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sábado, 11 de abril de 2015

O que é depressão?

O que é depressão? Deixe que essa animação de 4 minutos esclareça o assunto


Por 

depressão é sim uma doença e tem afetado cada vez mais pessoas pelo mundo. Tem-se que, atualmente, a depressão afeta mais de 350 milhões de pessoas no mundo inteiro e que de acordo com projeções da Organização Mundial de Saúde, no ano de 2030 a depressão será a mais comum, entre todos os tipos de doenças.
Sendo assim, a Organização Mundial de Saúde (OMS) criou uma animação para mostrar de forma clara o que é a depressão, e como se livrar deste problema. Desta forma as pessoas que nunca sofreram desse mal podem entende-lo melhor.
No vídeo, a depressão é tratada como um grande cão negro e mostra as possíveis consequências dessa doença na vida de uma pessoa. É só clicar no play abaixo e conferir essa esclarecedora e tocante história.



Acredito que todos nós conhecemos ou já ouvimos falar de alguém que sofreu desse mal.
Então se você quer passar essa história adiante, compartilhe com seus amigos e familiares clicando no botão abaixo. Todos nós devemos conhecer um pouco sobre essa doença que tem se tornado tão comum.

Fonte: 
http://awebic.com/pessoas/o-que-e-depressao-animacao-4-minutos-esclarece-assunto/

Justiça para quem?

"Justiça"

terça-feira, 8 de abril de 2014

ECA, ABRIGOS E SUBJETIVIDADES

ENTRE EFEITOS E PRODUÇÕES: ECA, ABRIGOS E SUBJETIVIDADES 



Maria Lívia do Nascimento 
 Universidade Federal Fluminense – UFF - Brasil 
Alessandra Speranza Lacaz 
Universidade Federal do Espírito Santo – UFES - Brasil 
José Rodrigues de Alvarenga Filho 

Universidade Federal Fluminense – UFF - Brasil


"O discurso predominante nas entrevistas nos falava constantemente da permanência de
práticas referentes à lógica de internação nos abrigos. Isto é, apesar de o ECA ter sido
promulgado no ano de 1990, a proposta se encontra distante da realidade dos abrigamentos,
abrindo espaço para pensarmos que o abrigo tem sido um dispositivo tanto protetor quanto
violador dos propalados direitos da criança e do adolescente, já que, apesar de protegê-los de
situações que causam dano, infringe a lei por outros percursos. Alguns pontos importantes
como a separação de grupos de irmãos, o trabalho de reintegração familiar, de convivência
comunitária, entre outros, são difíceis de ser colocados em prática quando outras questões
como a sexualidade, a separação por idade e sexo, a resistência de vizinhos em ter uma casaabrigo
nos arredores de suas moradias e a falta de equipe entram em cena. A lei, portanto, não
deu e não dá conta de mudar a multiplicidade de práticas que se configuram num plano micro
do cotidiano, e, muitas vezes, permanecem ainda arraigadas e atravessadas pelos processos de

trabalho que eram exercidos nos complexos de internação."

"Diferentemente, na sociedade disciplinar o exercício de poder não está localizado nas
mãos de um soberano, mas circula por toda a sociedade. As punições não são mais violências
ou torturas cometidas contra o corpo de um condenado. Como aponta Foucault (2004), na
nova economia punitiva surgida na Europa em meados do século XIX, a punição torna-se,
através da instituição da prisão, uma privação de liberdade. Se alguém comete um crime, não
paga sofrendo um suplício, mas é punido com a pena de ter sua liberdade cerceada através de
seu encarceramento numa prisão."

