Vídeos com situações sobre como os homens devem se posicionar pra ajudar mulheres:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10209280030276399&id=1791501919
o sol no cafofo! Rodo cotidiano, Rabiscos voadores... As anotações mais urgentes e mais tortas pelo tempo! "Eu sempre espero uma coisa nova de mim, eu sou um frisson de espera - algo está sempre vindo de mim ou fora de mim." C.
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sábado, 14 de julho de 2018
quarta-feira, 11 de julho de 2018
Dados sobre violência contra mulheres
"Primeiro, peço encarecidamente desculpas a todas as mulheres que eventualmente vão assistir esses vídeos (que me deixaram envergonhado), mas sinto que devo aproveitar a deixa e falar um pouco do que eu sinto sobre machismo no Brasil.
O Brasil é o quarto país onde mais são cometidos feminicídios por ano, com uma mulher é morta a cada 2 horas - https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/cresce-n-de-mulheres-vitimas-de-homicidio-no-brasil-dados-de-feminicidio-sao-subnotificados.ghtml
O número de estupros é igualmente estarrecedor: uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, ou seja, mais de 5 mulheres são violentadas por hora - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401054
Em 2013 foi feita uma pesquisa onde 26% dos entrevistados, mais de 1 em cada 4, disseram que mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.
A violência contra a mulher está tão enraizada no povo brasileiro que é quase impossível passar um dia sem que eu veja ou saiba de alguma coisa que me deixa absolutamente irado e/ou amedrontado e/ou envergonhado. É um sentimento terrível pois é um ser humano humilhando, violando a integridade física ou tirando a vida um outro ser humano pelo simples fato de se tratar de uma mulher.
Machismo tem que ser exterminado. Esse tipo de coisa não é engraçada. Esse tipo de coisa reforça estereótipos que são as bases do machismo sendo por sua vez a causa das mortes e estupros que vemos todo santo dia. Esse tipo de coisa tem que ser repreendida.
BTW, não seria nada mal se os caras desses videos fossem expostos e punidos, até pq a impunidade estimula esse comportamento vergonhoso."
O Brasil é o quarto país onde mais são cometidos feminicídios por ano, com uma mulher é morta a cada 2 horas - https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/cresce-n-de-mulheres-vitimas-de-homicidio-no-brasil-dados-de-feminicidio-sao-subnotificados.ghtml
O número de estupros é igualmente estarrecedor: uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, ou seja, mais de 5 mulheres são violentadas por hora - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401054
Em 2013 foi feita uma pesquisa onde 26% dos entrevistados, mais de 1 em cada 4, disseram que mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.
A violência contra a mulher está tão enraizada no povo brasileiro que é quase impossível passar um dia sem que eu veja ou saiba de alguma coisa que me deixa absolutamente irado e/ou amedrontado e/ou envergonhado. É um sentimento terrível pois é um ser humano humilhando, violando a integridade física ou tirando a vida um outro ser humano pelo simples fato de se tratar de uma mulher.
Machismo tem que ser exterminado. Esse tipo de coisa não é engraçada. Esse tipo de coisa reforça estereótipos que são as bases do machismo sendo por sua vez a causa das mortes e estupros que vemos todo santo dia. Esse tipo de coisa tem que ser repreendida.
BTW, não seria nada mal se os caras desses videos fossem expostos e punidos, até pq a impunidade estimula esse comportamento vergonhoso."
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
MAMU - Mapa de Coletivo de Mulheres
Site:
http://www.mamu.net.br e achei
Ele mapeia vários coletivos pelo brasil, tanto os com endereço físico quanto os sem endereço físico.
Colocar o seu!
Mil beijos pra todas e fiquem bem <3
http://www.mamu.net.br e achei
Ele mapeia vários coletivos pelo brasil, tanto os com endereço físico quanto os sem endereço físico.
Colocar o seu!
Mil beijos pra todas e fiquem bem <3
quinta-feira, 12 de janeiro de 2017
Feminismo: ninguém é superior
Ninguém é superior a nada e vice - versa.
Ainda não fazemos partenogênese também.
Acho que quando conseguirmos estabelecer narrativas que fujam do gênero como delimitante poderá ele ser usado como mais uma característica da natureza tão diversa em sua infinitude. Nos somarmos nas nossas diferenças para além disso.
E essas ligações entre pessoas serão sempre algo melhor, mais coletivo, mais profundo pra quem se propuser. Relembrar algo tribal em nós (nesse sentido de desfazer o muro da família so nuclear).
Quando tocamos realmente nos seres, em tudo que existe da natureza (não esse concreto que nos isola do chão, se saber como é a terra e o que eu poderia obter dela), sejam eles pessoas, bicho, planta , outras naturezas, não tem nada melhor do que tá junto.
S.
Ainda não fazemos partenogênese também.
Acho que quando conseguirmos estabelecer narrativas que fujam do gênero como delimitante poderá ele ser usado como mais uma característica da natureza tão diversa em sua infinitude. Nos somarmos nas nossas diferenças para além disso.
