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terça-feira, 23 de janeiro de 2018

O namaste vai cair

O namaste vai cair


"Parece q o namaste vai cair.
Não parece meio capitalista essa parada de cada um se transforma e o mundo vai mudar? Cada um medita no seu quadrado enquanto o tiro come solto no morro e o país vai estar aonde até lá? 
Faz Yoga,  esquece os indígenas e as práticas daqui porque elas são "inacessíveis". Mas ja tentou acessar aguma pratica daqui? Nao tem na academia, nao vende na net. Sequer lembram disso. Ganham status. Importam religiões. Vai pra academia, sai de academia.  Cuida só da sua vida. Continua consumindo do mercado, das roupas de marca.
Tô mais pros assistencialistas do que pros meditabundos já que nenhum dos dois debatem política.
O sofrimento a gente socializa. A felicidade é privilégio."


1- Carlos D Medeiros

Calma q a culpa disso não é do namastê. O namastê é justamente o contrário disso... É manisfestar a empatia. É sair do seu quadrado. Aliás não há quadrado. Há uma mandala coletiva. a ciencia da yoga e seus conceitos é q foram sequestrados pelo consumismo capitalista. Assim como o alimento orgânico, os turbantes, o blues, os saberes ancestrais, o samba e até o funk. o mercado lucra fagocitando as culturas e não é problema das culturas originais mas sim o distanciamento de sua base q é não capitalista. Meditar não é egoísmo, é conectar-se com o todo.
A yoga foi criada e desenvolvida por gente pobre num país pobre. Esse lance de De Rose é caôpitalismo.

1.1
Su
 Se ficar só na meditação e seus hábitos não atingirem mais do que sua vida individual, que impacto tem no mundo? Eis o problema limite da espiritualidade, muitas vezes. Basta vibrar pela paz mundial ainda q o mundo esteja um caos. E continuar consumindo as mesmas coisas , do mesmo jeito. Não debater conjuntura política,  votar nos mesmos políticos. .......


1.2
Carlos D.

Concordo totalmente é isso me afasta de muitas atividades de yoga.


1.3
Maribond

Acho que tu foi no ponto, Su. A questão é como a transformação pessoal pode mudar o mundo. Eu acredito nisso, não tanto pelo caminho da yoga /namaste. E sim que, em qualquer contexto, a autocrítica, o "abandono de si" (a desindividualização) e a mudança das próprias atitudes está muito mais a nosso alcance e tem efeitos muito mais concretos e palpáveis do que simplesmente ficar apontando o que não funciona nos outros ou no mundo. E que é dessa mudança que outras podem surgir. 
Agora, tem outras questões aí, a meu ver. Uma é que "eu não sou besta pra tirar onda de herói" (Raulzito), e não acho não que assumir a postura de Messias Salvador seja interessante, tanto para as mudanças que queremos no mundo quanto pra vida pessoal. Esse tipo de "missão" , a meu ver, é um engodo (e confesso que já assumi ela algumas vezes, hoje eu evito). 
Outra é que existe uma humildade necessária aí que diz respeito a uma "paciência histórica". Isto é, a despeito da urgência das mazelas do mundo, as mudanças estruturais concretas e resultado de nossas ações e construções só testado efeito com o tempo. Quase toda mudança cujo efeito é  instantâneo é frágil demais para se sustentar no tempo.


1.4-
Su

Em sua definição o capitalismo tb é  perfeito. Mas não funciona aqui.


1.5
Carlos D.

O capitalismo é perfeito prós exploradores 😫 e imperialistas


2
Bruno Viana

Me parece que vc tem dois temas.
1) práticas espirituais dos nossos povos autóctones.

2)Como as.praticas espirituais se relacionam com o outro.
Qdo fui aprender a meditar, a onda do centro de meditação era que vc pudesse contribuir para que o lugar se mantivesse e outras pessoas pudessem fazer o msm.
Talvez, só talvez, os amigos que entendem dessas práticas pudessem fazer um pouco para que elas chegassem aos despossuídos?
Ou talvez esses eventos com colaboração consciente já sejam um passo enorme.


