1 -
Quando for ao psiquiatra
Amigos, pelo amor de deus, se vcs precisarem ir ao psiquiatra alguma vez na vida de vcs, falem com um psicologo tb, principalmente se forem medicados. Vai funcionar pra situações de emergência e pra ter uma segunda opinião. Por favor. Ou pelo menos leiam a bula do remédio na net antes d comprar. ANTES d tomar. Se ainda sim quiser topar aquela viagem... nao vao sozinhos. Tenham pessoas de confianca pra ajudar. Vcs vão evitar problemas maiores. Não existe solução rápida.
Ass: a amiga psicóloga mais uma vez!
Obs.1: posso dizer que todos os âmigos q tenham q foram a UMA consulta saíram com uma receita. Médico é Deus pra saber o q q a pessoa tem logo de cara? Psicólogos são inúteis enroladores então?
Obs.2: sei q é difícil achar um psi bom. Mas pra casos de emergência a maioria serve.
Obs.3: Raiva da maioria dos psiquiatras.
Obs.4:
Não sou contra medicamento. Sou contra maus profissionais.
2 -
Quando for ao psiquiatra 2
Já sabemos de mil histórias de pessoas que estavam em sofrimento em seu trabalho e o médico psiquiatra passou um remédio pra "ajudar" a pessoa a lidar com aquela situação.
O remédio ajuda nesses casos?
Que tipo de demanda é essa?
Pra que casos se necessita de medicação?
- Nesse caso, o q tem q mudar pra pessoa sofrer menos?
Ela ou o ambiente de trabalho?
Então, a pessoa consegue o objetivo dela no trabalho que a faz sofrer menos e vê que não precisa do remédio, pois a chefia dela tomou as devidas providências. Para de tomar o remédio que virou algo que só atrapalhava já q mudou o q realmente tinha q mudar: O QUE LHE CAUSAVA SOFRIMENTO NO TRABALHO, e não ----> um problema no corpo físico ou na atitude mental da paciente.
- Ação desse remédio, no caso:
O remédio no momento do estresse fazia com que ela conseguisse NÃO SE IMPORTAR com as situações estressantes. Porém, de noite, o efeito colateral é a pessoa não conseguir dormir e "ter pensamentos muito loucos, incômodos". O sono tem uma função restauradora, que age tb contra o STRESS, muito importante. Não conseguir dormir era um problema real que vinha sendo causado pelo remédio. Além de remédio ser uma droga, um veneno, que a gente sempre deve evitar usar. Cujos efeitos a longo prazo podem ser pouco conhecidos.
- Qual a função política desse remédio receitado dessa forma?
Adaptar pessoas saudáveis a uma realidade doente. É isso que queremos?
Vejo pessoas tomando remédio pra suportarem o dia a dia ao invés de mudarem o seu dia a dia. Nesse contexto a medicação acaba tb tendo um efeito político d conformação das pessoas. Nem tudo podemos mudar , tem coisas q podemos , então nós nos envenenamos pra suportar ao invés de pensar o que nos acontece? Está certo isso?
O remédio deve ter um efeito saudável e não de amansamento em prol d um sistema político hierárquico q não se discute.
Na escola tem q corrigir a criança e não a escola.
Na faculdade tem q corrigir o aluno e não o professor.
No trabalho tem q corrigir o trabalhador e não a tarefa.
A gente sofre disso tb. De como o sistema funciona. De não ter espaço pra pensar saídas.
Queremos virar ciborgs obedientes?
---> Vejo um estudante universitário receitando remédio pro outro na maior irresponsabilidade. Via Facebook. VOCÊS SÃO IRRESPONSÁVEIS. E eu sempre me posiciono contra. Só o método de receitar sem nem avaliar a situação ou passar por um médico já está errado.
Quer estudar mas não quer repensar estratégias pra isso. No futuro serão outros problemas. Remédios que mexem com a cabeça podem ter efeitos irreversíveis.
- SEU MÉDICO PÕE EM ANÁLISE A SUA DEMANDA?
Assim, vamos sendo salvos pelos efeitos colaterais. E não aprendemos quem é que realmente precisa de medicação. Porque o médico, coitado, foi um ignorante que acolheu a demanda mais uma vez sem sequer pôr ela em análise com o paciente.
Será que só o chato do psicólogo que deve ter essa atitude de respeito com as pessoas?
- Conclusão:
Se seu médico não sabe analisar a demanda, seja responsável e procure alguém que possa te ajudar com isso. Sendo especialista ou não, já faz perguntas pra sustentar um debate.
De preferência , procure especialistas da sua confiança.
Remédio é para problemas que dependem de uma intervenção química real devido a descompensação físicas ou transtornos mentais onde outras saídas já foram tentadas e não deu certo. Não é pra conformar você a um sofrimento que você deveria questionar ou pode produzir saídas.
Você não é um ser humano perfeito e nunca vai ser porque não depende só de você. Nossa sociedade está sempre mudando e produzindo novos ideais de pessoas e formas de funcionamento diferentes. Nunca algo servirá igual pra todos. Podemos produzir diversos modelos de agir dentro dessa sociedade ou para além dela (quando temos a mudança de um sistema político por outro).