E essas ligações entre pessoas serão sempre algo melhor, mais coletivo, mais profundo pra quem se propuser. Relembrar algo tribal em nós (nesse sentido de desfazer o muro da família so nuclear).
Quando tocamos realmente nos seres, em tudo que existe da natureza (não esse concreto que nos isola do chão, se saber como é a terra e o que eu poderia obter dela), sejam eles pessoas, bicho, planta , outras naturezas, não tem nada melhor do que tá junto.
S.
terça-feira, 20 de dezembro de 2016
Crianças e adolescentes esposas
Brasil desconhece a realidade de 554 mil garotas de 10 a 17 anos que são esposas
Por Patrícia Zaidan
Nunca tinha ouvido falar em casamento infantil no Brasil até 2013. Fiquei estarrecida. Como podia ser verdade? Supunha que fosse uma realidade da África Subsaariana ou do Sul da Ásia, onde fome ou tradições e ritos se impõem. Quem deu a informação foi a assistente social Neilza Buarque Costa, da ONG Visão Mundial, ao debater o documentário Girl Rising (Richard Robbins), segundo o qual 66 milhões de meninas estão fora da escola, em todo o Planeta, e uma das razões é o matrimônio precoce. Mas eu imaginei: se tem aqui, deve ser uma situação isolada num rincão profundo.
Por dois anos não me saiu da cabeça um caso da Paraíba, que Neilza contou à plateia: um homem queixou-se à sogra, porque sua mulher, de 12 anos, nunca estava em casa quando ele chegava. Passava as tardes brincando de boneca com a filha da vizinha, deixava a roupa sem lavar, a cozinha suja… Comecei a pesquisar. Tive notícias de tantas adolescentes se submetendo a um marido violento, com dois ou três filhos nos braços. E de homens – alguns com mais de 40 anos – que adoram casar com menininhas firmes de carne e a quem eles podem moldar o caráter.
O tema passou a me doer. A reportagem “Noivas Meninas” está nas bancas, na edição de janeiro, de CLAUDIA – um fôlego que juntou o fotógrafo Victor Moriyama, a estagiária Gabriela Abreu e eu. A primeira descoberta: não se trata apenas de casos em um grotão perdido. O casamento infantil ocorre na maior economia brasileira – a cidade de São Paulo -, na região metropolitana de Curitiba, no Tocantins, em Minas, nas capitais do Pará e Maranhão… Difícil descobrir onde não tem. Hoje, 554 mil garotas de 10 a 17 anos são casadas, calcula um estudo do Instituto Promundo, com base no IBGE, publicado em setembro passado. Como a lei considera crime o sexo com menores de 14, mesmo que consensual, a maioria das uniões é informal. Ainda assim, em 2013, Campo Grande casou no cartório o maior número de brasileirinhas. Partimos atrás de uma amostra nacional. O texto começa assim:
“Catingueiras magricelas e peladas, sol forte, uma cabrita, um bode e algumas galinhas são quase tudo que Ivonete Santos da Silva, 14 anos, vê ao longo do dia e por semanas a fio. Mãe de Rayslani, 1 ano, ela dorme cedo. A casa de taipa onde vive, no sítio Lagoa Nova, em Inhapi (AL), a 289 quilômetros da capital, Maceió, não tem lâmpadas nem TV. Ivonete juntou-se aos 12 anos com Sislânio Silvério, 21, seu primo. Deixou a escola sem aprender a unir as letras: “Era aperreio demais, tudo acontecia na hora do almoço, tinha que fazer comida, me arrumar, sair para estudar”. Não se arrepende. “Só quando estou bem estressada, limpando a casa, e a menina acorda chorando, penso: ‘Meu Deus, o que eu fiz?’ ” Ainda assim, considera que está melhor do que no tempo em que vivia na casa materna. “Um dia, saí calada, o povo estava todo lá pra dentro. Fui embora com Sislânio.” Ele trabalha na roça. Quando tem roça. Há cinco anos, o sertão enfrenta uma seca bruta; a terra está tão dura que é impossível plantar. Na única panela, no fogãozinho de barro, há feijão. Ivonete não faz planos, não pronuncia desejos – pelo menos a estranhos que invadem sua rotina -, mas responde como se sente: “Não sei direito. Sou um pouco mulher, pequena demais, meio criança também”. Quando fecha os olhos, do que se lembra? “De mim desenhando pé de maçã, árvore de morango.” Mesmo que morangos amadureçam a não mais que 30 centímetros do chão, era esse seu deleite na sala de aula. Queria ser professora, acha que não dá mais tempo. “Espero que minha filha case bem tarde, só com 17 anos, e não engane a escola para aprender tudo bem direitinho”, diz.
Depois de Inhapi, percorremos Canapi (AL), Colombo (PR), e uma das maiores favelas do país, Heliópolis – não haveria nenhuma dificuldade de encontrar meninas casadas nessa comunidade paulistana. Enquanto Victor fotografava, ali, Thainá Darri, 17 anos, casada desde os 15, dezenas de meninas iam se juntando para saber o que fazíamos. Dei a pauta e elas quiseram saber porque tanta curiosidade sobre algo tão comum. Várias, entre 14 e 16, carregavam um filho.
Thainá é um caso diferente, tem uma consciência política clara, é feminista, está no conselho do meio ambiente da região e é a única das entrevistadas que concluiu o segundo grau. Acabava de receber o resultado do laboratório – positivo para gravidez – e decidiu adiar os planos de fazer uma faculdade. No seu discurso, me chamou a atenção a explicação para seu casamento aos 15: queria privacidade com o namorado e, de certa forma, proteção. “Aqui, as meninas se jogam no funk, bebem e nem sabe quem é o pai do filho delas. O casamento me poupou disso.”
.”