3
Robson Madredeus

Não acredito que a meditação traga esse lugar de ausência da realidade, não é este o propósito, muito menos diminuir a empatia com a dor do mundo, ao contrário, através dela pode se alcançar consciência do que ocorre de fato e não simplesmente comprar opinião em livros e postagens do FB, quem pratica sabe. Mas concordo que nossas práticas espirituais ou políticas devem estar alinhadas com o bem coletivo e não simplesmente com nossa realidade miuda e muitas vezes favorecida.


4
Affonso

Deixa as pessoas viverem em seus propósitos! Isso é respeito e tolerância.

4.1
Su

Eu posso questionar. Não estou matando nem impedindo ninguém. Isso seria intolerante e desrespeitoso.

Eu acho q essas práticas foram descoladas de seu ativismo. Uma manobra política muito conhecida! ;)


5 
Igor Coelho Motta

O grande diferencial não é o capital economico, mas sim o capital cultural de poder conhecer as culturas daqui e de fora, de não se sentir obrigado a seguir a logica do sistema, isso é o grande diferencial. Se a meditação e yoga chegassem no morro, acredito que poderia modificar e muito a realidade daquela região, acredito inclusive em maior dedicação deste publico do que o tradicional povo meditador iogue. Existem alguns estudos, aqui no RJ inclusive, de meditação nas escolas publicas e os resultados são bem interessantes, vale a pena pesquisar.

5.0.1 
Michel Rosa

Já imagino, meditando ao som de tiros.


5.0.2
Igor

na India era perdendo a cabeça na espada msm hahaha ¬¬


5.0.3
Michel

No meu país Baixada ainda rola perder a cabeça na espada. Mas não tenho tanto capital cultural pra falar de cabeças rolando na Índia.


5.0.4
Igor


exatamente. imagina se chega essa informação aqui, que a galera fez uma resistência "pacifica" tão foda que expulsaram a Inglaterra. Mas infelizmente não estamos abertos a receber diversas coisas, devido a crenças que temos. Lembremos que Crivella é prefeito do RJ e nossos 3 ultimxs governadorxs estão presxs sendo 2 evangelicos


5.0.5
Michel

Não acredito nos pacifismo dentro da nossa realidade.


5.0.6
Su

Esse assunto da paz aí tb dá pano pra manga.

Mas a desobediência civil q o Gandhi pregava dentro do pacifismo dele não era nada passivo! 


Talvez sejamos contra a idéia d paz q n faz nada. Não contra a idéia d paz. Mas dá paz q n sabe e n pensa em reagir.


5.0.7
Su

Pacifismo difere de passivo... longa história.
Deveria, né. 

5.0.8
Su

Por outro lado, d uma certa forma é mais fácil ser violento do q mudar um hábito (d consumo e desobedecer civilmente, o q requer um trabalho MT mais profundo). 
Imagine um líder religioso promovendo isso com seu povo. Quem mais conseguiria?

Mas d forma nenhuma essa é a pretensão da bancada evangélica no governo daqui. Realidade MT diferente.


Aonde estão os bons?


5.1
Su

Igor Coelho Motta um dos pontos pode ser esse: em q nicho a meditação tem chegado.
Mas eu questiono além. Quero só paz no morro ou q a situação política daquele lugar se transforme???????????? Não quero só q a galera d lá seja mansa. Eles têm demandas reais.

Gandhi era um ativista. Mas o q é  q nos chega aqui disso? Só suas falas bonitinhas.  Mas q o cara parou d usar roupas decido ao tecido q era da Inglaterra ou China, mudou um GRANDE hábito pra deixar d submeter seu povo. Isso não chega.

Se a Yoga é  tão revolucionária , porque rla parece só ser acessível a quem pode pagar? Porque ela parece estar em determinados espaços e fazer sentido mas dentro d certa realidade,  q tem tempo pra se dedicar a ela, e não a outras?

