menino ou menina, é um ser humano que irá "se descobrir" homem ou mulher ainda, num futuro e se sobreviver já que a mesma ideologia do gênero também é a favor do aborto.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é contra mulheres, ele não acha que mulher deve ganhar menos que homem, ele é a favor de que o salário seja de acordo com a produtividade, independente do gênero e daquilo que já prevê a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho e a nossa constituição: Todos são iguais.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI NÃO vai sair por aí distribuindo armas como alguns pensam, primeiro que ele defende a posse (ter arma em casa) e não o porte (sair com ela na rua). E além do mais, existe todo um processo para conseguir adquirir. O que não pode acontecer é continuarmos sendo reféns de bandidos muito bem armados, que sabe que a população está desarmada e não temos chance de nos defender.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO vai ter pena de bandido que mata pai de família, que mata um estudante por causa de um celular, ou que estupra menor, mulher, senhora, o candidato que eu escolhi, vai dar "carta branca" pro policial combater esses vagabundos que nos oprimem dia após dia.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHO, só tem 8 segundos de televisão no horário eleitoral, e o "comercial" dele na tv é tão simples que parece que foi feito no Paint. Mas sabe por quê? Porque ele não fez alianças com 300 partidos para ganhar mais tempo de televisão para depois ficar com rabo preso devendo um monte de favores, como indicação de ministérios para pessoas incompetentes. O comercial é feio sim, sem musiquinhas e novelinhas emotivas que só faltam nos fazer chorar, mas porque ele também não aceitou dinheiro para investir em campanha eleitoral.

O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, é igual massa de bolo, quanto mais batem, mais ele cresce.

EU estou falando de Jair Messias Bolsonaro!

Não acredito e nunca acreditei que ele seja a salvação do Brasil, nem tão pouco um "mito" como muitos o pintam; acho até injusto cobrar isso de um homem, mero mortal. Mas no momento de calamidade em que estamos vivendo em nosso país, eu acredito muito que ele seja o único capaz de "arrumar a casa", para que possamos começar a ver alguma melhora daqui há alguns anos. Ele tem independência política para indicar bons ministros por competência pois não deve favores a ninguém! Ele tem a humildade e, vale dizer, a CORAGEM de assumir que não sabe tudo! Mas que está disposto a colocar pessoas capacitadas para trabalhar ao seu lado, afinal, que homem/mulher tem pleno conhecimento e capacidade para governar uma nação do porte do Brasil sozinho/a? E o principal de tudo... em 27 anos de vida política não acharam sequer UM envolvimento com corrupção. Ou você não acha que vasculharam a vida dele desde o jardim de infância pra descobrir se ele não roubou a borracha do coleguinha? Não existe candidato PERFEITO. Nunca teremos um candidato 100% ideal. Vamos pesquisar, vamos colocar na balança o que precisamos agora pro momento do nosso país. Não quero mais os mesmos... quero ao menos tentar algo novo e o Bolsonaro me devolveu uma pontinha de esperança e alegria de sair de casa pra votar. Então deixo aqui as minhas razões para votar em Bolsonaro 17. "

(autor desconhecido, mas parece q fui eu que escrevi pq é exatamente o q eu penso) 😎🇧🇷👉
Bom dia uma ótima semana..."

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

"Infelizmente, o fato mais importante da história do cristianismo não é Cristo, mas Roma.

O Império Romano, que havia crucificado e matado Jesus de Nazaré, assume o cristianismo como sua religião oficial (O apóstolo Paulo foi um elo fundamental pra isso). Essa assunção foi o que permitiu o processo de espalhamento da fé cristã pelo mundo, tanto através da catequese quanto da imposição violenta.

Cristo era um homem humilde, que denunciava a ganância, que amava e perdoava, que acolhia e cuidava. O que as Cruzadas, o extermínio indígena e a escravização dos povos de África tem a ver com Cristo? Nada. São desdobramentos da dinâmica imperial e colonial de Roma. O que Cristo tem a ver com o armamento da sociedade, com a defesa da tortura, com o ódio e o preconceito? Nada. São impulsos ancestrais do Império Romano.

Infelizmente, movimentos e pessoas que de dentro do cristianismo buscaram/buscam recuperar a fé no Cristo autêntico ainda são ampla minoria. São Francisco, Lutero, Teologia da Libertação...