Mãe de Michel Júnior, casada em Canapi desde os 14, Ana Clara dos Santos, 16, fugiu de casa para ficar com seu amado, Jaílson de Oliveira, na época com 16. Duro para ambos é deixar o bebê aos cuidados da mãe de Ana, porque eles não têm condição financeira de criá-lo. A alagoana Jamille Henrique ganhou, aos 14, uma aliança e se viu livre da lida pesada com seus oito irmãos, além do jugo do pai alcoólatra. Embora tenha em Marcelo um parceiro divertido, e com quem gosta “de brincar e de fazer sexo”, seu semblante é triste e sua concepção sobre a vida de mulher, medonha: “Todas apanham. Não acho bom, mas é o que acontece”.

Monique Barbosa, aos 15, parece uma madonna, de Michelangelo, com sua Maria Clara sempre a tiracolo. Essa Pietá de Colombo (PR), queria ser policial, mas desistiu, está fora da escola, cansada dos afazeres domésticos e do ciúme do marido. Na mesma cidade, Joyce Pinheiro, mãe de gêmeas aos 15, teme as estrias e que o marido a troque por uma menina mais magrinha. Ela conta: “Das 20 colegas que estudavam comigo, 16 estão casadas ou são mães solteiras”. Ouvimos vários especialistas para entender o fenômeno.