CALAR SUA DOR E SEU SINTOMA PODE SER ADOECER UNA SOCIEDADE QUE , AO INVÉS DE MUDAR, SE ADAPTA AO SOFRIMENTO.
Somos fortes. Podemos ser mais fortes juntos. Você pode ser um defeito perfeito.
Su
o sol no cafofo! Rodo cotidiano, Rabiscos voadores... As anotações mais urgentes e mais tortas pelo tempo! "Eu sempre espero uma coisa nova de mim, eu sou um frisson de espera - algo está sempre vindo de mim ou fora de mim." C.
Mostrando postagens com marcador Saúde Mental. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Saúde Mental. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 7 de março de 2018
domingo, 21 de janeiro de 2018
Lobotomia talvez expressada na arte
Incrível, né?
Persiste o debate sobre como agir com os casos de agressividade sendo ou não causados por transtornos mentais. Escrevi sobre isso esses dias (sobre o cara q destruí o posto de atendimento da saúde e ainda bateu na mãe).
Porque, fora isso, não há tentativa d justificativa pra se "prender" ninguém.
Ela colocou MT bem a questão da prisão ao falar q hj se dopam as pessoas. Quanto mais problemas (e, mais uma vez, não só os q tem transtornos passam por isso) , mais silenciada.
A política aplicado aos ditos "loucos" serve para todos. E ao medo de ser louco mais ainda.
___________
"Aqui, duas esculturas de Lúcio Noemann, paciente no hospital psiquiátrico do Engenho de Dentro/RJ.
A primeira escultura é de quando ele frequentava o ateliê - idealizado por Nise da Silveira - e trabalhava por horas e com prazer, esculpindo.
A segunda imagem faz parte do acervo de Lúcio, após ser submetido à lobotomia (que consiste na retirada de parte do cérebro, prática utilizada pelos médicos psiquiatras da época aos pacientes tidos como esquizofrênicos).
Hoje as camisas de força são mentais: dopa-se para que o usuário se mantenha controlado: hipermedicalizado. Assim, a capacidade de criação se anula e as instituições vão criando novas formas de lobotomizar.
Vale lembrar que, no fim do ano passado, o governo Temer permitiu o retorno dos hospitais psiquiátricos na Rede de Atenção Psicossocial do SUS, abrindo o caminho para que tais práticas não só permaneçam, como ganhem legitimidade.
Fonte: Museu de imagens do inconsciente - RJ
Também pode ser visto na exposição “ocupação Nise da Silveira” no Itaú Cultural em SP até o fim de janeiro de 2018."
Link da foto:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1619613934764106&id=100001465467046
Fonte: Camila Avarca
Persiste o debate sobre como agir com os casos de agressividade sendo ou não causados por transtornos mentais. Escrevi sobre isso esses dias (sobre o cara q destruí o posto de atendimento da saúde e ainda bateu na mãe).
Porque, fora isso, não há tentativa d justificativa pra se "prender" ninguém.
Ela colocou MT bem a questão da prisão ao falar q hj se dopam as pessoas. Quanto mais problemas (e, mais uma vez, não só os q tem transtornos passam por isso) , mais silenciada.
A política aplicado aos ditos "loucos" serve para todos. E ao medo de ser louco mais ainda.
___________
"Aqui, duas esculturas de Lúcio Noemann, paciente no hospital psiquiátrico do Engenho de Dentro/RJ.
A primeira escultura é de quando ele frequentava o ateliê - idealizado por Nise da Silveira - e trabalhava por horas e com prazer, esculpindo.
A segunda imagem faz parte do acervo de Lúcio, após ser submetido à lobotomia (que consiste na retirada de parte do cérebro, prática utilizada pelos médicos psiquiatras da época aos pacientes tidos como esquizofrênicos).
Hoje as camisas de força são mentais: dopa-se para que o usuário se mantenha controlado: hipermedicalizado. Assim, a capacidade de criação se anula e as instituições vão criando novas formas de lobotomizar.
Vale lembrar que, no fim do ano passado, o governo Temer permitiu o retorno dos hospitais psiquiátricos na Rede de Atenção Psicossocial do SUS, abrindo o caminho para que tais práticas não só permaneçam, como ganhem legitimidade.
Fonte: Museu de imagens do inconsciente - RJ
Também pode ser visto na exposição “ocupação Nise da Silveira” no Itaú Cultural em SP até o fim de janeiro de 2018."
Link da foto:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1619613934764106&id=100001465467046
Fonte: Camila Avarca
sexta-feira, 29 de dezembro de 2017
HISTÓRIAS 1, 2, 3 e 4: mãe de menina, agroecologia, quem te ensinou, suicídio
HISTÓRIAS 1:
Porque eu nunca quis ser mãe de menina
- Cada vídeo sexualizante na net com menina muito nova dançando... me dá muito medo. Com certeza na minha época foi quando começou a ser menos tranquilo com aquela popularização toda do flog (hj vlog) e tal.