"No que concerne especificamente ao contexto da América Latina, vivemos o momento
em que um “senso comum punitivo” (BATISTA, 2003) paira sobre nossa sociedade. Por esse
viés, há um clamor público por punição e, ao mesmo tempo, há uma judicialização4 das
relações sociais. É como se a punição se transformasse na nova panaceia que solucionará
todos os problemas da sociedade. Dessa maneira, movimentos de “lei e ordem” ganham, cada
dia, mais força (WACQUANT, 2008).
Nesse sentido, a lógica punitiva que paira sobre nossa sociedade se faz presente,
também, nos abrigos. Os entrevistados expressaram o quanto se sentiam ameaçados pelo
Ministério Público (MP), que age de forma bastante punitiva sobre os técnicos e educadores,
em constante vigilância de suas práticas. Por sua vez esses profissionais, de forma encadeada,
incorporam esta lógica da punição em suas relações com os abrigados e de maneira repressiva
e coercitiva vão, muitas vezes, definindo um cotidiano autoritário e ameaçador no interior dos
abrigos. Um exemplo dessa hierarquia de controle aparece nas falas que narram os episódios
de brigas entre os abrigados. Dizem os entrevistados que pairava uma constante preocupação
com essa questão, já que as brigas podiam produzir marcas, machucados que configuravam
punição imediata do MP à equipe.
Ainda analisando a capilarização da lógica punitiva no interior dos abrigos, é possível
dizer que os educadores se veem sem ferramentas para administrar o cotidiano e, dessa forma,
vão criando maneiras cada vez mais sofisticadas, mais invisíveis de castigar. Por exemplo,
dando preferência a uns e não a outros para certas situações, demorando a fornecer remédios e
material de higiene pessoal (que na maioria das vezes fica sob controle dos educadores), ou
ainda não permitindo visitas da família."

"No entanto, nem todas as entrevistas apontaram situações punitivas dessa ordem.
Foram também apresentados discursos que indicam escapes a um modo único, instituído de
abrigo. Em duas das entrevistas, os profissionais falam da ocorrência de assembleias com
participação das crianças, adolescentes e funcionários nas decisões da casa. Referem o uso de
tal dispositivo como um espaço democrático de conversas e discussões que determinavam o
funcionamento da casa, mostrando a possibilidade de se criar estratégias que escapem à lógica
de controle e punição.

Mas é uma experiência assim muito boa quando você começa a construir um espaço
onde dá direito de voz a todos e não só a um grupo, só às educadoras ou só à equipe
técnica, mas quando você tenta fazer com que esse espaço seja todo tempo avaliado
por todos os atores que estão ali dentro. É o ator que está ali dentro, não são só os
educadores e os meninos, mas é o vizinho, é a escola, são os voluntários, quer dizer,
cada pessoa que está envolvida direta ou indiretamente com aquele espaço, com
aquele abrigo. (...) Consegue ver ou fazer com que a criança passe aquele período no
abrigo da forma mais digna possível: dando direito de voz a ela. E o direito à voz é o
direito de querer ficar e de não querer ficar também, de querer sair do abrigo. Então,
eu sempre falei com as crianças e com os educadores que isso aqui não é uma
prisão, aqui é um espaço de acolhimento, onde o menino tem que estar aqui porque
ele gosta. Porque na hora de ir para escola, ele vai para escola sozinho. Ele tem que
ir para escola e tem que voltar para o abrigo (fala de um entrevistado).

Um segundo ponto de análise, que não se descola da lógica de controle mais
sofisticado anteriormente discutido, mas, ao contrário, faz parte dela, diz respeito justamente à
medicalização e à psiquiatrização das crianças e adolescentes abrigados. Em uma das
entrevistas, a psicóloga diz que todas as adolescentes abrigadas estavam sendo medicadas e
acompanhadas por psiquiatras. Todas tinham diagnósticos de transtornos.

Era tanta medicação, tanta medicação que os educadores tinham que dar, que eles
começaram a se perder. Era tanta menina, tanto remédio, que a gente bolou um
quadro, esquemático, “fulana, tal hora, tal remédio”, pra elas conseguirem visualizar
e não perder a hora do remédio dela, de tanto remédio que era (fala de um
entrevistado).