Saio das reportagens carregando as personagens em mim. Demoro a tirá-las do pensamento. Ivonete, a sertaneja do sítio sem luz, me abraçou longamente quando nos despedimos. Prometi enviar uma revista para alguém ler para ela. E também uma fotografia ampliada. Essa menina-mãe nunca teve uma foto sua. De todas as personagens, foi a que mais interagiu com a câmera. Tem uma força no olhar inexplicável. Encarava as lentes de Victor com muita naturalidade e firmeza. Fico imaginando como Ivonete fará para desamarrar o nó, desbancar seu destino e vencer as agruras todas que enfrenta desde o nascimento. Algo me diz que ela vai conseguir.
Fonte: Pensador Anônimo
http://pensadoranonimo.com.br/brasil-desconhece-a-realidade-de-554-mil-garotas-de-10-a-17-anos-que-sao-esposas/
sexta-feira, 9 de dezembro de 2016
Quando Chegar
Quando você chegar
Autocrítica pra um movimento se manter unido. Autocrítica pra sermos pessoas melhores.
Melhores sim. Não existe pessoa indigna de nos criticar, se reconhecemos uma crítica quando ela é justa.
Ainda que não haja essa elasticidade toda para crítica, quando ela vem de dentro de um grupo que estamos construindo, ela precisa ser ouvida. Mas a imaturidade que compartilhamos hoje nos cega. Vencemos no debate e só queremos que as pessoas debatam segundo um modelo (pauperizado, diga-se de passagem).
NÃO é votar ou não votar. Nao é chapa A ou chapa B. O voto ou a chapa não comporta tudo que ha numa crítica. Quem dirá a autocrítica. Ser propositiva é um aprendizado. Vamos lutar por isso. Somos tão silenciadas. Não precisamos fazer isso entre as próprias mulheres.
Parece que temos que dar graças a deus por alguém estar tomando a frente das coisas ao invés de conseguirmos dividir essa carga. Vejo muita gente querendo construir enquanto outras reclamam se estarem sobrecarregadas.
As pessoas que pensam de forma independente tem sim que se articular e parar de desistir. Ocupar espacos mais potentes ao invés de se calar e partir. Porque é lindo ver organizações que comportam diferenças. Que multiplicam estudos e ações e tem um comportamento muito diferente desse partidarismo super pobre, agressivo e que traz a reflexão sempre de fora. Que reproduz tantas hierarquias e silenciamentos.
Espero que possamos ir juntas.
"É até mesmo um meio de defesa, um troço que ajuda a desenvolver phantasias de grupo, estruturas de desconhecimento, um troço de burocratas; se entrincheirar sempre atrás de alguma coisa que está sempre atrás, sempre em outro lugar, sempre mais importante e nunca ao alcance da intervenção imediata dos interessados; é o princípio da "causa justa”, que serve para te obrigar a engolir todas as mesquinharias, as míseras perversões burocráticas, o prazerzinho que se tem em te impor - “pela boa causa" - caras que te enchem o saco, em forçar tua barra para ações puramente sacrificiais e simbólicas, para as quais ninguém está nem aí, a começar pelas próprias massas."
Somos todos Grupelhos - Guattari
Autocrítica pra um movimento se manter unido. Autocrítica pra sermos pessoas melhores.
Melhores sim. Não existe pessoa indigna de nos criticar, se reconhecemos uma crítica quando ela é justa.
Ainda que não haja essa elasticidade toda para crítica, quando ela vem de dentro de um grupo que estamos construindo, ela precisa ser ouvida. Mas a imaturidade que compartilhamos hoje nos cega. Vencemos no debate e só queremos que as pessoas debatam segundo um modelo (pauperizado, diga-se de passagem).
NÃO é votar ou não votar. Nao é chapa A ou chapa B. O voto ou a chapa não comporta tudo que ha numa crítica. Quem dirá a autocrítica. Ser propositiva é um aprendizado. Vamos lutar por isso. Somos tão silenciadas. Não precisamos fazer isso entre as próprias mulheres.
Parece que temos que dar graças a deus por alguém estar tomando a frente das coisas ao invés de conseguirmos dividir essa carga. Vejo muita gente querendo construir enquanto outras reclamam se estarem sobrecarregadas.
As pessoas que pensam de forma independente tem sim que se articular e parar de desistir. Ocupar espacos mais potentes ao invés de se calar e partir. Porque é lindo ver organizações que comportam diferenças. Que multiplicam estudos e ações e tem um comportamento muito diferente desse partidarismo super pobre, agressivo e que traz a reflexão sempre de fora. Que reproduz tantas hierarquias e silenciamentos.
Espero que possamos ir juntas.
"É até mesmo um meio de defesa, um troço que ajuda a desenvolver phantasias de grupo, estruturas de desconhecimento, um troço de burocratas; se entrincheirar sempre atrás de alguma coisa que está sempre atrás, sempre em outro lugar, sempre mais importante e nunca ao alcance da intervenção imediata dos interessados; é o princípio da "causa justa”, que serve para te obrigar a engolir todas as mesquinharias, as míseras perversões burocráticas, o prazerzinho que se tem em te impor - “pela boa causa" - caras que te enchem o saco, em forçar tua barra para ações puramente sacrificiais e simbólicas, para as quais ninguém está nem aí, a começar pelas próprias massas."
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segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Desculpas feministas
Desculpas feministas
Eu poderia ter aprendido antes. Mas como as pessoas acham que "não são obrigadas a nada", simplesmente você precisa aprender "sozinha" muitas coisas. De fato, ninguém é obrigada a nada. Mas ninguém também é obrigada a tratar mal alguém que deseja aprender. Há uma grande diferença entre: quem não sabe; quem não quer saber; quem sabe e ainda sim se posiciona mal (sendo a favor de certas violências); e quem PRECISA saber (como é o caso de toda mulher em relação ao feminismo).
Vale considerar que há situações em que a pessoa não está em condições de ensinar por estar fragilizada. Essas eu entendo mt bem.
Quando vejo alguém com uma opinião grave e que eu considero absurda eu sempre sondo no papo se a pessoa já se posicionou ou se a fala dela é só um reflexo do quanto ela está por fora. Vejo se ela consegue argumentar. Ainda acho que tem muita gente boa no mundo. Eu conheço algumas. Vale a pena o esforço. Não porque vamos sempre encontrar pessoas querendo saber, mas porque vale muito a pena não correr o risco de tratar mal quem desejar, quem precisar. RS
Não me tornei feminista do dia pra noite e nem acho que esse exercício é solitário. Muito pelo contrário. Você pode aprender num papo, num texto, num dia, e, principalmente, com exemplos. Não gosto de gente radical. Vejo muitos erros em vários movimentos INCLUSIVE NO FEMINISMO. Não existe movimento sem isso. Nem por isso qualquer erro é aceitável. Se hoje me digo feminista é porque percebi que na época em que nos encontramos é impossível não se posicionar quanto a isso. Percebo, todos os dias, que eu nasci pra ser tão livre quanto possível. O feminismo deu lugar a coisas que eu já era.
E que me desculpar nesse processo é sempre libertador também, assim como pedir desculpas.
S.
Eu poderia ter aprendido antes. Mas como as pessoas acham que "não são obrigadas a nada", simplesmente você precisa aprender "sozinha" muitas coisas. De fato, ninguém é obrigada a nada. Mas ninguém também é obrigada a tratar mal alguém que deseja aprender. Há uma grande diferença entre: quem não sabe; quem não quer saber; quem sabe e ainda sim se posiciona mal (sendo a favor de certas violências); e quem PRECISA saber (como é o caso de toda mulher em relação ao feminismo).
Vale considerar que há situações em que a pessoa não está em condições de ensinar por estar fragilizada. Essas eu entendo mt bem.
Quando vejo alguém com uma opinião grave e que eu considero absurda eu sempre sondo no papo se a pessoa já se posicionou ou se a fala dela é só um reflexo do quanto ela está por fora. Vejo se ela consegue argumentar. Ainda acho que tem muita gente boa no mundo. Eu conheço algumas. Vale a pena o esforço. Não porque vamos sempre encontrar pessoas querendo saber, mas porque vale muito a pena não correr o risco de tratar mal quem desejar, quem precisar. RS
Não me tornei feminista do dia pra noite e nem acho que esse exercício é solitário. Muito pelo contrário. Você pode aprender num papo, num texto, num dia, e, principalmente, com exemplos. Não gosto de gente radical. Vejo muitos erros em vários movimentos INCLUSIVE NO FEMINISMO. Não existe movimento sem isso. Nem por isso qualquer erro é aceitável. Se hoje me digo feminista é porque percebi que na época em que nos encontramos é impossível não se posicionar quanto a isso. Percebo, todos os dias, que eu nasci pra ser tão livre quanto possível. O feminismo deu lugar a coisas que eu já era.
E que me desculpar nesse processo é sempre libertador também, assim como pedir desculpas.
S.
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
7 Filmes e Documentários Feministas que estão no Netflix
7 Filmes e Documentários Feministas que estão no Netflix
O feminismo é um movimento político e social que defende a igualdade de gêneros. Apesar de ser um assunto de extrema importância, ainda é muito negligenciado pela sociedade. Por isso, precisamos nos educar sobre o assunto: o que é feminismo, para quê serve, o que procura, por quê existe. Como amantes da sétima arte, decidimos disponibilizar uma listinha com 7 filmes e documentários feministas disponíveis na Netflix para os nossos leitores se informarem enquanto se divertem.
1- She’s Beautiful When She’s Angry (2014)