- E essa pressa de crescer. Gente... Não tem nada lá no final. Só você mesma.
- Querer ser desejada é só uma das facetas de se tornar mulher. Mas mesmo a mulher que não vive outras relações de afeto vai se reduzir a muito pouco se se limitar a isso.
Enfim, como falar disso sem parecer moralista?
- Em todos os canais q olhei as garotas, obviamente, viraram propagandistas de produtos.
- Mas teve um canal mais legal em que as menina falava de vários assuntos polêmicos ligados às abuso sexual. Mas não fugia do estereótipo de menina sensualizadora.
- O nu tá mesmo muito em baixa depois do nudes. Rs
O caminho mais curto pra mulher ser desejada é mostrar o corpo e não o que ela acha. Mas o pessoal não é muito exigente mesmo. A beleza externa é suficiente em muitos casos. E quanto mais nova, mais me parece ser assim. E quanto mais nova e mais bonita , ninguém vai querer saber sua idade antes d qualquer coisa.
- engraçado que vim no ônibus hj falando d tudo isso com um cara MT nada a ver
S.
_________
HISTÓRIAS 2:
Engarrafamento e exposição além da conta
Hoje, no ônibus, enquanto um menino falava que ele tinha carro, mas precisou pegar aquele ônibus no engarrafamento, eu comecei a falar que as pessoas brigavam nos ônibus por estarem cheios aos invés de se manifestarem contra as empresa. Ele reclamou que a passagem só aumentava. Complementei dizendo que não tinha nem banco pra gente sentar ... Até aí a gente concordava. Aí o papo derivou pros problemas políticos do trio ternura: Sero x CG x N.I.. Quem conhece SABE.
Ele falou do acidente que sofreu e dos fechamentos dele pra conseguir se tratar. Eu falei que tinha q pegar aquelas terras ociosas todas ali da AMBEV e... produzir pra população PARAR D PASSAR NECESSIDADE por não terem fechamentos.
Aí o papo mudou. Ele se surpreendeu. Porque todo mundo que falava daquelas terras ali, falava em faturar e em vender "elas". O papo rumou pra distribuição de renda (e agroecologia). Ele ficou surpreso e me perguntou:
- porque eu me importava com os outros,
- quem me ensinou a ser assim.
- Minha idade.
E começou a falar de Deus e mostrar os valores dele...
Tive que falar de Deus tb (d novo). Tipo quando vc n bebe mais, mas não pode recusar aquela cerveja gentil do dono da festa. Aproveitei pra falar de um deus bem mais legal. Do tipo que da as ferramentas pra gente fazer as coisas e não aquele que ele usava pra justificar as coisas como elas estavam. Virou meu fechamento até ele descer no ponto dele. Rs
Obs.: E eu acesa daqui com minhas ignorâncias.
Obs. : Deus pra mim é a natureza. E sua fartura. Esperando pra ser acessada. E a gente aqui. Falando d deus e morrendo de fome.
S.
___________
HISTÓRIAS 3
"Quem te ensinou a ser assim?"
Queria falar q foi minha mãe. Mas não foi só ela. Preferi não responder. Ia ser uma resposta muito longa se eu tentasse dizer tudo e eu já estava falando de agroecologia. Falar na mãe desvia do assunto, sugando a enegia de toda uma trajetória, romantizando as relações e reduzindo a uma dupla impossível num mundo tão cheio de gente. Mas ela faz parte desse ser. Mesmo que ela critique muito ele. Até o impossível.
S.
_______________
HISTÓRIAS 4
Uma reflexão sobre grupos que falam de Suicídio
Hoje realmente aconteceu muita coisa. Comentei sobre o que acho de tudo que se refere a temática sensível da dor ao me colocar sobre essa página que fala de suicídio e que me preocupou. Algo que já venho pensando há muito tempo.
"Galera dei uma olhada na página. Me preocupa um pouco, sabe? Posso ter ficado com uma impressão errada. Mas me veio a vontade d compartilhar uma reflexão a respeito.
Penso que há várias formas de "tratamento". [Primeiro:] Nem todas passam por profissionais da psicologia. [Segundo:] nem todas servem pra todos e a isso precisamos ficar atentos. Atentos aos efeitos d cada intervenção ou d uma página como essa. Mas queria pontuar uma impressão ou uma proposta tb. ..
Lembro q, talvez, o próprio Durkheim [que o irmão de um dos donos da página citou], falava do perfil da pessoa que se suicida e havia alguns elementos interessantes no q ele dizia. Um deles era quando as pessoas restringiam os momentos de prazer ou estruturavam a sua vida toda sobre um único pilar, um único assunto, ou até mesmo um único rótulo.
E o q eu penso, de forma geral, sobre como tratar transtornos mentais é o que penso sobre diversos assuntos.
