Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Reflexões. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de março de 2018

Nao concordo nem com o q a imagem diz . Vc pode até perdoar, mas não é obrigado a gostar da pessoa ou conviver. Não é  lado A ou lado B. As coisas se misturam e Vc pode fazer o q quiser tentando não ser injusto com Vc próprio e nem com o outro. 
Outra coisa: qual a função do perdão na sua vida? Na minha é  dizer como quero q as pessoas ajam comigo. Se se desculpar e não mudar de atitude , não desculpo. Ajo como se não existisse e evito o contato.


Fonte:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1967333683527013&id=1488128651447521
Tem gente que se consola pensando que energias superiores farão do mundo um lugar justo. Tem gente que não se revolta porque sabe que é o mundo não é  justo. Ambas as posturas entendem que o mundo não é justo. Rs
1 -
Quando for ao psiquiatra

Amigos, pelo amor de deus, se vcs precisarem ir ao psiquiatra alguma vez na vida de vcs, falem com um psicologo tb, principalmente se forem medicados. Vai funcionar pra situações de emergência e pra ter uma segunda opinião.  Por favor. Ou pelo menos leiam a bula do remédio na net antes d comprar.  ANTES d tomar. Se ainda sim quiser topar aquela viagem... nao vao sozinhos. Tenham pessoas de confianca pra ajudar. Vcs vão evitar problemas maiores. Não existe solução rápida.

Ass: a amiga psicóloga mais uma vez!

Obs.1: posso dizer que todos os âmigos q tenham q foram a UMA consulta saíram com uma receita.  Médico é  Deus pra saber o q q a pessoa tem logo de cara? Psicólogos são inúteis enroladores então?

Obs.2: sei q é difícil achar um psi bom. Mas pra casos de emergência a maioria serve.

Obs.3: Raiva da maioria dos psiquiatras.

Obs.4:
Não sou contra medicamento. Sou contra maus profissionais.



2 -
Quando for ao psiquiatra 2

Já sabemos de mil histórias de pessoas que estavam em sofrimento em seu trabalho e o médico psiquiatra passou um remédio pra "ajudar" a pessoa a lidar com aquela situação.

O remédio ajuda nesses casos?
Que tipo de demanda é essa?
Pra que casos se necessita de medicação?

- Nesse caso, o q tem q mudar pra pessoa sofrer menos?

Ela ou o ambiente de trabalho?

Então,  a pessoa consegue o objetivo dela no trabalho que a faz sofrer menos e vê que não precisa do remédio, pois a chefia dela tomou as devidas providências. Para de tomar o remédio que virou algo que só atrapalhava já q mudou o q realmente tinha q mudar: O QUE LHE CAUSAVA SOFRIMENTO NO TRABALHO,  e não ----> um problema no corpo físico ou na atitude mental da paciente.

- Ação desse remédio, no caso:

O remédio no momento do estresse fazia com que ela conseguisse NÃO SE IMPORTAR com as situações estressantes. Porém, de noite, o efeito colateral é a pessoa não conseguir dormir e "ter pensamentos muito loucos, incômodos". O sono tem uma função restauradora,  que age tb contra o STRESS, muito importante. Não conseguir dormir era um problema real que vinha sendo causado pelo remédio.  Além de remédio ser uma droga, um veneno, que a gente sempre deve evitar usar. Cujos efeitos a longo prazo podem ser pouco conhecidos.

- Qual a função política desse remédio receitado dessa forma?
Adaptar pessoas saudáveis a uma realidade doente. É isso que queremos?

Vejo pessoas tomando remédio pra suportarem o dia a dia ao invés de mudarem o seu dia a dia. Nesse contexto a medicação acaba tb tendo um efeito político d conformação das pessoas. Nem tudo podemos mudar , tem coisas q podemos , então nós nos envenenamos pra suportar ao invés de pensar o que nos acontece? Está certo isso?

O remédio deve ter um efeito saudável e não de amansamento em prol d um sistema político hierárquico q não se discute.

Na escola tem q corrigir a criança e não a escola.
Na faculdade tem q corrigir o aluno e não o professor.
No trabalho tem q corrigir o trabalhador e não a tarefa.

A gente sofre disso tb. De como o sistema funciona. De não ter espaço pra pensar saídas.

Queremos virar ciborgs obedientes?

---> Vejo um estudante universitário receitando remédio pro outro na maior irresponsabilidade. Via Facebook.  VOCÊS SÃO IRRESPONSÁVEIS. E eu sempre me posiciono contra. Só o método de receitar sem nem avaliar a situação ou passar por um médico já está errado.

Quer estudar mas não quer repensar estratégias pra isso. No futuro serão outros problemas. Remédios que mexem com a cabeça podem ter efeitos irreversíveis.


- SEU MÉDICO PÕE  EM ANÁLISE A SUA DEMANDA?
Assim, vamos sendo salvos pelos efeitos colaterais. E não aprendemos quem é  que realmente precisa de medicação. Porque o médico,  coitado, foi um ignorante que acolheu a demanda mais uma vez sem sequer pôr ela em análise com o paciente.

Será que só o chato do psicólogo que deve ter essa atitude de respeito com as pessoas?

- Conclusão:
Se seu médico não sabe analisar a demanda, seja responsável e procure alguém que possa te ajudar com isso. Sendo especialista ou não,  já faz perguntas pra sustentar um debate.
De preferência , procure especialistas da sua confiança.

Remédio é para problemas que dependem de uma intervenção química real devido a descompensação físicas ou transtornos mentais onde outras saídas já foram tentadas e não deu certo. Não é pra conformar você a um sofrimento que você deveria questionar ou pode produzir saídas.