Eu comecei a perceber, nos meus últimos períodos de abrigo, que muitas meninas
estavam sendo encaminhadas para serviço de saúde mental. (...) E, elas começaram a
entrar nesse rótulo de paciente psiquiátrico. Eram muitas, por conta das brigas que
rolavam lá dentro, elas agressivas, era surto, eu lembro dos prontuários de lá...(...)
todas surtavam todos os dias lá, todo dia uma surtava, e era pegar lençol e amarrar."

"Narrativas como essas estiveram muito presentes nas falas dos entrevistados e
chamaram a atenção pela proximidade com o discurso da falta de controle e domínio que os
educadores e técnicos sentem diante de situações cotidianas como as de expressão da
sexualidade (namoro, sexo, gravidez), agressões entre os abrigados, evasões, insubordinações
e desobediências. Se as formas de controle têm se tornado mais sutis, como afirma Deleuze
(1992), no espaço dos abrigos a medicalização tem sido um dispositivo dos mais eficazes
nessa direção.


"A medicalização não é um processo presente somente nos abrigos. Faz parte de um
movimento historicamente construído na relação entre a medicina e a sociedade. Ao longo da
modernidade, o saber médico foi se capilarizando pelas práticas cotidianas, criando
dispositivos de higiene e prevenção cada vez mais presentes em nossas vidas. Hoje a
medicalização pode ser entendida como um desses dispositivos, usado como técnicas de
aprisionamento dos corpos, controlando-os de formas cada vez mais sofisticadas, como é o
caso do uso de fármacos.

É um aprisionamento de qualquer maneira, sai do perfil do abrigado e entra no perfil
do paciente psiquiátrico, não consegue sair disso... (fala de um entrevistado).
Nessa dela brigar muito, começaram as internações, por ela ser muito violenta. Ela
começou a ser levada para o D. Pedro II. Na primeira internação já virou paciente
psiquiátrica, passou a tomar remédio controlado, e tudo que ela fazia era motivo
para ser levada para o Pedro II. Ela começou então com uma história de internação.
Foi a fase que ela ficou mais calma, mas que acabou com ela, porque ela tinha esses
momentos de agressão mas era também muito criativa, muito engraçada. E isso foi
derrubando ela. Eu a vi outro dia na rua, ela estava cronificada (fala de um
entrevistado).

O terceiro ponto de discussão proposto pela análise das entrevistas diz respeito à
produção de corpos tutelados nos abrigos, isto é, à construção ou não de um trabalho que vise
à autonomia dos abrigados, especialmente dos adolescentes. Sabemos que, apesar do ECA
colocar o abrigo como provisório, muitas crianças e adolescentes ficam até os 18 anos.
Quando saem, se deparam com a situação de não terem onde ficar e não estarem preparados
para o trabalho, isso porque, no tempo em que ficaram abrigados, foram excessivamente
tutelados e aprisionados num modelo que os define como não qualificados para gerir suas
próprias vidas. Em muitos dos relatos, roupas, materiais de higiene que contivessem álcool,
brinquedos e até presentes ficavam sob a guarda dos educadores, tirando a liberdade e a
autonomia das crianças e jovens para cuidar de seus objetos e fazer escolhas. Ir sozinho para a
escola, namorar, escolher uma profissão, comer em horários diferentes dos outros, negociar
isso de alguma forma, muitas vezes parece um problema para os coordenadores e educadores
dos abrigos, tornando ainda mais complicada e tensa a convivência.

Elas iam para escola acompanhadas, na Kombi. Nós enchíamos a Kombi e ia a
galera toda, o que era um sofrimento para elas, elas pediam muito para o motorista
parar antes da entrada da escola. Elas odiavam aquela Kombi (fala de um
entrevistado).
Tudo elas faziam acompanhadas, nunca saíam sozinhas. Só as que estavam no
abrigo há muito tempo que às vezes iam ao mercado ou pediam para ir a algum lugar. 
Elas adoravam, pediam para ter algo para fazer na rua, mas a regra do abrigo
era sempre sair acompanhada, em eventos, tudo... (fala de um entrevistado)."