- [Por exemplo,] me parece estranho que para tratar uma doença nós reunamos os doentes e os afastemos das demais pessoas. [Isso] provoca uma certa falta de diversidade seja pra diminuir a possibilidade d infecção , seja pra rodear a pessoa doente das pessoas saudáveis que podem ajudar [so pelos fato delas se sentirem bem]. Algo q vem de um convívio e não só de falar especificamente do problema. [Como quando, pra aprender uma língua, você pode ir a mil aulas, mas é a AMBIÊNCIA que te ensinaria muito mais. Nem por isso você deixa de aprender aquela língua, mas ha várias formas, sabe? Rs.]
Outro exmeplo. Que pra falar de inclusão a gente ainda acredite que tenha q ter turmas especiais pra isso ao invés de perceber que muitas vezes como se atende uma criança especial ou "mal comportada" é uma forma interessante d atender qualquer criança. [Só que dá mais trabalho, né? Tanto quanto a recursos físicos quanto a recursos pessoais!!]
E, muitas vezes, a gente se colar no rótulo da depressão, do suicida, faz com q sejamos tratados muito dessa forma. Nos vejamos limitados a essa forma. E o peso do diagnóstico pessoal ou do médico vai aumentando.] E nos reunamos apenas com pessoas que passam pelo mesmo acreditando q só elas sabem o que se passa [e que é isso que se precisa.] Fiquem MT atentos a isso. Porque tende a esse fechamento em um tema só q falo nesse txt.
Concluindo: precisamos preservar certa diversidade de temas, d pessoas, d afazeres, [de ambientes. E perceber também como os que já estamos vivendo estão funcionando com a gente]...
Olhar pra tristeza [com menos medo]. Como algo q nos torna inteiros, embora cada um vá julgar isso positiva ou negativamente, mas há uma diversidade de julgamentos para além dessa dupla tb , entende? [Olhar pra tristeza como] uma parte delicada (mais um termos diverso da dupla) q não mostramos pra todo mundo.
* Um sintoma d uma sociedade e não só de um "individuo". *
E assim ir diversificando sempre a reflexão a esse respeito, na parte q é possível pensar d forma geral. [Respeitando gravidade de cada caso e os tipos de tratamentos possíveis. ]
Só quis compartilhar essa reflexão porque precisamos mesmo de uma sociedade diferente pra lidar com as diferenças. [E trilhar diversos caminhos até ser mais possível a caminhada.]
[Problemas afetivos não se resolvem sem afetos. Esse assunto fica pra próxima. ]
Espero ter sido compreensível no foco do txt.
Abraços."
S.
Porque eu nunca quis ser mãe de menina
- Cada vídeo sexualizante na net com menina muito nova dançando... me dá muito medo. Com certeza na minha época foi quando começou a ser menos tranquilo com aquela popularização toda do flog (hj vlog) e tal.
- E essa pressa de crescer. Gente... Não tem nada lá no final. Só você mesma.
- Querer ser desejada é só uma das facetas de se tornar mulher. Mas mesmo a mulher que não vive outras relações de afeto vai se reduzir a muito pouco se se limitar a isso.
Enfim, como falar disso sem parecer moralista?
- Em todos os canais q olhei as garotas, obviamente, viraram propagandistas de produtos.
- Mas teve um canal mais legal em que as menina falava de vários assuntos polêmicos ligados às abuso sexual. Mas não fugia do estereótipo de menina sensualizadora.
- O nu tá mesmo muito em baixa depois do nudes. Rs
O caminho mais curto pra mulher ser desejada é mostrar o corpo e não o que ela acha. Mas o pessoal não é muito exigente mesmo. A beleza externa é suficiente em muitos casos. E quanto mais nova, mais me parece ser assim. E quanto mais nova e mais bonita , ninguém vai querer saber sua idade antes d qualquer coisa.
- engraçado que vim no ônibus hj falando d tudo isso com um cara MT nada a ver
S.
_________
HISTÓRIAS 2:
Engarrafamento e exposição além da conta
Hoje, no ônibus, enquanto um menino falava que ele tinha carro, mas precisou pegar aquele ônibus no engarrafamento, eu comecei a falar que as pessoas brigavam nos ônibus por estarem cheios aos invés de se manifestarem contra as empresa. Ele reclamou que a passagem só aumentava. Complementei dizendo que não tinha nem banco pra gente sentar ... Até aí a gente concordava. Aí o papo derivou pros problemas políticos do trio ternura: Sero x CG x N.I.. Quem conhece SABE.
Ele falou do acidente que sofreu e dos fechamentos dele pra conseguir se tratar. Eu falei que tinha q pegar aquelas terras ociosas todas ali da AMBEV e... produzir pra população PARAR D PASSAR NECESSIDADE por não terem fechamentos.
Aí o papo mudou. Ele se surpreendeu. Porque todo mundo que falava daquelas terras ali, falava em faturar e em vender "elas". O papo rumou pra distribuição de renda (e agroecologia). Ele ficou surpreso e me perguntou:
- porque eu me importava com os outros,
- quem me ensinou a ser assim.
- Minha idade.
E começou a falar de Deus e mostrar os valores dele...