Você não é um ser humano perfeito e nunca vai ser porque não depende só de você. Nossa sociedade está sempre mudando e produzindo novos ideais de pessoas e formas de funcionamento diferentes. Nunca algo servirá igual pra todos. Podemos produzir diversos modelos de agir dentro dessa sociedade ou para além dela (quando temos a mudança de um sistema político por outro).

CALAR SUA DOR E SEU SINTOMA PODE SER ADOECER UNA SOCIEDADE QUE , AO INVÉS DE MUDAR, SE ADAPTA AO SOFRIMENTO.

Somos fortes. Podemos ser mais fortes juntos. Você pode ser um defeito perfeito.

Su
Mestrado
Pena que não seja considerado um trabalho. Pena que nem sempre tenha bolsa. Só sendo privilegiada pra aguentar ficar 1 ano sem bolsa, mesmo depois de ter economizado uma parte de grana enquanto trabalhava.
Qualquer ramo hoje pode sofrer melhoras quando se produz conhecimento a respeito. Embora a minha principal crítica a academia seja a produção de conhecimento desinvestida de práticas e das realidades pelas quais passam o trabalhador/ a trabalhadora. Pois, a maioria, não tem chance, espaço ou incentivo pra debater sua atuação. 

Mas também não me preocupo em provar esse meu ponto de vista pra ninguém. Principalmente pra quem tem outros trabalhos menos privilegiados. Uma estrutura injusta não pode produzir mesmo análises muito justas.

Su
O amadurecimento emocional é o que fica mais pra trás na nossa sociedade muito utilitarista.

Falar dos problemas é uma forma de arranjar saídas. Você entender o que acontece só com você e o q vive se repetindo numa sociedade altamente competitiva (vale mais o quantitativo do q o qualitativo), superficial (vale mais o que parece do que o que é), e machista (homens podem tudo, mulheres têm q se reprimir sexualmente princioalmente), etc ajuda a repensar suas atitudes e as do coletivo que você convive. É uma forma de produzir mais segurança também,  sobretudo no tocante a relacionamentos abusivos.

Compartilhar a sua experiência é até melhor do que apenas opinar sobre o que você acha q o OUTRO deve fazer. Muitas vezes você fala o certo , mas não é o q você faz. É  uma ótima forma do grupo trocar idéia também sem ninguém agredir ou se sentir agredido.


A parte que falta - Jout Jout

Sobre o vídeo veiculado pela Jout Jout sobre A parte que falta".

"Não há partes que faltam.
Não há falta!

_______________________________

Essa semana um vídeo ganhou grande notoriedade nas redes sociais um vídeo da youtuber Jout Jout Prazer sobre o livro A parte que falta do americano Shel Silverstein.
O vídeo está entre os mais vistos da semana com quase 3 milhões de visualização no youtube.
https://www.youtube.com/watch?v=GFuNTV-hi9M

O vídeo tem uma beleza singular e traz em sua linguagem simples uma história que nos pôs a pensar.
No entanto, cabe-nos pensá-lo de outra maneira. Não como simples discordância, mas como forma de ampliar as maneiras de ver a situação.
Partimos do pressuposto de que não há falta, que nada falta ao desejo.
Diferentemente de algumas linhas psicológicas e psicanalíticas que dizem que a falta nos constitui, que somos movidos pela falta.
Ou como diz o vídeo: a vida como uma "grande preencheção e despreencheção de buraquinhos"
Há dois casos:
Uma suposição de que há uma completude e que nesse sentido, a falta precisa preenchida para alcançar essa completude. Nesse sentido, o vídeo é bem oportuno em combater a ideia de completude.
No entanto, o contra-argumento dado é que sempre vai faltar, que sempre viveremos sempre preenchendo, despreenchendo.
Todavia, partimos da ideia de que não há nem ideia de completude, nem falta a nos mover.
Nosso desejo é movido pela produção incessante de realidades.
Nosso inconsciente não é uma região cheia de buraquinhos...
Não há relação desejo-objeto. O desejo a objetos é uma grande ilusão que nos coloca sempre numa posição do negativo, daquele que precisa de algo ou alguém para preencher.
No entanto, vemos à luz de Nietzsche-Guattari-Deleuze de uma outra maneira.
Nosso inconsciente é como uma usina que sempre quer produzir maneiras de existir, independente de falta, de objetos: lidos como ilusão que obstaculariza a expandir nossa potência, por crermos numa dívida inalcançável que sempre nos paralisa com a impressão de: "Falta algo", "Falta alguém"
Visões que sempre nos colocam numa condição de afastamento de nossa potência.
Nossa potência sempre se expande, a não ser que algo busque impedi-la. Algo como a ilusão de falta.
O psicólogo da youtuber a disse que ela tinha "um problema com a falta", no entanto o problema é a FALTA. A produção de ilusão de falta na subjetividade, para que sempre se tenha uma dívida. Como ocorria com os padres e hoje ocorre com os saberes psi.
Nossa subjetividade é constituída pela multiplicidade. Coexistem em nós diversas maneiras de ser.
O que nos move não é a falta e sim o DEVIR.
Não a busca por preencher!
Mas o movimento de sempre tornar-se múltiplo, de expandir nossa potência de existir.
Onde os encontros podem aumentar nossa potência ou reduzi-la. Mas que não PRECISAMOS do OUTRO para nos preencher.
Dessa forma, não vemos a falta como um motor, mas como um impedimento do movimento de nossa potência sempre produzir a multipliSIdade."

Fonte: Esquizografias (Face)
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1818923214793336&id=997150653637267