"Como vimos na fala de um entrevistado referindo-se as
crianças abrigadas: “tudo elas faziam acompanhadas, nunca saíam sozinhas”. Nesse caso,
apesar de as crianças gostarem e pedirem para sair sozinhas, as regras instituídas no abrigo
impediam as mesmas de experimentar a liberdade e autonomia de andarem sozinhas pelas
ruas e escolherem, também, por onde andar."

Su: Sou obrigada a comentar q é arriscado. As relações de proximidade não se estabelecem como em uma família. Há crianças que se envolvem com o tráfico ou evadem. Como dar conta de todos esses casos?

"Por outro lado, os modos pelos quais os abrigos funcionam tem relação direta tanto
com a dinâmica de forças que atravessavam nossa sociedade no momento da construção do
ECA, impondo determinados contornos à sua elaboração, quanto com a maneira pela qual
suas determinações legais são exercidas diariamente. Colocar em análise o funcionamento dos
abrigos significa, também, problematizar a sociedade na qual os mesmos emergem."

"Parece-nos que o melhor modo de pensar essa questão é entender que existe uma
construção subjetiva instituída, que torna os abrigos como locais de tristeza, de desafeto, de
abandono, de vidas fracassadas. Ao nos perguntarmos sobre essa subjetividade hegemônica,
que implanta a crença em destinos pré-construídos para os abrigados, não podemos deixar de comentar sobre a construção histórica do que é entendido como “cuidado correto de crianças”.

Com a ascensão do modelo burguês de família, esta se tornou o lugar obrigatório, eficaz e
desejado de “proteção à infância”. É somente nela que a boa criação pode ocorrer. É somente
no seio desse “ninho de amor e cuidado” que o sujeito pode se desenvolver adequadamente.
Mas se nos pautamos em uma análise histórica, nada disso nos parece evidente e natural.
Podemos, pois, enunciar que a proteção, a família, o bom desenvolvimento infantil são
construções sociais surgidas no Estado moderno, no século XVIII, com as novas
configurações da família burguesa e a implantação da ordem jurídica, sobretudo no que diz
respeito às determinações legais sobre a guarda de crianças."


Fonte:
online.unisc.br/seer/index.php/barbaroi/article/download/1521/1315

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Que mais forte do q a provocação seja o amor.

A provocação exige um vencedor. Em uma equipe, quando um só vence, todos perdem. A rede perde um ponto! Cai o peixe... desenganos, boatos, atritos, pré-julgamentos e estamos todos torcendo pelo perdido!

A rede não tem q existir pra vc acreditar nela. Vc tem q crer nela pra ela existir! É fazê-la sempre q puder... até q se torne coletiva e ecoe!

Amor... Aonde quer q tu esteja (porque eu t esqueço! E até não te acho!), espero q esteja ouvindo isso! Pq tu nunca é fácil? Pq tu nunca é fácil!!!

Daqui vejo como tudo endurece (em mim tb). E que durezas que precisam ser (em mim tb). Mas que saibamos diferenciar dureza e flexibilidade porque não é possível que uma atitude padrão contemple sempre!
Olha q curioso: o próprio movimento da dureza à flexibilidade faz preponderar a flexibilidade!! Mas o fluxo é o q importa. Ser o mesmo é fácil!
Difícil é:

- curvar-se: com a brisa
- resistir: ao furacão...

Mesmo a lágrima q não cair será uma dose dessa tempestade!

Que o conceito de amor não seja algo restrito ao romântico, privilégio de casais. Ou que não seja a obviedade do afago. Não é toda cabeça que recebe mão ou a sua mão que tem q estar a disposição, ao invés da cabeça!!