Os grandes pastores reacionários que dominam muitas cadeiras na política, que tem televisão, que sugam bilhões de reais dos bolsos de seus fiéis e pregam o ódio, o armamento e a mentira não tem nada a ver com Cristo. São demônios! São Roma! Crucificariam Jesus de Nazaré quantas vezes fossem necessário."
Carlos Bittencourt (colega)

domingo, 7 de outubro de 2018

Exatamente o que venho achando do PT

"Acho curioso sempre que vejo alguém acusando o PT de estimular luta de classes. Parece bastante incoerente. Lula, antes mesmo de assumir, faz a carta ao Mercado. Seu governo é duramente criticado pela esquerda não institucional justamente pelo pacto da conciliação de classes, e não pela luta de classes. O PT alargou a pirâmide social, criou aquele "hexágono" social, na base do consumo. A última coisa que a luta de classes vai ser é inclusão pelo consumo, alargamento capitalista. A característica principal das gestões petistas justamente foi a conciliação, não a disputa. Inclusive foi essa conciliação, com a traição de suas bases sociais históricas, que afundou o PT.
A luta de classes não é invenção petista. É a mola propulsora da história que faz romper ciclos e iniciar novos. Foi assim com a burguesia vencendo a nobreza e, em tese, será assim com o proletariado vencendo a burguesia. É a dialética histórica materialista. O PT não só tem nada a ver com isso como jogou fora todas as lições que, talvez, tenha tido algum dia sobre isso.
Acusar o PT de favorecer a luta de classes, portanto favorecer a luta do proletariado, é um elogio que definitivamente não cabe a eles. Relegar ao PT a criação da luta de classes é só ingenuidade. A luta de classes é um processo histórico que existe desde sempre, com oprimidos ascendendo e sendo superados por aqueles que agora são oprimidos.
Thi Teixeira

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Bolso X Haddad

"Não consigo dormir!

0. Em algum momento algum candidato cresceu mais de 1,5 pontos por dia durante 7 dias?
1. O PSDB tá morto. Tal qual Marina.
2. Morta também está a polêmica sobre a disputa Ciro e Haddad por vaga no segundo turno.
3. Ciro ainda vai desidratar e transferir alguns pontinhos pro Haddad.
4. Morta qualquer chance de Bolsonaro desidratar. O tal teto dos 20% não era verdade. Mas isso pode ter um efeito reverso: a incredulidade e o desprezo que nutriam os democratas e a imprensa por sua candidatura acabaram e agora a ameaça é séria. Isso fará com que a artilharia se intensifique contra Bolso, inclusive multidões nas ruas. Artistas e  personalidades diversas devem entrar forte no "Ele Não".
5. Com a mão esquerda Haddad acena aos pobres, fiéis eleitores de Lula, com eles fala sobre os programas sociais e emprego. Com a mão direita leva a carta de Lula ao Centrão, promete ministérios, senta com os ricos e se apresenta como sensato, conciliador, pragmático, técnico e promete reforma da previdência, ajuste fiscal, negocia a PEC do teto e etc.
6. Haddad irá a direita tentando estancar o crescimento da rejeição antipetista, pq com Bolsonaro do outro lado tudo vira esquerda.
7. Por isso chegamos ao segundo turno das trevas.
8. A tendência de crescimento de Haddad continuará. Não sei se sua rejeição também ou o quanto.
9. A rejeição de Bolsonaro tb crescerá, a faca já foi esquecida e vem aí chumbo grosso nas redes, nos grupos de família, nas esquinas e nas ruas.
10. Com o fascismo não se brinca, é preciso destruí-lo e o voto é apenas um instrumento útil, mas é e é precioso, na hora certa."

Lazari

terça-feira, 4 de setembro de 2018

MBL , Atlas Network e EUA

MBL , Atlas Network e EUA

"Entenda quem são MBL, Students for Liberty, Atlas e qual o objetivo desses grupos com nossas políticas.
Enquanto ficamos atacando políticos, o capital manipula a população pelos seus interesses.
Como históricamente acontece, os Estados unidos esta por tras de tudo."

Link do vídeo (e fonte) : https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=714961568845718&id=915981295222027

sábado, 14 de julho de 2018

O bom de ter amigos é não precisar escrever sobre política.
Lula lá lá

 "Eu não acho o Lula inocente. Sequer acho que  o governo dele tenha sido bom. Todo o esquema de financiamento de campanha é claramente  propina. Mas é legal. não é por isso que ele está sendo julgado. o caso do triplex é patético. e mais importante, tem que ser muito muito ingênuo para acreditar que o judiciário se move para proteger a lei"

"se você procurar os motivos do sistema financeiro/judiciário resolver prender o Lula e bancar o Bolsonaro, em políticas públicas, você vai achar os motivos."