Tive que falar de Deus tb (d novo). Tipo quando vc n bebe mais, mas não pode recusar aquela cerveja gentil do dono da festa. Aproveitei pra falar de um deus bem mais legal. Do tipo que da as ferramentas pra gente fazer as coisas e não aquele que ele usava pra justificar as coisas como elas estavam. Virou meu fechamento até ele descer no ponto dele. Rs
Obs.: E eu acesa daqui com minhas ignorâncias.
Obs. : Deus pra mim é a natureza. E sua fartura. Esperando pra ser acessada. E a gente aqui. Falando d deus e morrendo de fome.
S.
___________
HISTÓRIAS 3
"Quem te ensinou a ser assim?"
Queria falar q foi minha mãe. Mas não foi só ela. Preferi não responder. Ia ser uma resposta muito longa se eu tentasse dizer tudo e eu já estava falando de agroecologia. Falar na mãe desvia do assunto, sugando a enegia de toda uma trajetória, romantizando as relações e reduzindo a uma dupla impossível num mundo tão cheio de gente. Mas ela faz parte desse ser. Mesmo que ela critique muito ele. Até o impossível.
S.
_______________
HISTÓRIAS 4
Uma reflexão sobre grupos que falam de Suicídio
Hoje realmente aconteceu muita coisa. Comentei sobre o que acho de tudo que se refere a temática sensível da dor ao me colocar sobre essa página que fala de suicídio e que me preocupou. Algo que já venho pensando há muito tempo.
"Galera dei uma olhada na página. Me preocupa um pouco, sabe? Posso ter ficado com uma impressão errada. Mas me veio a vontade d compartilhar uma reflexão a respeito.
Penso que há várias formas de "tratamento". [Primeiro:] Nem todas passam por profissionais da psicologia. [Segundo:] nem todas servem pra todos e a isso precisamos ficar atentos. Atentos aos efeitos d cada intervenção ou d uma página como essa. Mas queria pontuar uma impressão ou uma proposta tb. ..
Lembro q, talvez, o próprio Durkheim [que o irmão de um dos donos da página citou], falava do perfil da pessoa que se suicida e havia alguns elementos interessantes no q ele dizia. Um deles era quando as pessoas restringiam os momentos de prazer ou estruturavam a sua vida toda sobre um único pilar, um único assunto, ou até mesmo um único rótulo.
E o q eu penso, de forma geral, sobre como tratar transtornos mentais é o que penso sobre diversos assuntos.
- [Por exemplo,] me parece estranho que para tratar uma doença nós reunamos os doentes e os afastemos das demais pessoas. [Isso] provoca uma certa falta de diversidade seja pra diminuir a possibilidade d infecção , seja pra rodear a pessoa doente das pessoas saudáveis que podem ajudar [so pelos fato delas se sentirem bem]. Algo q vem de um convívio e não só de falar especificamente do problema. [Como quando, pra aprender uma língua, você pode ir a mil aulas, mas é a AMBIÊNCIA que te ensinaria muito mais. Nem por isso você deixa de aprender aquela língua, mas ha várias formas, sabe? Rs.]
Outro exmeplo. Que pra falar de inclusão a gente ainda acredite que tenha q ter turmas especiais pra isso ao invés de perceber que muitas vezes como se atende uma criança especial ou "mal comportada" é uma forma interessante d atender qualquer criança. [Só que dá mais trabalho, né? Tanto quanto a recursos físicos quanto a recursos pessoais!!]
E, muitas vezes, a gente se colar no rótulo da depressão, do suicida, faz com q sejamos tratados muito dessa forma. Nos vejamos limitados a essa forma. E o peso do diagnóstico pessoal ou do médico vai aumentando.] E nos reunamos apenas com pessoas que passam pelo mesmo acreditando q só elas sabem o que se passa [e que é isso que se precisa.] Fiquem MT atentos a isso. Porque tende a esse fechamento em um tema só q falo nesse txt.
Concluindo: precisamos preservar certa diversidade de temas, d pessoas, d afazeres, [de ambientes. E perceber também como os que já estamos vivendo estão funcionando com a gente]...
Olhar pra tristeza [com menos medo]. Como algo q nos torna inteiros, embora cada um vá julgar isso positiva ou negativamente, mas há uma diversidade de julgamentos para além dessa dupla tb , entende? [Olhar pra tristeza como] uma parte delicada (mais um termos diverso da dupla) q não mostramos pra todo mundo.
* Um sintoma d uma sociedade e não só de um "individuo". *
E assim ir diversificando sempre a reflexão a esse respeito, na parte q é possível pensar d forma geral. [Respeitando gravidade de cada caso e os tipos de tratamentos possíveis. ]
Só quis compartilhar essa reflexão porque precisamos mesmo de uma sociedade diferente pra lidar com as diferenças. [E trilhar diversos caminhos até ser mais possível a caminhada.]
[Problemas afetivos não se resolvem sem afetos. Esse assunto fica pra próxima. ]
Espero ter sido compreensível no foco do txt.
Abraços."
S.
Marcadores:
Agroecologia,
Família,
S.,
Saúde Mental
domingo, 27 de novembro de 2016
Desconcentração
Desconcentração
UAU!