Tem afago pior q TAPA!
Não existe afago em si! Tem q fazer sentido!

Tratar com AFETO não é acariciar necessariamente! Mas eu entendo o engano quando me respondem segundo o entendimento do afeto como carícia. Explicar-se é quase impossível... tão romântico q éramos, tão duro que ficamos! Ou teimosos q somos!

Amar é tb é se distanciar, falar o q é preciso, às vezes silenciar, outras criticar, amar d longe pode ser aprender com o outro e não fazer tudo q vc quiser sozinho.

O amor não é padrão, nem pode ser.

O que não vale é olhar para o outro, tão novo, como se ele já estivesse arruinado (mote e fato de todas essas letras d hj!).

Ou eu penso em tudo isso, ou eu morro disso tudo q não pensei.
Fácil falar, difícil lembrar, praticar... Criar um corpo para tanto!
O q ainda me arrepia é esperança.

domingo, 2 de março de 2014

Brasil descendo a ladeira

"quem desce do morro não morre no asfalto, lá vem o
brasil descendo a ladeira
na bola, no samba, na sola do salto, lá vem o brasil
descendo a ladeira
na sua escola é a passista primeira, lá vem o brasil
descendo ladeira
no equilíbrio da lata não é de brincadeira, lá vem o
brasil descendo a ladeira
e toda cidade q andava quieta, naquela madrugada
acordou mais cedo
arriscando um verso gritou o poeta, respondeu o povo
num samba sem medo
enquanto a mulata em pleno movimento, com tanta
cadência descia a ladeira
a todos mostrava naquele momento a força que tem a
mulher brasileira"

Felicidades, tristezas, contradições, superações do nosso tempo....

sábado, 1 de março de 2014

O maior dos Paradoxos políticos

O maior paradoxo político existente:
"...é mais fácil enganar as pessoas do que convencê-las de que elas foram enganadas."

Mark Twain

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Por que diria "classe dominante"

Sobre Foucault....

"Assim, o poder não deve ser conhecido como algo detido por uma classe (os dominantes) que o teria conquistado, alijando definitivamente a participação e a atuação dos dominados; ao contrário, as relações de poder presumem um enfrentamento perpétuo. Desta maneira, o funcionamento do poder é melhor compreendido através da idéia de que se exerce por meio de estratégias e que seus efeitos não são imputáveis a uma apropriação mas a manobras táticas e técnicas"

Essa prerrogativa tb é boa no sentido de pensar as táticas!!!
Mas pra efeitos de didática, rola umas preponderâncias de uma classe abastada! rs

Fonte: PODER E PUNIÇÃO EM MICHEL FOUCAULT
http://www.mpce.mp.br/esmp/biblioteca/monografias/filosofia.moderna.do.direito/poder.e.punicao.em.michel.foucalt[2007].pdf

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

O Homem capitalista

O Homem capitalista


Politiicando os quadrinhos...



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Perfil face Tiago
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=401004463287320&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater




https://www.facebook.com/photo.php?fbid=300767859977648&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater

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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=300767859977648&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater




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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=284074544980313&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater




https://www.facebook.com/photo.php?fbid=234201083300993&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater


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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=135185876535848&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater




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https://www.facebook.com/photo.php?fbid=135186113202491&set=a.135185873202515.42607.100001333099518&type=3&theater

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Armadilha do Ego!

 "A noção de que você é superior é a maior indicação de que você está em uma armadilha egóica. (...) você começará a menosprezar aqueles que não estão seguindo o seu “caminho espiritual certo”. Superioridade, julgamento e condenação. Essas são armadilhas do ego."

O q é bom pra vc é pra vc. Deixa o outro viver.

Existir junto e multiplicar.