"Eu acho que você está errado. Não acho que ele tenha enriquecido. Ele tinha acesso. Não precisa de propriedade. Se fosse o caso não precisavam inventar um triplex. Acho que as doações de campanha, os acordos com empreiteiras é real. Mas sitiozinho e triplex é desculpa. E ser preso não tem nada a ver com roubar. Tem a ver com poder." Pedro R

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Livro traz peculiaridades da experiência autonomista no México

Via Pedro L.:

"“Visitei dois caracóis. É uma estrutura que viabiliza o exercício concreto da autonomia: um poder paralelo, ou melhor, um ‘antipoder’, que substituiu as agências estatais expulsas do território. Essa forma de organização, que deve muito à cosmovisão tradicional indígena, possibilita que as pessoas decidam diretamente sobre tudo o que afeta suas vidas: o que vai ser ensinado nas escolas, o tipo de atendimento oferecido nos postos de saúde, a segurança ou a boa convivência nas comunidades”, disse Alkmin.

Apesar de se estruturar como um sistema complexo de autogestão e controle territorial, uma pintura mural da região parece expressar de maneira simples e direta o princípio que norteia a organização dos caracóis. Em meio a uma natureza benigna, um caracol multicolorido, com a cabeça coberta pela máscara do EZLN, afirma: “Lento, pero avanzo” (“Devagar, porém avanço”).

Nas cinco zonas autônomas, as autoridades do poder estatal foram substituídas pelas “Juntas de Bom Governo”, compostas de 10 a 15 pessoas, eleitas pelas comunidades de base a partir de alguns princípios. Entre eles: prestação de contas, cumprimento das deliberações das assembleias e revogação do mandato em qualquer tempo, caso as expectativas das comunidades não estejam sendo atendidas.

“Essas assembleias discutem todos os assuntos de interesse da comunidade. Seu tempo não é o tempo apressado da sociedade capitalista moderna, mas o tempo alongado da sociedade tradicional indígena. Uma assembleia pode durar vários dias. As pessoas discutem, comem, dormem, e voltam a discutir, procurando sempre soluções de consenso” "

Fonte: Jornal da USP
Link:
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-investiga-peculiaridades-da-experiencia-autonomista-no-mexico/


Reportagem na íntegra: __________________

Livro traz peculiaridades da experiência autonomista no México

Obra resulta de pesquisa sobre o movimento zapatista realizada junto às populações indígenas de Chiapas
Por  - Editorias: Ciências
14.06.2018

Obra resultou de pesquisa sobre o movimento zapatista realizada junto às populações indígenas do Estado de Chiapas – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
Quase um quarto de século depois do levante armado do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), a experiência de autonomia territorial, política e cultural perdura no Estado mexicano de Chiapas, servindo de baliza para outros projetos autonomistas, no México ou no exterior. 

Ao longo desse período, a estratégia política original das chamadas Forças de Libertação Nacional (FLN), instaladas na Selva Lacandona desde 1983, foi profundamente transformada na interação com as populações indígenas locais, pertencentes a cinco etnias do tronco maia. E, da síntese entre um modelo teórico de inspiração marxista-leninista, que previa a organização popular para a tomada do poder de Estado, e a cosmovisão indígena, que buscava justamente a descentralização desse poder em favor das comunidades, resultou uma forma bastante peculiar de estar e agir no mundo.    

O assunto é objeto do livro Por uma geografia da autonomia (Editora Humanitas, 2018), de Fábio Márcio Alkmin. Resultado do trabalho de mestrado de Fábio, conduzido no Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e orientado por Rodrigo Ramos Hospodar Felippe Valverde, o livro recebeu auxílio da Fapesp para publicação. 

“Desenvolvi o estudo entre 2011 e 2015, com apoio da Fapesp. Na ocasião, permaneci seis meses no México: três na Universidad Nacional Autónoma de México (Unam) e três em Chiapas. Em Chiapas, visitei comunidades e pude observar de perto a vida dos moradores”, disse o autor à Agência Fapesp.

Chiapas é o Estado mais pobre do México, com grande porcentual de população indígena. Nele, a autonomia zapatista constituiu-se em territórios descontínuos, estruturando-se, de baixo para cima, em comunidades, municípios e zonas autônomas – todos pautados pelo princípio de “mandar obedecendo”. 
Chiapas é o Estado mais pobre do México, com grande porcentual de população indígena – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
A centralidade administrativa, política e cultural de cada zona autônoma é dada pelo chamado “caracol”. São cinco zonas autônomas e, portanto, cinco “caracóis”, que se encarregam da mediação de conflitos e do gerenciamento de um sem-número de atividades: hospedagens para zapatistas e visitantes, cozinhas coletivas, mercearias, galpões, escritórios com internet, oficinas para consertos, quadras de esportes, cooperativas e, em alguns casos, rádios comunitárias, clínicas de saúde e escolas.