Este documentário de 2014, recentemente adicionado à rede de streaming, mostra as mulheres revolucionárias dos anos 60 que criaram o movimento feminista.
2- Frida (2002)

Este filme conta a história de Frida Khalo (Salma Hayek), uma das principais artistas do México, e um dos grandes nomes do feminismo.
3- Histórias Cruzadas (2011)

Ambientado no Mississipi em 1962, o filme conta a história de empregadas domésticas negras. A recém-formada jornalista Skeeter decide começar a escrever um livro sobre a história dessas mulheres, negligenciadas por serem negras. Ela começa sua histórias através de duas empregadas, Aibileen (Viola Davis), que já criou diversos filhos de seus patrões mas chora a perda do seu próprio filho, e Minny (Octavia Spencer), cozinheira com temperamento forte que foi mandada embora de seu emprego por não levar desaforo da sua patroa para casa.
4- Thelma & Louise (1991)

Thelma (Geena Davis) e Louise (Susan Saradon) são garçonetes. Cansadas da vida tediosa que vivem, as duas decidem ir pescar e deixar tudo para trás por um final de semana. Porém, elas se metem em confusões e acabam procuradas pela polícia.
5- Preciosa (2009)

Abusada pela mãe e violentada pelo pai, Preciosa (Gabourey Sidibe) vive em um meio extremamente opressor. Ela cresce triste e sem nenhum amor algum. Ela ainda tem um filho com síndrome de Down apelidado de “Mongo”. A menina precisa encontrar em sua imaginação um escape da dura realidade que vive.
Fonte: Pop Cultura
https://popcultura.com.br/2016/05/27/x-filmes-e-documentos-sobre-feminismo-que-estao-na-netflix/
16 filmes para debater os direitos das mulheres
16 filmes para debater os direitos das mulheres
http://educacaointegral.org.br/noticias/16-filmes-para-debater-os-direitos-das-mulheres/
Entre os anos de 2001 e 2011, mais de 50 mil mulheres foram assassinadas de forma violenta no Brasil. Isto quer dizer que a cada 1h30, em média, uma mulher foi morta. O dado alarmante não vem sozinho: em 2013, foram registrados cerca de 52 mil estupros no país, totalizando mais de cem casos por dia.
Apesar de disseminada, a violação de direitos nem sempre é fácil de detectar, já que em geral acontece dentro de casa e é cometida por alguém próximo. Dados daCentral de Atendimento à Mulher, do primeiro semestre de 2014, indicam que em 94% dos casos de violência o autor foi o parceiro, ex ou familiar da vítima.
Ainda que a violência física ou sexual seja a que mais salta aos olhos, ela não é a única. Meninas, garotas e mulheres são também vítimas de violências mais silenciosas como a psicológica, patrimonial ou moral. Além disso, a desigualdade de gênero faz com que as mulheres tenham outros direitos violados como à educação, ao lazer e ao próprio corpo.
O que fazer em caso de violência?
A Central de Atendimento à Mulher, no telefone 180, recebe denúncias e oferece orientação a mulheres vítimas de violência. O serviço é gratuito e funciona 24 horas. Em caso de violência contra crianças e adolescentes, pode-se recorrer também ao Conselho Tutelar.
A Central de Atendimento à Mulher, no telefone 180, recebe denúncias e oferece orientação a mulheres vítimas de violência. O serviço é gratuito e funciona 24 horas. Em caso de violência contra crianças e adolescentes, pode-se recorrer também ao Conselho Tutelar.
É diante deste panorama que anualmente governos e sociedade civil, à convite doCentro pela Liderança de Mulheres no Globo, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, se mobilizam nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. O período – de 25 de novembro até 10 de dezembro – é marcado por atos e debates sobre a violência e desigualdade de gênero. Para apoiar educadores neste debate, o Centro de Referências em Educação Integral preparou uma lista com 16 filmes que retratam diferentes tipos de violência e a mobilização das mulheres para garantir seus direitos.
Escola
Ainda que a violência contra a mulher possa parecer algo distante da sala de aula, não é. Os relatos da Central de Atendimento à Mulher revelam que os filhos também são vítimas. Em 64% dos casos as crianças presenciaram a violência contra a mãe e, em 17%, também sofreram agressões. Além disso, adolescentes e mulheres jovens (de 15 a 24 anos) possuem mais chances de serem vítimas de homicídio.
Paralelamente, a escola é espaço privilegiado para debate de temas latentes da sociedade e para a reflexão sobre postura e comportamento diante do outro. Além disso, educadores cumprem papel fundamental na garantia de direitos de crianças e adolescentes e na promoção dodesenvolvimento integral de cada estudante. Confira a lista preparada pela equipe do Centro de Referências e bom trabalho!
1. Histórias Cruzadas (Tate Taylor, 2011)O filme narra a luta de Eugenia Skeeter Phelan para dar voz às mulheres negras vítimas do forte racismo presente na década de 60 nos Estados Unidos. Moradora de Jackson, uma pequena cidade no estado do Mississipi, a garota, que quer ser jornalista, decide escrever um livro sob a perspectiva das empregadas negras acostumadas a cuidar dos filhos da elite branca, da qual ela mesma faz parte. Skeeter se alia à empregada de sua melhor amiga, Aibileen Clark e, mesmo contrariando a sociedade, juntas seguem em busca de igualdade.