_________________________________________


"Para refletir!! Se você acha que é mais “espiritual” andar de bicicleta ou usar transporte público para se locomover, tudo bem, mas se você julgar qualquer outra pessoa que dirige um carro, então você está preso em uma armadilha do ego. Se você acha que é mais “espiritual” não ver televisão porque mexe com o seu cérebro, tudo bem, mas se julgar aqueles que ainda assistem, então você está preso em uma armadilha do ego. Se você acha que é mais “espiritual” evitar saber de fofocas ou noticias da mídia , mas se encontra julgando aqueles que leem essas coisas, então você está preso em uma armadilha do ego. Se você acha que é mais “espiritual” fazer Yoga, se tornar vegano, comprar só comidas orgânicas, comprar cristais, praticar reiki, meditar, usar roupas “hippies”, visitar templos e ler livros sobre iluminação espiritual, mas julgar qualquer pessoa que não faça isso, então você está preso em uma armadilha do ego. Sempre esteja consciente ao se sentir superior. A noção de que você é superior é a maior indicação de que você está em uma armadilha egóica. O ego adora entrar pela porta de trás. Ele vai pegar uma ideia nobre, como começar yoga e, então, distorce-la para servir o seu objetivo ao fazer você se sentir superior aos outros; você começará a menosprezar aqueles que não estão seguindo o seu “caminho espiritual certo”. Superioridade, julgamento e condenação. Essas são armadilhas do ego." ✦# Mooji

Fonte: (Face) Andre Meyer
https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10152037838883393&set=p.10152037838883393&type=1&theater

domingo, 9 de fevereiro de 2014

The Birth Project








The Birth Project



These paintings are life-size, depicting the power and impact birth has.
Photo credit: Chaloux Photography





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"Curiosity far greater than the fear
It felt so simple, so prodigious at the same time
Incredible things are happening in the world
Magical things are happening in the world'
(Stereolab) 60"x48""


[Su: Linda representação do casal:] 

 


From the first installation of 'The Birth Project' 2008
this piece is sold
 



 
 
'Under the moon, in the great, black night
With no lodestar in sight.

And wait for it, there are only two of us now
This great, black night scooped out (and the fire glow)
Listen,
The darkness rings, listen
The darkness, the darkness rings
Take off your things and listen
The darkness rings'
(S Harmer)

41"x57" (approx 3.5 x 5 feet)


 

From the first installation of 'The Birth Project' in 2008
this piece is sold

 




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Ring the bells that still can ring,
Forget your perfect offering,
There is a crack in everything
That's how the light gets in'
(L. Cohen) 32"x53"
  

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'And you took to me like a gull takes to the wind'
(Shins) 54"x36"
this piece is sold





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You've got roots, cannot be torn from under
Won't you shake it like you've never done before'
(F. Ford/Be Good Tanyas)
36"x72"
this piece is sold.



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'She is a new creation, the old has gone and the new has come' 50"x72"


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'Living in the Body: Milk and Honey'
49x71"



 

 
Three little birds were on my doorstep
singing sweet songs, a melody pure and true,
this is my message to you...'
(B. Marley)

82"x59"



 


'It's a Human Thing (it's a girl?? it's a girl!!) 48"x36"
(Be Good Tanyas)
this piece is sold



 


'The Delivery' (oh, my baby! oh! my baby!)
36"x48"
this piece is sold


 


Pre-Birth Project- but the piece that began it all (and sold immediately)
'All around me voices are ringing' 2007
this piece is sold














How we rise when we’re born
like the ravens in the corn
on their wings, on our knees
crawling careless from the sea
God, give us love in the time that we have
God, every road takes us farther from home
(Sam Beam)
48x60
 
 
 
 
'Oh you crawled out of the sea,
Straight into my arms,
Straight into my arms' (Laura Marling)

Brand new- not dry yet- unnamed painting!
 
 
 
 
 

'Time was running fast
While we were walking so slow
As I watched us grow and grow' (Patrick Watson)
33x52 inches
— com Andrea Navarro Bernal e yo.
 