Tenho ideias ótimas quando estou fazendo algo sem atenção.
Dessa boa falta de concentração os diagnósticos não falam e até calam.
UAU!
Tenho ideias ótimas quando estou fazendo algo sem atenção.
Dessa boa falta de concentração os diagnósticos não falam e até calam.
segunda-feira, 26 de setembro de 2016
Por que as crianças francesas não têm Deficit de Atenção?
O DSM é dos EUA. E lá tem mais identificação d transtorno do q na França q criou OUTRO referencial psiquiátrico pra pensar os transtornos mentais e fazer frente ao DSM. N tomam medidas medicamentosas pq n consideram um problema biológico e sim social.
___________________
Fonte:
https://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/
___________________
Por que as crianças francesas não têm Deficit de Atenção?
Marilyn Wedge, Ph.D
Nos Estados Unidos, pelo menos 9% das crianças em idade escolar foram diagnosticadas com TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), e estão sendo tratadas com medicamentos. Na França, a percentagem de crianças diagnosticadas e medicadas para o TDAH é inferior a 0,5%. Como é que a epidemia de TDAH, que tornou-se firmemente estabelecida nos Estados Unidos, foi quase completamente desconsiderada com relação a crianças na França?
TDAH é um transtorno biológico-neurológico? Surpreendentemente, a resposta a esta pergunta depende do fato de você morar na França ou nos Estados Unidos. Nos Estados Unidos, os psiquiatras pediátricos consideram o TDAH como um distúrbio biológico, com causas biológicas. O tratamento de escolha também é biológico – medicamentos estimulantes psíquicos, tais como Ritalina e Adderall.
Os psiquiatras infantis franceses, por outro lado, vêem o TDAH como uma condição médica que tem causas psico-sociais e situacionais. Em vez de tratar os problemas de concentração e de comportamento com drogas, os médicos franceses preferem avaliar o problema subjacente que está causando o sofrimento da criança; não o cérebro da criança, mas o contexto social da criança. Eles, então, optam por tratar o problema do contexto social subjacente com psicoterapia ou aconselhamento familiar. Esta é uma maneira muito diferente de ver as coisas, comparada à tendência americana de atribuir todos os sintomas de uma disfunção biológica a um desequilíbrio químico no cérebro da criança.
Os psiquiatras infantis franceses não usam o mesmo sistema de classificação de problemas emocionais infantis utilizado pelos psiquiatras americanos. Eles não usam o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders ou DSM. De acordo com o sociólogo Manuel Vallee, a Federação Francesa de Psiquiatria desenvolveu um sistema de classificação alternativa, como uma resistência à influência do DSM-3. Esta alternativa foi a CFTMEA (Classification Française des Troubles Mentaux de L’Enfant et de L’Adolescent), lançado pela primeira vez em 1983, e atualizado em 1988 e 2000. O foco do CFTMEA está em identificar e tratar as causas psicossociais subjacentes aos sintomas das crianças, e não em encontrar os melhores bandaids farmacológicos para mascarar os sintomas.
Na medida em que os médicos franceses são bem sucedidos em encontrar e reparar o que estava errado no contexto social da criança, menos crianças se enquadram no diagnóstico de TDAH. Além disso, a definição de TDAH não é tão ampla quanto no sistema americano, que na minha opinião, tende a “patologizar” muito do que seria um comportamento normal da infância. O DSM não considera causas subjacentes. Dessa forma, leva os médicos a diagnosticarem como TDAH um número muito maior de crianças sintomáticas, e também os incentiva a tratar as crianças com produtos farmacêuticos.
A abordagem psico-social holística francesa também permite considerar causas nutricionais para sintomas do TDAH, especificamente o fato de o comportamento de algumas crianças se agravar após a ingestão de alimentos com corantes, certos conservantes, e / ou alérgenos. Os médicos que trabalham com crianças com problemas, para não mencionar os pais de muitas crianças com TDAH, estão bem conscientes de que as intervenções dietéticas às vezes podem ajudar. Nos Estados Unidos, o foco estrito no tratamento farmacológico do TDAH, no entanto, incentiva os médicos a ignorarem a influência dos fatores dietéticos sobre o comportamento das crianças.
E depois, claro, há muitas diferentes filosofias de educação infantil nos Estados Unidos e na França. Estas filosofias divergentes poderiam explicar por que as crianças francesas são geralmente mais bem comportadas do que as americanas. Pamela Druckerman destaca os estilos parentais divergentes em seu recente livro, Bringing up Bébé. Acredito que suas idéias são relevantes para a discussão, por que o número de crianças francesas diagnosticadas com TDAH, em nada parecem com os números que estamos vendo nos Estados Unidos.
A partir do momento que seus filhos nascem, os pais franceses oferecem um firme cadre – que significa “matriz” ou “estrutura”. Não é permitido, por exemplo, que as crianças tomem um lanche quando quiserem. As refeições são em quatro momentos específicos do dia. Crianças francesas aprendem a esperar pacientemente pelas refeições, em vez de comer salgadinhos, sempre que lhes apetecer. Os bebês franceses também se adequam aos limites estabelecidos pelos pais. Pais franceses deixam seus bebês chorando se não dormirem durante a noite, com a idade de quatro meses.