“Visitei dois caracóis. É uma estrutura que viabiliza o exercício concreto da autonomia: um poder paralelo, ou melhor, um ‘antipoder’, que substituiu as agências estatais expulsas do território. Essa forma de organização, que deve muito à cosmovisão tradicional indígena, possibilita que as pessoas decidam diretamente sobre tudo o que afeta suas vidas: o que vai ser ensinado nas escolas, o tipo de atendimento oferecido nos postos de saúde, a segurança ou a boa convivência nas comunidades”, disse Alkmin.

Apesar de se estruturar como um sistema complexo de autogestão e controle territorial, uma pintura mural da região parece expressar de maneira simples e direta o princípio que norteia a organização dos caracóis. Em meio a uma natureza benigna, um caracol multicolorido, com a cabeça coberta pela máscara do EZLN, afirma: “Lento, pero avanzo” (“Devagar, porém avanço”).
Nas cinco zonas autônomas, as autoridades do poder estatal foram substituídas pelas “Juntas de Bom Governo”, compostas de 10 a 15 pessoas, eleitas pelas comunidades de base a partir de alguns princípios. Entre eles: prestação de contas, cumprimento das deliberações das assembleias e revogação do mandato em qualquer tempo, caso as expectativas das comunidades não estejam sendo atendidas.

“Essas assembleias discutem todos os assuntos de interesse da comunidade. Seu tempo não é o tempo apressado da sociedade capitalista moderna, mas o tempo alongado da sociedade tradicional indígena. Uma assembleia pode durar vários dias. As pessoas discutem, comem, dormem, e voltam a discutir, procurando sempre soluções de consenso”, disse Alkmin.
No fundo, o que se busca é o exercício concreto da autodeterminação. Seguindo uma orientação formulada pelo próprio Emiliano Zapata (1879-1919) no curso da Revolução Mexicana (1910-1920, aproximadamente), o EZLN guardou suas armas, mas não as depôs. 
“A ideia marxista-leninista de tomada revolucionária do poder de Estado foi, porém, profundamente ressignificada na interação dos intelectuais da FLN com a população indígena. E resultou no lema ‘Nada para nós. Tudo para todos’. As pessoas não querem tomar o poder de Estado, nem impor aos outros grupos indígenas ou à população mexicana o que eles devem fazer. Mas viver como acham que devem viver. E respeitar que cada um, à sua maneira, também possa fazer o mesmo. É a ideia de que, no mundo, cabem muitos mundos”, disse o geógrafo. 

O estudo foi desenvolvido entre 2011 e 2015, com apoio da Fapesp – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
Uma preocupação dos zapatistas foi evitar o isolamento a que o próprio confinamento territorial poderia levar. Por isso, eles foram um dos primeiros movimentos a fazer uso da internet para se comunicar com o mundo e veicular seus comunicados, ainda em 1994. Uma iniciativa, ocorrida entre 2013 e 2016, foi a criação das chamadas Escuelitas Zapatistas (Escolinhas Zapatistas), por meio das quais pessoas do mundo inteiro foram convidadas para conhecer in loco o processo de autonomia.

Foto: Reprodução/Editora Humanitas
Outra iniciativa – bem recente – foi o encontro de mulheres zapatistas com mulheres da sociedade civil mexicana e internacional, que aconteceu em março de 2018. “Eles têm um grande interesse em mostrar ao mundo o que estão fazendo. Quando estive lá, me atribuíram a função de observador internacional de direitos humanos”, disse Alkmin. 

“As cinco etnias falam línguas diferentes e utilizam o espanhol para poderem se comunicar nas assembleias. Em termos formais, a instância superior de organização político-militar do EZLN é o Comitê Clandestino Revolucionário Indígena – Comandância Geral, responsável por articular a complexa rede das cinco Zonas Autônomas Zapatistas. Trata-se de uma estrutura herdada no contexto da guerra de 1994, que perdeu parte de suas funções políticas depois do cessar-fogo e da horizontalização do processo decisório, quando se estabeleceu, com muita força, a ideia de que o impulso principal venha realmente de baixo, isto é, das próprias comunidades indígenas”, prosseguiu.