2. Renascimento do Parto (Eduardo Chauvet, 2010)A realidade obstétrica brasileira é retratada neste documentário, que denuncia o alto número de cesáreas realizadas, na maioria das vezes, desnecessariamente. O filme ainda relata casos de mulheres vítimas de violência obstétrica, que tiveram seus direitos e desejos violados durante o procedimento.
3. Persépolis (Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, 2007)
Baseado na autobiografia em quadrinhos de Marjane Satapri, a animação conta a história de uma garota iraniana que emigra para a França para continuar seus estudos e deixar o país que estava então sob o regime do Aiatolá Khomeini. Na Europa, a menina sofre inúmeras dificuldades de adaptação e com o preconceito das pessoas. Contudo, na volta ao Irã, Marjane também não mais se encontra. A dificuldade da garota em se adequar ao que as diferentes sociedades esperam de uma mulher faz com que ela viva em uma espécie de limbo entre as duas culturas.
4.Terra Fria (Niki Caro, 2006)Baseado em um caso real, o filme conta a história de Aimes, uma mulher que abandona o marido que a espancava para procurar um emprego e sustentar sozinha seus dois filhos. Para tanto, ela resolve trabalhar em uma mineradora de ferro no interior do estado de Minnesota, nos EUA. Por ser uma das poucas mulheres que trabalhavam no local, a personagem sofre com os abusos masculinos que vão desde xingamentos até investidas sexuais. Sem respostas para suas reclamações, Aimes decide entrar com uma ação judicial contra a empresa, sendo propositora da primeira ação coletiva por assédio sexual dos Estados Unidos, dando início a uma marco de lutas feministas no país e no mundo.
5. Revolução em Dagenham (Nigel Cole, 2011)A luta das mulheres por melhores condições salariais em um ‘mundo de homens’ é a temática central do filme. As operárias da fábrica da Ford de Dagenham vivenciam uma rotina desgastante de trabalho, atrelada a condições precárias e longas jornadas. O basta vem em 1968 quando são classificadas como não qualificadas. Motivadas por Rita O’Grady, as mulheres passam a reivindicar a igualdade de direitos em relação aos salários e o fim da discriminação sexual. Inicialmente direcionada aos patrões, a manifestação se volta contra o governo em uma luta que foi fundamental para que o parlamento britânico consolidasse o Projeto de Paridade Salarial em 1970.
6. Como se fosse da família (Alice Riff e Luciano Onça, 2013)
Neste documentário, duas trabalhadoras domésticas refletem sobre suas trajetórias de vida e trabalho, servindo desde cedo e até a vida adulta à uma mesma família. As domésticas debatem a recente regulamentação que garante os mesmo direitos dos trabalhadores às domésticas: “minha história seria outra”, afirma uma delas.
Neste documentário, duas trabalhadoras domésticas refletem sobre suas trajetórias de vida e trabalho, servindo desde cedo e até a vida adulta à uma mesma família. As domésticas debatem a recente regulamentação que garante os mesmo direitos dos trabalhadores às domésticas: “minha história seria outra”, afirma uma delas.
7. Que bom te ver viva (Lucia Murat, 1989)
A cineasta Lucia Murat conta a história de mulheres que resistiram à ditadura militar brasileira, lutando pela liberdade. O filme, realizado poucos anos após o fim do regime, mostra também como elas lidam com a transição à democracia, com a memória das violências que sofreram e com os resquícios da ditadura ainda presentes.
A cineasta Lucia Murat conta a história de mulheres que resistiram à ditadura militar brasileira, lutando pela liberdade. O filme, realizado poucos anos após o fim do regime, mostra também como elas lidam com a transição à democracia, com a memória das violências que sofreram e com os resquícios da ditadura ainda presentes.
8. O Silêncio das Inocentes (Ique Gazzola, 2010)
A vida e história de mulheres vítimas de violência doméstica é o foco deste documentário. A obra relata também o caso de violência contra a farmacêutica Maria da Penha, cujo nome batiza a lei que pune com mais rigor os agressores.
A vida e história de mulheres vítimas de violência doméstica é o foco deste documentário. A obra relata também o caso de violência contra a farmacêutica Maria da Penha, cujo nome batiza a lei que pune com mais rigor os agressores.
9. Flor do deserto (Sherry Hormann, 2009)
Aos 13 anos, Waris Dirie fugiu de sua aldeia no interior da Somália para escapar de um casamento arranjado. Enviada à Londres, trabalha como empregada na embaixada da Somália. Quando adulta, vira modelo mas permanece nela uma marca da sua infância: a mutilação genital, uma das maiores agressões – ainda legal em muitos países – às mulheres no mundo.
Aos 13 anos, Waris Dirie fugiu de sua aldeia no interior da Somália para escapar de um casamento arranjado. Enviada à Londres, trabalha como empregada na embaixada da Somália. Quando adulta, vira modelo mas permanece nela uma marca da sua infância: a mutilação genital, uma das maiores agressões – ainda legal em muitos países – às mulheres no mundo.
10. A Informante (Larysa Kondracki, 2010)
Baseado em fatos reais, este filme conta a história de uma policial que é escalada para missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Bósnia. Ao chegar lá, se depara com uma rede de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Sua atuação começa a incomodar os poderosos que encobertam a situação, mas ela não desiste de suas investigações.