 
 
 

'Still water, laying over
Still water, lay my body down over' (Daniel Lanois)
36x48
2013
— com Marcia Kuehnen.
 
 
 
 
 

'Our mouths are filled with laughter,
Our tongues with songs of joy'
Ps. 126:2
36" x 48" (3 feet x 4 feet)
— ‎
 
 
 
 
'And you opened like a flower in the heat
Your beauty on my eyes like a masterpiece
Never has skin tasted so sweet.

And you said, 'oh, I didn't know that we could go so many kisses deep'
We were face to face and lips to lips and cheek to cheek
And you said, 'oh, I didn't know we could go so many kisses deep'
(A. Cohen)
36"x24" (3feet x 2 feet)
 
 
 
 

'All you need is love,
Love is all you need'
(Lennon/McCartney)
42"x 54" (4.5 feet x 3.5 feet)
 
 
 
 
 
'There is a light in you
I have fallen into
There is a light in you
I have fallen into, fallen in too
Stop, listen, feel
Stop, listen, feel
Stop, listen, feel
Believe, believe'
(Great Lake Swimmers)

39"x32" (approx 3feet x 2.5feet)
 
 
 
 

'These are the days of miracle and wonder'
(P. Simon)

30"x48" (2.5 feet x 4 feet)
SOLD
Fonte: The Birth Project
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.123254151126212.21708.121956404589320&type=1
 
 
 

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Ladrão e Chaves



https://www.facebook.com/photo.php?fbid=688273197860409&set=gm.455966387864088&type=1&theater

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Racionais MCs - Pobre, preso, morto é cultural!