No curso desse processo, o subcomandante Marcos, supostamente um ex-professor da Unam, procurou assumir papel mais discreto. Ele sempre evitou centralizar as atenções e por várias vezes afirmou que estava subordinado às decisões das bases do movimento. Mesmo assim, sua figura armada e encapuzada, compondo a imagem de uma espécie de Che Guevara com um toque de mistério, tornou-se um ícone do movimento zapatista, com forte apelo midiático. 

Para sair de evidência, Marcos fez uma declaração retórica, dizendo que o subcomandante Marcos havia morrido e que ele era agora o indígena Galeano, efetivamente morto em um confronto com os inimigos do movimento. Marcos se despiu da persona algo romântica do subcomandante para assumir a persona de Galeano. E transferiu a subcomandância para Moisés, indígena zapatista que atualmente é o porta-voz do movimento. “O gesto, altamente simbólico, expressa bem a perspectiva de poder zapatista: descentralizada, autônoma e despersonalizada”, disse Alkmin.

Embora economicamente periférico, o Estado de Chiapas possui importância estratégica. Em uma área correspondente a nove vezes a da Região Metropolitana de São Paulo, o Estado concentra os rios mais caudalosos do México e 30% de toda a água superficial do país. Graças à sua riqueza hídrica, responde por 60% do total da energia hidroelétrica consumida em território mexicano. É também uma área muito rica em biodiversidade. E a região que conecta a América do Norte com a América Central, na fronteira do México com a Guatemala.
O livro pode ser adquirido no site da Editora Humanitas.
José Tadeu Arantes  / Agência Fapesp

quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Associação brasileira dos caminhoneiros nao apóia intervenção militar

Atenção

SOBRE OS PEDIDOS DE INTERVENÇÃO MILITAR:

ALERTA URGENTE!!!! – DIA 27/05/18 ÀS 13:20

Caminhoneiros, bom tarde!!! Estou observando que a maioria dos participantes dessa grande e única manifestação E NUNCA VISTA EM NOSSO PAÍS, proclamam por uma Intervenção Militar já!!! E confesso que estou muito assustado com essa posição. Então eu pergunto a todos esses que clamam por uma intervenção militar: - Vocês sabem o que é uma Intervenção Militar????

Em países onde vigora o Estado Democrático de Direito que o caso do BRASIL, algo como uma “intervenção militar” em que acontece o uso do poder das Forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) só pode ocorrer sob ordem dos poderes constituídos, isto é, dos conselhos formados por membros do Poder Executivo e do Poder Legislativo e com a devida supervisão do Poder Judiciário. No Brasil, as intervenções militares, segundo a Constituição Brasileira de 1988, só podem efetivar-se legalmente em três casos específicos:
1) intervenção federal;
2) Estado de Defesa;
3) Estado de Sítio.

Então pessoal, não podemos clamar por uma Intervenção Militar, esse pedido está equivocado e não será o remédio apropriado para a nossa situação.

Devemos tomar cuidado com o que estamos postando, porque numa intervenção militar os mesmos personagens continuaram no poder e penso que o povo quer mudar justamente isso, tirar esses hipócritas do poder agora. Não é isso mesmo que todos nós almejamos pessoal????

Se vocês querem saber o General Villas Boas está reunido neste momento na sala do Alto-Comando do exército (27/05), sob a coordenação do Ministro da Defesa e com a presença dos comandantes das Forças e outros militares, para uma vídeo-conferência com os responsáveis por áreas de atuação na solução da “greve dos caminhoneiros”.

Isso quer dizer que se for necessário as forças armadas por decisão do governo intervirão em favor da ordem a pedido do presidente da república e aí pergunto a todos: - é isso que estamos querendo???

Vamos pensar um pouco nisso!!!