Os pais franceses, destaca Druckerman, amam seus filhos tanto quanto os pais americanos. Eles os levam às aulas de piano, à prática esportiva, e os incentivam a tirar o máximo de seus talentos. Mas os pais franceses têm uma filosofia diferente de disciplina. Limites aplicados de forma coerente, na visão francesa, fazem as crianças se sentirem seguras e protegidas. Limites claros, eles acreditam, fazem a criança se sentir mais feliz e mais segura, algo que é congruente com a minha própria experiência, como terapeuta e como mãe. Finalmente, os pais franceses acreditam que ouvir a palavra “não” resgata as crianças da “tirania de seus próprios desejos”. E a palmada, quando usada criteriosamente, não é considerada abuso na França.
Como terapeuta que trabalha com as crianças, faz todo o sentido para mim que as crianças francesas não precisem de medicamentos para controlar o seu comportamento, porque aprendem o auto-controle no início de suas vidas. As crianças crescem em famílias em que as regras são bem compreendidas, e a hierarquia familiar é clara e firme. Em famílias francesas, como descreve Druckerman, os pais estão firmemente no comando de seus filhos, enquanto que no estilo de família americana, a situação é muitas vezes o inverso.
Texto original em Psychology Today
Fonte:
https://equilibrando.me/2013/05/16/por-que-as-criancas-francesas-nao-tem-deficit-de-atencao/
Marcadores:
Politicar,
Psi,
Resistência,
Saúde Mental
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Como se acalmar durante um ataque de ansiedade
Como se acalmar durante um ataque de ansiedade
Fonte: Psicologias do Brasil
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/como-se-acalmar-durante-um-ataque-de-ansiedade/#ixzz4I4LhLGCL
Coração acelerado, náuseas, desconforto estomacal e tremores são alguns sintomas de um ataque de ansiedade. Os ataques de ansiedade podem ser assustadores, portanto, é útil saber que você pode limitá-los quando eles ocorrerem. Este artigo listará algumas técnicas que podem ser usadas para você se acalmar.
- Pratique a respiração profunda. Caso esteja sofrendo de um ataque de pânico, é possível que você esteja começando a hiperventilar. Mesmo que não esteja, respirar profundamente pode ajudá-lo a reduzir o estresse e a fornecer oxigênio ao cérebro para aumentar o foco. Tente dar, no mínimo, 8 respiradas profundas por minuto. Demore 4 segundos para inalar, prenda a respiração por 2-3 segundos e demore outros 4 segundos para soltar o ar.
- Se você estiver respirando rápido demais para começar a respirar profundamente, use um saco de papel pardo para desacelerar seu ritmo respiratório. Segure-o sobre sua boca enquanto respira, desacelerando a respiração progressivamente. Desacelere até poder começar seus exercícios de respiração profunda.
- Continue a respirar profundamente por vários minutos até poder notar uma diferença em seu relaxamento muscular e na sua clareza de pensamentos.
- Use diversões cognitivas. Se você estiver no meio de um ataque de ansiedade, distraia sua mente através de diferentes diversões mentais. Por exemplo, conte os números ímpares de 100 a 0, diga o nome de todos os presidentes do Brasil ou declame seu poema (ou canção) predileto. Force-se a fazer uma (ou várias) dessas técnicas até se acalmar um pouco.
- Pratique o relaxamento muscular progressivo. Este é o processo de desacelerar através do corpo e de retesar e relaxar cada grupo muscular. Isso tem duas finalidades: lhe força a se concentrar em algo que não seja seu medo e simultaneamente relaxa seus músculos. Comece com os músculos no rosto e vá descendo até ter relaxado todas as partes do corpo.
- Retese o grupo muscular por dez segundos – em seguida, libere a pressão. Você pode fazer isso com o mesmo grupo muscular diversas vezes. Ainda assim, fazê-lo uma vez deve bastar.
- Grupos musculares grandes que podem ser retesados e relaxados incluem: mandíbula, sua boca (carranca/relaxamento), braços, mãos, estômago, bumbum, coxas, panturrilhas e pés.
- Tente “parar e substituir”. Este é o processo pelo qual você impede seus pensamentos produtores de ansiedade e substitui-os por reflexões que tragam felicidade ou paz. Por exemplo, se você estiver ansioso por conta de uma viagem de avião e não puder parar de pensar no que pode acontecer caso a nave caia, impeça tal pensamento imediatamente e substitua-o ao imaginar como serão suas férias com seus amigos.
- Use imaginação guiada. Pense num lugar em que você se sinta em paz e relaxado: pode ser sua casa, seu ponto de férias predileto ou os braços da pessoa amada. Enquanto pensa nesse lugar, continue adicionando detalhes à cena, de maneira a focar toda a sua mente no campo da imaginação. Sinta-se livre para fazer isso com os olhos fechados ou abertos. Fechar os olhos pode facilitar o processo. Quando sentir que é possível pensar claramente na ansiedade, você pode parar a imaginação guiada.