Baseado em fatos reais, este filme conta a história de uma policial que é escalada para missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Bósnia. Ao chegar lá, se depara com uma rede de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Sua atuação começa a incomodar os poderosos que encobertam a situação, mas ela não desiste de suas investigações.
11. Virou o jogo – A história de Pintadas (Marcelo Villanova, 2012)
No sertão baiano, na cidade de Pintadas, o machismo era a regra. Diante de um contexto dominado pelos homens e fortemente opressor, as mulheres se organizaram para transformar a realidade local e afirmarem suas identidades e direitos.
No sertão baiano, na cidade de Pintadas, o machismo era a regra. Diante de um contexto dominado pelos homens e fortemente opressor, as mulheres se organizaram para transformar a realidade local e afirmarem suas identidades e direitos.
12. O Sorriso de Mona Lisa ( Mike Newell, 2003)O filme conta a história de um grupo de mulheres brilhantes que estudavam em uma universidade dos anos 50 nos Estados Unidos, mas que, mesmo com os estudos, tinham como horizonte e se tornarem boas e cultas esposas. É aí que entra uma professora de artes: ampliando as possibilidades e referências das meninas, a educadora convida as estudantes a desafiarem essa situação e fazer com que assumam seu protagonismo na sociedade.
13. Preciosa – Uma história de Esperança (Lee Daniels, 2009)
Inspirada pelo romance “Push”, da escritora Sapphire, o filme conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma jovem de 16 anos que sofreu diversos abusos durante sua infância. Ela engravida pela segunda vez – de seu pai – e é suspensa da escola. A diretora, então, consegue uma vaga em uma escola alternativa, onde, com a ajuda de uma educadora que consegue ver para além das marcas da violência que sofreu, ela aprende a ler e escrever e consegue mudar os rumos de sua vida.
Inspirada pelo romance “Push”, da escritora Sapphire, o filme conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma jovem de 16 anos que sofreu diversos abusos durante sua infância. Ela engravida pela segunda vez – de seu pai – e é suspensa da escola. A diretora, então, consegue uma vaga em uma escola alternativa, onde, com a ajuda de uma educadora que consegue ver para além das marcas da violência que sofreu, ela aprende a ler e escrever e consegue mudar os rumos de sua vida.
14. O aborto dos outros (Carla Gallo, 2008)
O documentário brasileiro discute, a partir de depoimentos com meninas, mulheres e especialistas, o tema do aborto – dos previstos em lei e em situações clandestinas. No lugar de condenar a mulher, o filme oferece um olhar sensível para a questão, problematizando, acima de tudo, a criminalização das mulheres que passam pela situação.
15. Acusado (Jonathan Kaplan, 1988)
O filme conta a história de uma jovem que é estuprada por um grupo de homens em um bar nos Estados Unidos. Sem testemunhas, ela denuncia a agressão, mas sofre inúmeros preconceitos e descréditos do sistema judicial do país que a coloca sob suspeita, indicando que suas ações teriam provocado o estupro.
O filme conta a história de uma jovem que é estuprada por um grupo de homens em um bar nos Estados Unidos. Sem testemunhas, ela denuncia a agressão, mas sofre inúmeros preconceitos e descréditos do sistema judicial do país que a coloca sob suspeita, indicando que suas ações teriam provocado o estupro.
16. O sussurro do coração (Hayao Miyazaki, 1995)
Como na maior parte dos filmes do estúdio de animação japonês Ghibli, capitaneado por Hayao Miyazaki, “O sussurro do coração” é protagonizado por uma menina que acredita na sua própria força. Shizuku Tsukishima é uma garota que aos 14 anos decide que quer ser escritora. Disposta a concretizar seu sonho, a jovem larga tudo e começa sua missão pelo mundo da imaginação com disciplina, afinco e sem descanso.
http://educacaointegral.org.br/noticias/16-filmes-para-debater-os-direitos-das-mulheres/
sábado, 28 de novembro de 2015
Feminismo para leigos
Feminismo para leigos:
- Lugar de Mulher
http://www.lugardemulher.com.br
- Feminismo para leigos:
http://www.cartacapital.com.br/blogs/feminismo-pra-que/feminismo-para-leigos-3523.html
Fonte: Carta Capital
- Lugar de Mulher
http://www.lugardemulher.com.br
- Feminismo para leigos:
http://www.cartacapital.com.br/blogs/feminismo-pra-que/feminismo-para-leigos-3523.html
Fonte: Carta Capital
terça-feira, 6 de outubro de 2015
10 Erros dos Homens no Sexo
É o q sempre digo...
Ser solteira podia ter sido mt bom, mas o sexo é muito voltado para os homens! Aí dá aquela preguiça de dar toque porque ning tb quer aprender nada.
http://vulvarevolucao.com/2015/10/05/10-coisas-que-homens-fazem-errado-durante-o-sexo/
Ser solteira podia ter sido mt bom, mas o sexo é muito voltado para os homens! Aí dá aquela preguiça de dar toque porque ning tb quer aprender nada.
http://vulvarevolucao.com/2015/10/05/10-coisas-que-homens-fazem-errado-durante-o-sexo/
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Mulher e nobel, Jesus te ama, Desapega