Fonseca – Presidente da ABCAM

https://www.facebook.com/abcambrasil/posts/2145202839033313

segunda-feira, 14 de maio de 2018

CRONOLOGIA DO GOLPE

CRONOLOGIA DO GOLPE:
2007 - Descoberta do pré-sal, estimada em 20 trilhões de reais.
2008 - Derrocada do modelo capitalista e prejuízo de 22 trilhões de dólares aos estados.
2009 - começo obscuro e desconhecido da lava a jato com orientação dos EUA.
2010 - Lula paga toda a divida externa brasileira e acaba com o dinheiro fácil para os bancos estrangeiros.
2010 - Crise do Euro e inicio da quebra de vários países europeus.
2009-2012 - discussões e votação do marco do pré-sal totalmente nacional e verba para educação.
2012-2013 - Espionagem da NSA sobre a presidenta Dilma e os principais diretores da petrobras.
2013 - Dilma derruba a taxa basica de juros Selic para o menor patamar da história: 7,25%.
2013 - IBGE registra pela primeira vez o pleno emprego no Brasil, ou seja, menos de 5% de desempregados. (4,75%).
2013 - passeatas contra o "governo" fazem cair a aprovação de dilma de 80% para 40% em menos de 3 meses.
2014/mar - primeira fase da lava a jato.
2014/out - Reeleição Dilma
2014 - criação das facções: MBL / Vem Pra Rua / Revoltados online / Nas Ruas.
2014-2015 - Eduardo Cunha paralisa o congresso e impede Dilma de governar.
2015 - Dada a incerteza política empresários param de investir, mídia cria e alimenta a narrativa da crise.
2015/set - PEC da bengala impede dilma de indicar novo membro para o STF.
2016 - lava a jato ataca o núcleo do partido no poder.
2016 - impeachment de Dilma, STF se cala.
2017 - morte de Teori Zavascki/indicação de tucano para o STF, mudança no marco regulatório do pre-sal, fim da previdência, das leis trabalhistas, da educação universal e do SUS, fatiamento e venda da Petrobras.
2017 - comandante militar moderado sofre com problemas de saúde e sinaliza que vai se afastar. Linha dura cotada para assumir.
2017/maio - Projeto de lei adiando eleições (possivelmente) para 2020.
2017/maio - exercicios militares "conjuntos" entre Brasil e EUA na amazônia.
2017/abril-maio - prisões de manifestantes pelo brasil afora, chacinas de índios, ataque a lideranças sindicais."

Fernando Horta - Professor de História da UnB

segunda-feira, 23 de abril de 2018

José Sócrates
Comentarista português fala sobre a prisão ilegal de Lula. Vai contra a presunção de inocência prender alguém com trânsito indo julgado, cujo processo ainda não foi julgado.

Link do vídeo:
https://www.facebook.com/azul.casu/posts/1684756041593047

Análise de conjuntura CFP 2016

CFP 2016




Fonte: CFP
https://site.cfp.org.br/nota-do-cfp-sobre-o-atual-momento-da-conjuntura-politica-e-social-brasileira/

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Globo News

Vídeo sobre foro privilegiado e falando que justiça não é para todos 

https://www.facebook.com/cirogomessincero/videos/1889364164441807/
Arthur e indicações e leitura anticapital

Indica:
- recomendo a leitura, por exemplo (entre muitos outros) do livro do Décio Saes sobre a formação do Estado burguês no Brasil que traça bem o que vem a ser a justiça em tais moldes.

- Mas sinceramente esta questão escapa da perspectiva pós-moderna por uma luta travada contra o marxismo negando a sua principal categoria: a totalidade. Se formos em busca de um debate teórico sobre isso temos aí pano pra manga e recomendo a leitura de Carlos Nelson Coutinho.

- Essa visão não pensa na superação do capital porque compreende que a naturalização do sistema é de fato real (e aí recomendo o livro do Mészáros para além do capital onde ele discute isso com muito mais propriedade obviamente), irreversível o que se dá pela parca compreensão dos mecanismos sócio-metabolicos do capital

-

"Saquei, mano. Agora consegui compreender melhor e apesar de não ter qualquer acordo com esta visão acho válido o debate, pois o meu post para além de uma mera provocação suscita questões de fato concretas e contraditórias que é o que mais me interessa na verdade. Eu diria que essa é uma visão romântica no pior sentido do termo pois Lowy faz um bom debate sobre o caráter combativo do romantismo (e porque não liberal ou meramente reformadora em suas pequenas pretensões) da sociedade e de como podemos de fato transformá-la e caminha sem qualquer sombra de dúvidas aos descaminhos neoliberal. Essa visão mostra um profundo desconhecimento histórico das lutas e de como se empreendeu tais lutas na busca por uma sociedade de fato justa e aí teríamos que discutir o que de fato vem a ser justiça nas sociedades modernas, um debate muito profundo e não sei se dá pra fazer aqui, mas recomendo a leitura, por exemplo (entre muitos outros) do livro do Décio Saes sobre a formação do Estado burguês no Brasil que traça bem o que vem a ser a justiça em tais moldes. Mas sinceramente esta questão escapa da perspectiva pós-moderna por uma luta travada contra o marxismo negando a sua principal categoria: a totalidade. Se formos em busca de um debate teórico sobre isso temos aí pano pra manga e recomendo a leitura de Carlos Nelson Coutinho. De qualquer forma, essa visão colocada acima por você não discute uma questão central a meu ver que é a superação do capitalismo. Essa visão não pensa na superação do capital porque compreende que a naturalização do sistema é de fato real (e aí recomendo o livro do Mészáros para além do capital onde ele discute isso com muito mais propriedade obviamente), irreversível o que se dá pela parca compreensão dos mecanismos sócio-metabolicos do capital. Não se discute projetos de sociedade, formas de enfrentamento, história e sociologia, por exemplo, mas pequenas transformações moleculares, interiores, enfim, questões que vem sendo colocadas por diversos setores identitários principalmente com muita força desde a década de 60. Te indicaria a leitura dos situacionistas pra bugar aí a situação ainda mais, com todo respeito. Escapa a leitura dos autores revolucionários, por isso, não se compreende a sociedade e as intervenções consequentemente são absolutamente estéreis quando muito legalistas e vazias do ponto de vista da emancipação proletária. A visão materialista revolucionária marxista sequer entra em debate, mais uma vez acusando um profundo desconhecimento da história das lutas operárias. Por isso não se compreende o presente e por isso nos engendramos em relações de poder cada vez mais hierarquizantes."