- Reconheça sua ansiedade. Ainda que deseje reduzir a ansiedade que sente, você não quer ignorá-la. Reconheça que você está com medo. Analise o medo. É um perigo verdadeiro e presente? Provavelmente, você está usando declarações do tipo “e se?” e entrando em pânico com algo que ainda não aconteceu ou que mal pode acontecer. Compreenda que você está sentindo medo, mas que não há nenhum perigo. Retirar o perigo da situação lhe ajudará a relaxar um pouco.
- Escreva seus sentimentos. Se você for suscetível a ataques de pânico, crie um diário para escrever textos que expliquem seus sentimentos. Escreva o que você sente, o que lhe causa medo e por que a ansiedade surgiu. Escrever lhe ajudará a focar seus pensamentos, e reler os textos poderá ajudá-lo a controlar melhor a ansiedade.
- Faça algo. Sentar e ruminar sua ansiedade apenas piorará seu estado e dificultará a superação do pânico. Distraia sua mente e seu corpo ao realizar uma tarefa, ao limpar, ao desenhar, ao ligar para um amigo, enfim, ao fazer qualquer coisa que lhe mantenha ocupado. Preferencialmente, faça algo de que você desfrute como um hobby.
- Use terapia musical. Crie uma playlist com suas músicas preferidas. Elas podem ajudá-lo a relaxar ou a se sentir feliz. Então, se/quando você tiver um ataque de pânico, escute as músicas e se acalme. Use headphones bons, que impeçam a intromissão de barulhos externos, para poder se concentrar apenas na música. Enquanto escuta, foque em diferentes instrumentos, no som e nas letras. Isso o(a) ajudará a parar de pensar em seus medos.
- Faça um pouco de exercício. Fazer com que seu corpo se ative libera endorfinas que são responsáveis pelo aumento da sensação de paz e de felicidade. Vá caminhar ou experimente um pouco de yoga; exercícios leves poderão lhe ajudar a relaxar mais que esportes agressivos ou treinos de resistência.
- Consiga ajuda de um amigo. Se você estiver entrando no mundo da ansiedade e não conseguir sair dele, ligue para um amigo ou membro da família e peça ajuda. Peça para que ele distraia você e analise seu medo para poder superar a sensação de estresse. Se você for suscetível a ataques de ansiedade, ensine aos amigos como eles devem agir durante uma crise sua. Assim, eles o compreenderão e poderão obter ajuda quando preciso.
- Procure um terapeuta. Se você tiver ataques severos de ansiedade por períodos prolongados de tempo, visite um psicólogo local para obter terapia e conselhos. Você pode ter desordem do pânico ou desordem de ansiedade generalizada. Ambos os casos são normais e podem ser tratados por profissionais. Você também pode receber uma receita que indique medicamentos controlados para a ansiedade caso nenhum outro meio de controlar o pânico surta efeito.
Dicas:
- Cante uma canção. Ela o(a) ajuda a respirar melhor e distrai você do terror de um ataque de pânico.
- Se seu ataque de pânico piorar e você começar a vomitar, tome um banho quente com uma camiseta ou uma toalha sobre seu corpo. Isso o(a) fará se sentir confortável. Relaxe e descanse no banho pelo tempo que precisar. Não apresse as coisas após sair. O melhor conselho é dormir após terminar o banho.
- Se você tiver um ataque de pânico tarde da noite, caminhe pelo quarto e respire profundamente.
- Borrife óleo puro de lavanda misturado com água em um lenço. (Mantenha-o disponível no seu bolso) Os óleos na lavanda ajudam a pessoa a relaxar e a se acalmar durante ataques de ansiedade.
- Exercite-se regularmente. Aprenda técnicas de relaxamento que sejam eficientes para reduzir o estresse. Durma por mais tempo – o sono é absolutamente necessário para quem sofre de ansiedade. Você nunca deve abrir mão dele de propósito.
- Tente beber um copo de chá de camomila durante a noite. Evite cafeína, refrigerantes e nicotina – tais produtos são estimulantes.
- Mesmo que isso seja óbvio para algumas pessoas, sempre se lembre de que sua família existe para apoiá-lo, amá-lo e protegê-lo. Não receie em contar seus problemas a eles, mesmo que isso seja embaraçoso.
- Experimente diversas atividades para acalmar sua ansiedade.
Aviso: Se seu ataque de ansiedade durar mais que algumas horas, entre em contato com seu psicólogo ou seu médico para obter ajuda.
TEXTO ORIGINAL DE FÃS DA PSICANÁLISE
Fonte: Psicologias do Brasil
http://www.psicologiasdobrasil.com.br/como-se-acalmar-durante-um-ataque-de-ansiedade/#ixzz4I4LhLGCL
Marcadores:
Corpo,
CRAS,
Medicina caseira,
Saúde,
Saúde Mental
Assinar:
Postagens (Atom)
