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quinta-feira, 28 de maio de 2015

Simulado ENEM, diferença de Resenha para Resumo

Concursos

Simulado ENEM


Fonte: Catraca Livre
https://catracalivre.com.br/geral/web-educacao/indicacao/site-oferece-simulado-online-gratuito-do-enem-2/




Fonte: Uniasselvi
https://www.facebook.com/uniasselvi/photos/a.353146724779769.84745.352745011486607/823903584370745/?type=1&theater

sábado, 17 de janeiro de 2015

Doutor é quem fez Doutorado

Doutor é quem fez Doutorado


Doutor é quem fez Doutorado

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor.
A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I.
Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo “docentes” e “profissionais” venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos.
Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever.
Pois bem!
Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia “baixado um alvará” pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma “lógica” das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: “o senhor é Advogado; pra quê fazer Doutorado de novo, professor?”).
1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca!
2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet.
3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final!
4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há “alvará” como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais).
A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.
Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.
Agora o ato é um “decreto”. E o “culpado” é Dom Pedro I (IV em Portugal).
Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.
Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!
A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: “Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes”.
Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.
Senhores.
Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.
A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.
Falo com sossego.
Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.
Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.
Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.
Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.
E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.
Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto.
Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial.
Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.
Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.
____________________________
Texto escrito por Marco Antônio Ribeiro Tura, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil

Fonte: Pós-graduando.com
http://posgraduando.com/blog/doutor-e-quem-fez-doutorado

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Lendo e Aprendendo: e-mail, reação a estupro, Palestina x Israel, sol,

- Criptografar e-mails!



| Criptografia Por E-Mail |

O pessoal do Centro de Mídia Independente (CMI-Rio) colaborou com a tradução de um guia detalhado para ensinar criptografia, uma das principais e mais básicas habilidades contra vigilância nas redes.

Usando Windows, Mac ou softwares de licença livre, saiba como proteger sua privacidade de sistemas de vigilância em massa com "as mesmas ferramentas que Edward Snowden us...ou para compartilhar seus famosos segredos sobre a NSA".

Vale ler, seguir e compartilhar!

https://emailselfdefense.fsf.org/pt-br/index.html


Fonte: Pública-Agência De Jornalismo Investigativo
https://www.facebook.com/agenciapublica/photos/a.299169706776717.88660.228301373863551/930664320293916/?type=1&theater 



- Menina corta pênis de estuprador

A missão vai ser cumprida!!!!
http://bit.ly/1tTrzeQ - Uma adolescente indiana cortou o pênis de um homem que tentava a estuprar pela segunda vez. O homem, que é o tio da menina, está foragido e é procurado pelos detetives do caso, que elogiaram a coragem da moça.

Delegado não vai abrir investigação contra a garota.



Fonte:
https://www.facebook.com/YahooNoticias/photos/a.371465532877171.88256.169590426398017/820495811307472/?type=1&theater




- Palestina e Israel com o passar dos anos!






- Sol


"Simples filho, não há combustão no sol. O sol não é uma bola de fogo, é o resultado de fusões nucleares, uma pressão elevadíssima para fazer átomos de hidrogênio virarem hélio super aquecido a mais ou menos 1 milhão de ºC"

Sempre tem alguém inteligente nos comentários! Eu não ia conseguir voltar a dormir sem saber essa! rs (Tem q conferir a info, mas faz sentido!!! )

É mt fogo!! rs



Fonte: Jornal Ciência
https://www.facebook.com/226260414096732/photos/a.399606480095457.89891.226260414096732/739886786067423/?type=1&theater




- Mulher encontra etiqueta pedindo socorro!

Tem q ir á polícia e não na loja, caramba!!!

Alguém conhece um site que rastreie lojas no Brasil que usam tecido fruto de mão de obra escrava?


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Jovem encontra pedido de ajuda cosido num vestido da Primark


Jovem encontra pedido de ajuda cosido num vestido da Primark


Uma mulher britânica não quis acreditar no que encontrou dentro de um vestido que tinha acabado de comprar numa das lojas da famosa marca Primark. Junta da etiqueta da roupa, vinha uma simples mensagem: ‘Force to work exhausting hours’ (Forçado a trabalhar muitas horas, em português).

A frase estava cosida junto à etiqueta do artigo, comprado num estabelecimento da marca no Sul do País de Gales.
Rebecca Gallagher, de 25 anos, contactou de imediato a Primark para dar conta deste “pedido de ajuda”, como explicou ao jornal South Wales Evening Post. No entanto, a jovem ficou 15 minutos em espera até a chamada ir abaixo. Até hoje não obteve qualquer explicação por parte da marca de roupa.

Fonte: Sol
http://www.sol.pt/noticia/108173



domingo, 2 de março de 2014

Psicologia: adivinha?

Psicologia, psicologia...

Adivinhação? Ortopedia?

Não é adivinhação. Mas a gente acolhe quando a pessoa quer que você adivinhe principalmente quando é sobre outra pessoa a partir de algum dado, desenho, situação. Coisa da área da saúde, né?

Tem muitos estudos interessantes de formas que sempre aparecem em desenhos como na questão da mandala. É interessante estudar tudo: mitologia, antropologia, etc. Manter-se informado, claro.

MAS acho que o mais interessante não é nos remeter ao que somos semelhantes e falar sobre alguém antes de "conhecê-lo", atendê-lo. Psicologia não é adivinhação!

É produção/abertura de sentido, né? Com certeza te leva a trabalhar com aquele desenho de outra forma. Ver como ele funciona naquele momento, para aquela pessoa ou até para outras.
A pedagogia tem várias formas de trabalhar com desenhos, mas conheço poucas.
E tem os adivinhadores.... que podem ser procurados tb, para casos de adivinhação! rs


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É, justamente, ver onde a gente pega isso tudo a que nos expomos e fazemos a "nossa" história, que não é individual nesse sentido isolado e tão diferente assim do "social". Desde a mais tenra idade estamos sempre sendo criados por alguém, em uma época, em um lugar. São coisas que influenciam e que não são determinantes, senão não haveria sujeito nessa história e daríamos sempre as mesmas respostas quando expostos aos mesmos estímulos.

Vamos aguardar alguém vir falar sobre instinto agora! rs