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Nota do DCE

"O intuito dessa nota é esclarecer a respeito da opção que fizemos em levar ônibus para o ato contra a prisão do ex presidente Lula, abrir um diálogo sobre as pautas estudantis e a atuação do DCE na universidade e refletir sobre o teor violento e agressivo de grande parte dos comentários e postagens nas redes sociais.

Primeiramente gostaríamos de explicitar que solicitar transporte para que os estudantes pudessem ir ao ato foi uma decisão política consciente, respaldada na análise que fazemos de todo o processo que culminou com a prisão do Lula. Para nós, muito além do discurso de inocente ou culpado, esta prisão evidência a abertura de um precedente histórico de incoerência na atuação do judiciário brasileiro, que revela um posicionamento extremamente político da esfera. Sabemos que infinitas vezes os representantes da lei a aplicam a seu bel prazer, tendo em vista questões de interesses pessoais. Tanto as forças policiais quanto esses setores do judiciário em outros momentos da história foram negligentes e parciais no tratamento de processos.

Na nossa avaliação o impeachment, o governo Temer, as reformas, a entrega do pré-sal e a prisão de Lula estão relacionados. Os retrocessos que estamos vivenciando representam uma resposta dos setores conservadores da sociedade, das elites orgânicas, dos empresários neoliberais e de uma parcela organizada da sociedade com interesses diferentes dos nossos. A condução do processo do ex-presidente Lula e as incoerências presentes nele mostram, para nós, o atrelamento deste setor a um pensamento e opção política. Para nós, essa condenação foi motivada muito mais pelo desejo de afastar Lula da disputa presidencial do que de uma tentativa de acabar com a corrupção.

E, ainda, esse conjunto de fatos relacionados projetam para o futuro um panorama sombrio para a gestão do Estado, dos seus recursos orçamentários e de suas políticas públicas, inclusive as educacionais. Por tudo isso decidimos solicitar ônibus para o ato, e na tentativa de conseguir transporte recorremos a todos que teriam alguma condição de nos garantir. A maioria das vezes que conseguimos levar ônibus para os atos eles foram cedidos pelos sindicatos (ADUR ou SINTUR), mas também recorremos à reitoria sempre que preciso.

Recorremos à reitoria por um motivo bem simples: Nos atos lutamos por mais verbas para educação, por melhorias sociais e compomos um bloco unificado dos estudantes do Estado do Rio de Janeiro. A universidade têm responsabilidade social (inclusive expressa no seu estatuto e regimento interno), e portanto acreditamos que é dever da universidade (e do DCE) colaborar com os atos em prol de uma sociedade mais justa e de mais verbas pra educação.

Sabemos da importância e da situação dos cursos, projetos de extensão e grupos de pesquisa para conseguirem ônibus e apoio, visto que os trâmites burocráticos são infinitos e muitos das respostas são negativas. Conosco não é diferente! Esse ato foi um dos poucos que fomos com ônibus da própria universidade, e vale explicitar também que nós do DCE não gerimos as decisões da reitoria, e nesse sentido as indagações sobre o porquê da administração ter fornecido o transporte devem ser direcionadas à reitoria e não a nós.