Negro drama entre o sucesso e a lama 
Dinheiro, problemas, inveja, luxo, fama 
Negro drama, cabelo crespo e a pele escura 
A ferida, a chaga, à procura da cura 
Negro drama, tenta ver e não vê nada 
A não ser uma estrela, longe meio ofuscada 
Sente o drama, o preço a cobrança 
Do amor, do ódio e da insana vingança 
Negro drama, eu sei quem trama e quem tá comigo 
O trauma que eu carrego pra não ser um preto fudido 
O drama da cadeia e favela, túmulo, sangue, sirenes, choros e velas 
Passageiro do brasil, São Paulo agonia 
Que sobrevive em meio às honras e covardias 
Periferias, vielas, cortiços 
Você deve tá pensando o que você tem haver comm isso 
Vejo o início, por ouro e prata 
Olha quem morre então, veja você quem mata 
Recebe o mérito, a farda quem pratica o mal 
Me ver pobre, preso ou morto já é cultural 
Histórias, registros e escritos 
Não é conto nem fábula, lenda ou mito 
Não foi sempre dito que preto não tem vez, irmão 
Olha o castelo, então foi você quem fez cuzão 
Eu sou irmão dos meus truta de batalha 
Eu era carne, agora sou a prápria navalha 
Tim tim um brinde pra mim 
Sou exemplo de vitórias, trajetos e glórias 
O dinheiro tira um homem da miséria 
Más não pode arrancar de dentro dele a favela 
São poucos que entram em campo pra vencer 
A alma guarda o que a mente tenta esquecer 
Olho pra trás e vejo a estrada que eu trilhei mocota 
Quem teve lado a lado e quem só ficou na bota 
Entre as frases, fases e várias etapas 
Do quem é quem, dos mano e das mina fraca 
Negro drama de estilo 
Pra ser se for, tem que ser sem temer a milho 
Entre o gatilho e a tempestade 
Sempre a provar que sou homem e não um covarde 
Que Deus me guarde porque sei que Ele não é neutro 
Vigia os rico más ama os que vem do gueto 
Eu visto preto por dentro e por fora 
Guerreiro, poeta, entre o tempo e a memória, ora 
Nessa estória, vejo doláres e vários quilates 
Falo pro mano que não morra e também não mate 
O tic tac não espera veja o ponteiro 
Essa estrada é venenosa e cheia de morteiro 
Pesadelo, hum, é um elogio 
Pra quem vive na guerra apaz nunca existiu 
No clima quente, a minha gente sua frio 
Vi um pretinho, seu caderno era um fuzil. 
Negro drama. 
Crime, futebol, música, caralho, eu também não consegui fugir disso aí, eu sou mais um. 
Forrest Gump é mato, prefiro contar uma história real, vou contar a minha: 
Daria um filme, uma negra e uma criança nos braços 
Solitária na floresta de concreto e aço 
Veja, olha outra vez um rosto na multidão 
A multidão é um monstro sem rosto e coração 
Ei São Paulo terra de arranha-céu 
A garoa rasga a cara é a torre de babel 
Família brasileira dois contra o mundo 
Mãe solteira de um promissor vagabundo 
Luz, câmera e ação, gravando a cena vai 
Um bastardo, mais um filho pardo sem pai 
Ei senhor de engenho eu sei bem quem você é 
Sozin cê não guenta, sozin cê não guenta 
Véi,Cê disse que era bom e as favela ouviu 
Whisky, red bull, tênis nike, fuzil 
Admito seus carro é bonito, eu não sei fazer 
Internet, video cassete, uns carro louco 
Atrasado eu tô um pouco, só que pô que eu acho 
Seu jogo é sujo e eu não me encaixo 
Eu sou problema de montão de carnaval a carnaval 
Eu vim da selva sou leão sou demais pro seu quintal 
Problema com escola eu tenho mil, mil fita 
Inacreditável más seu filho me imita 
No meio de vocês ele é o mais esperto 
Ginga e fala gíria, gíria não, dialeto 
Esse né mais seu ó, fiu, subiu 
Entrei pelo seu rádio, tomei cê nem viu 
Nós é isso ou aquilo, quê cê não dizia 
Seu filho quer ser preto, há que ironia 
Cola o poster do Tupac aí que tal que cê diz 
Sente o negro drama vai tenta ser feliz 
Ei bacana quem te fez tão bom assim 
O quê cê deu, o quê cê faz, o quê cê fez por mim 
Eu recebi seu tique, quer dizer quite 
De esgoto a céu aberto, e parede madeirite 
De vergonha eu não morri, tô firmão eis-me aqui 
Cê não, cê não passa quando o mar vermelho abrir 
Sou o mano, homem duro do gueto, Brown obá 
Aquele louco que não pode errar 
Aquele que você odeia mais nesse instante 
Pele parda e ouço funk, 
E de onde vem os diamante? 
Da lama. Valeu mãe. Negro Drama. 
Aí, na época dos barraco de pau lá na pedreira, onde cês tavam, 
quê que cês deram por mim, que cês fizeram por mim, agora tá de 
olho no dinheiro 
que eu ganho, no carro que eu dirigo, demorou eu quero é mais eu 
quero até a sua alma. Aí o rap fez eu ser o que eu sou, Ice Blue, 
Edy Rock e KLJ, e toda a família a geração que faz o rap, a 
geração que revolucionou, a geração que vai revolucionar, anos 
noventa século 21 é desse jeito. 
Aí você sai do gueto mais o gueto nunca sai de você, morô irmão, 
você tá dirigindo o carro, o mundo todo tá de olho em você, sabe porquê? 
Pela sua origem morô irmão, é desse jeito que você vive é o negro drama . 
Eu não li, eu não assisti, eu vivo o negro drama, eu sou o negro drama, 
eu sou o fruto do negro drama. Aí Dona Ana, a sra é uma rainha, rainha. 
Más aí, se tiver que voltar pra favela, eu vou voltar de cabeça erguida, 
porque assim que é, renascendo das cinzas, firme e forte, guerreiro de fé. 
Vagabundo nada. 










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