Fonte: Projeto Medicina
https://www.facebook.com/projetomedicina/photos/a.367003193358887.82141.265302966862244/914656801926854/?type=1&theater

Fonte: perfil Juliana Meirelles
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203207993358963&set=a.2736836718414.92807.1782252533&type=1&theater

Font: x
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Crime sagrado, olhos pra reparar, árvores de ser
Se não pode ver, então repara...

Árvore de dar na gente!

"Esse crime sagrado de ser divergente
Nós o cometeremos sempre!"

Quando grita com ela...

Fonte: Feministas Revolucionárias
https://www.facebook.com/FeministaRevolucionaria/photos/a.1426924547573178.1073741829.1426897154242584/1571126119819686/?type=1&theater
Mulheres sempre fizeram história
38 Fotos inspiradoras do passado mostrando que as mulheres sempre fizeram história
Jéssica Ragazzi
No dia a dia encontramos mulheres realmente inspiradoras, com suas histórias e exemplos – e isso não algo exclusivo de nosso tempo. Essas fotos são de uma época onde as mulheres não possuíam muitos direitos e todos os comportamentos femininos independentes eram reprovados pela sociedade, mas elas continuaram firmes e inspiraram o mundo.
De grandes feitos até pequenas atitudes, essas são algumas das inúmeras mulheres que deixaram suas marcas ou exemplos na história.
1 – Jeanne Manford com seu filho durante a Marcha do Orgulho LGBT. No ano anterior ela teria visto na televisão seu filho sendo agredido sem que a polícia reagisse – 1972
2 – Margaret Hamilton, líder de engenharia de software do Projeto Apollo, ao lado do código que ela escreveu à mão e que foi usado para levar a humanidade à lua – 1969
3 – Uma mulher holandesa se recusa a deixar o marido, soldado alemão, depois de soldados aliados capturá-lo. Ela o seguiu para o cativeiro – 1944
4 – Uma samurai – últimas décadas de 1800
5 – Anna Fisher, uma astronauta americana que ficou conhecida por ser a primeira mãe a ir para o espaço – 1984
6 – Algumas das primeiras mulheres do Corpo da Marinha nos EUA – 1918
7 – Pilotas de caça – 1945
8 – Mulheres usam shorts curtos pela primeira vez em Toronto, no Canadá – 1937
9 – Uma mulher sueca bate um manifestante neo-nazista com sua bolsa. A mulher era uma sobrevivente do campo de concentração – 1985
10 – Maud Wagner, a primeira tatuadora mais conhecida nos Estados Unidos – 1907
11 – Simone Segouin, uma jovem de 18 anos de idade combatente da resistência francesa, durante a libertação de Paris. – 1944
12 – Sarla Thakral se tornou a primeira mulher indiana a ganhar uma licença de piloto aos 21 anos de idade – 1936
13 – Kathrine Switzer foi a primeira mulher a correr na Maratona de Boston, apesar das tentativas do organizador da maratona para detê-la – 1967
14 – Annette Kellerman posando em um maiô. Ela chegou a ser detida por indecência – 1907
15 – Primeira equipe feminina de basquete no Smith College – 1902
16 – Mulheres treinando boxe em um telhado em Los Angeles – 1933
17 – Liga de patins feminino em Nova Iorque – 1950
18 – A ativista pelo voto feminino nos EUA, Annie Lumpkins, na cadeia da cidade de Little Rock – 1961
19 – As primeiras mulheres do Hell’s Angels Motorcycle Club – 1973
20 – Mulheres entregando pesados blocos de gelo – 1918
21 – Komako Kimura, uma proeminente sufragista japonesa em uma marcha em Nova York – 1917
22 – Marina Ginesta, um militante comunista de 17 anos de idade, vigiando Barcelona durante a Guerra Civil Espanhola – 1936
23 – Elspeth Beard, durante sua tentativa de se tornar a primeira mulher inglesa a dar a volta ao mundo de moto – 1980
24 – Sabiha Gökçen, da Turquia, se tornou a primeira mulher piloto de caça – 1937
25 – Da guerrilha filipina, a capitã Nieves Fernandez mostra para um soldado norte-americano como ela matou soldados japoneses durante a ocupação – 1944
26 – Gertrude Ederle, a primeira mulher a cruzar o Canal da Mancha a nado – 1926
27 – Amelia Earhart, a primeira mulher a voar o Oceano Atlântico – 1928
28 – Mulheres afegãs estudantes de medicina – 1962
29 – Um sargento britânico treinando membros do “exército de mães” durante a Batalha da Inglaterra – 1940
30 – Snipers d0 3ª Exército de Choque Soviético – 1945
31 – Leola N. King, a primeira guarda de trânsito dos EUA, em Washington DC – 1918
32 – Erika, húngara de 15 anos que lutou pela liberdade contra a União Soviética – 1956
33 – Enfermeiras norte-americanas chegam à Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial – 1944
34 – Funcionária da Lockheed, fabricante de aviões – 1944
35 – Uma enfermeira da cruz vermelha anota as últimas palavras de um soldado britânico
36 – Ellen O’Neal, uma das primeiras skatistas profissionais – 1976
37 – Marcha a favor dos direitos das mulheres em Detroit, Michigan – 1970
38 – Uma policial feminina cuida de um bebê abandonado, improvisando uma cama em uma gaveta em seu escritório – 1971
Fonte: Tudo Interessante
09/03/2015
http://www.tudointeressante.com.br/2015/03/38-fotos-inspiradoras-do-passado-mostrando-que-as-mulheres-sempre-fizeram-historia.html
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