Sabemos também dos problemas da universidade e não estamos nos abstendo das reivindicações estudantis, inclusive estamos marcando para semana que vem um Conselhinho de CAs e DAs para discutir entre outras pautas a questão do transporte interno da Universidade. Tivemos integrantes do DCE, por exemplo, na reunião marcada pelo movimento Me Avisa Quando Chegar, onde foi cobrado pelo movimento que os ônibus da Real Rio fossem até o PAT (no Campus de Seropédica) no período passado. Estamos apoiando a mobilização dos estudantes auto-organizados que tiveram a iniciativa de construir o movimento Basta, movimento que têm nas suas pautas questões como transporte, alimentação e segurança nós três campus da nossa universidade.

Construímos enquanto DCE no período passado um ato para reivindicar melhorias nas quentinhas fornecidas no R.U e fiscalização no preparo das mesmas. Fizemos um esforço de mobilização, criação do evento online, compartilhamento do evento nos grupos da Rural, fizemos falas no Bandex e na Praça da Alegria chamando a galera para somar no ato mas infelizmente poucos estudantes participaram. Também realizamos uma Assembleia Estudantil sobre lazer e segurança no campus na semana passada (quinta-feira) e o mesmo voltou à acontecer, a assembleia foi bastante esvaziada. Fizemos uma reunião aberta sobre assistência estudantil no período passado também e nos deparamos com o mesmo cenário esvaziado. Colocamos várias pautas estudantis pela cadeira do DCE no Conselho Universitário e convocamos a galera para estar presente nas reuniões e fazer uma pressão política para a aprovação das mesmas, e ainda assim, os espaços são sempre esvaziados.

Nossos integrantes como conselheiros estudantis (ainda antes da gestão) e posteriormente como representantes do DCE no CONSU, aprovaram pautas como: 1. Diminuição do coeficiente de rendimento de 75% para 50% como critério para renovar bolsas assistenciais (e que o estudante só perde as mesmas bolsa na segunda vez que não alcançar o rendimento); 2. Defesa da proposta surgida na última ocupação da reitoria de alocar o pré-vestibular social da UFRRJ no prédio da antiga biblioteca; 3. Ajudamos a pressionar a reitoria no conselho universitário para elaboração de uma política séria de mediação de conflitos nos alojamentos; 4. Aprovamos a alteração no regimento do R.U. de Seropédica, Três Rios e de Nova Iguaçu para possibilitar a entrada dos filhos de estudantes nos R.U.; 5. Participamos da ocupação da Casa do Reitor, pressionando a administração superior pela volta da água nos alojamentos. Conseguimos também pela ocupação uma TV para a sala de TV do alojamento e através da ocupação fizemos junto com os estudantes pressão pela aprovação de várias pautas estudantis no conselho universitário.

Colocamos três pautas do COPAMA na agenda da próxima reunião do CEPE através cadeira do DCE, aliás convidamos a todas e todos a estarem presentes na sala de Reunião da SOC (terceiro andar do p1) dia 9 às 8h para fazermos uma pressão pela aprovação das pautas. Para a próxima reunião ordinária do Consu colocaremos pautas do Caic para a aprovação também.

Estes e todos os outros eventos e atos de reivindicação feitos por nós ou com o apoio do DCE nós sempre compartilhamos nos grupos da Rural e em nossa página. Pedimos encarecidamente que os estudantes acompanhem nossas publicações, se informem e que construam a luta conosco. Temos falhas sim, e toda crítica é bem vinda. Assim como o convite para que construa junto conosco.

Toda essa discussão proferida na internet à cerca do descontentamento do corpo estudantil com a precariedade da universidade nos mostra a ausência da assistência da universidade às pautas estudantis. Portanto, é o momento de nos unirmos, de organização para combater a uma precarização ainda maior da universidade e do ensino público. As agressões verbais direcionadas às mulheres da gestão atual do DCE (com teores extremamente machistas, agressivos e intolerantes) só demonstra o quão opressor o ambiente acadêmico pode ser, e que por esses motivos precisamos ainda mais dialogar, ocupar e construir os espaços de deliberação do movimento estudantil da Rural.

SE O TEMPO É DE BARBÁRIE, QUE NÓS ESTUDANTES SEJAMOS A MUDANÇA! ✊

Segue abaixo os links dos eventos mencionados e em anexo a ata de reuniões do conselho universitário.

Atas -  https://drive.google.com/open?id=1r-1CFaLE5q0AVxQkHDSBR71CCjvwK_gU


https://www.facebook.com/events/1753351868299733/

https://www.facebook.com/events/777945312394030/

https://www.facebook.com/events/594105494269935/

https://www.facebook.com/events/349253428927534/

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1551917178185870&id=869320556445539

https://www.facebook.com/events/1829020167413511/"

Rural