Eu já questionei o galera do CEBB q tinha no Largo do Machado por isso. Tá no Largo do Machado. Vende meditação pra empresa. O n faz meditação na praça?  E pq aquilo só atrai um determinado público? 

- por que não tem grandes movimentos políticos budistas?  Porque não é isso q se preserva da prática. O q chega aqui é só a mansidão. 

- qual a importância q tem d praticar as experiências indígenas? 
Até sem debate já seria importante.  São mais d 500 línguas registradas d diferentes etnias só no Brasil. Ninguém sabe.
Saber já seria importante pra pensar não no dia do índio,  mas sim no q aquele povo precisa e espalhar isso pela nossa realidade pelo simples fato d conhecer ou praticar os conhecimentos medicinais.

Mas não. Tu vai a Paraty e compra uma sete indígena da loja e não do povo. Alguém aplica rapé em vc e pronto. Vc n conheceu nenhum indígena e se sente conectado.

Manso demais.


5.2
Alexandre Albuquerque

O Budismo é por natureza uma religião do eu sozinho. O princípio do karma budista é cada um no seu fazendo o bem sem se preocupar com o "mundo" pq o "mundo" se conserta sozinho no momento em que todos estiverem em paz, e a busca da paz é um processo pessoal e intransferível. 
O princípio da caridade inexiste no budismo, oq eu com minha cabeça de quem criado no cristianismo achei no começo achei meio individualista. Mas a ação coletiva no budismo é meditar junto pra ensinar cada um a lidar com sua própria dor e sofrimento ao invés de aliviar o sofrimento alheio através de boas ações, meio na linha do ensinar a pescar.
A associação da classe média com moviento new age e as religiões orientais é muito pertinente por que foi de fato a classe média que buscou a influência das filosofias orientais na crise de identidade da década de 60, quando a pequeno-burguesia de esquerda buscou uma referência cultural exótica para se contrapor ao conservadorismo cristão, e a vesão ocidentalizada do budismo paz e amor(que não tem a ver com o budismo oriental, vide o genocídeo perpetuado pelos budistas de Myanmar que chamam a minoria islâmica do país de cães amaldiçoados).
Esperar que as religiões se contraponham ao status político econômico social, ao meu ver, é a base do problema. As religiões em geral  são voltadas pra questões morais e sociais do período em que foram criadas, salvo quando reformadas ou reinterpretadas pra atender interesses ecômicos pertinentes, como quando a moral protestante libertou a burguesia emergente do século XVI ou quando o zen budismo libertou indianos oprimidos pelo sistema de castas na índia do séc II ac.
No fim, independente da religião que escolhemos, quem dá o tom político é o sujeito que interpreta. O mesmo cristianismo que o kkk usava pra justificar a escravidão inspirou o pastor Martin Luther King. A meu ver, a revolução começa no coração, e o espírito acompanha.


5.3 
Su

Mais ou menos. Na verdade não existe individualidade no budismo tibetano, por exemplo. Quando vc morre vc volta pra uma alma grupal.  É  MT difícil falar de religiões q a gente nunca tentou praticar. N sei se é esse o seu caso.

Mas é isso mesmo. Não espero q as regiões se contraponham.  Até pq, haja visto a bancada EVANGÉLICA, ela só perpétua e aprofunda o problema econômico e social quando prega sua fé em detrimento do exercício d outras crenças e modos d ser.



5.4
Su

Mas espero q as pessoas vejam o limite das suas filosofias quando ela propõe q a gente seja altruísta e não propõe q a gente repense o salário mínimo e pense em quantos servidores estão sem receber,  morrendo em casa. E quando chega a propor, é  na base da doação assistencialista.  Doa comida mas vota no msm cara q N pagou a galera.


5.5
Su

Quer ser holístico? Vai ser. Ou abre mão da palavra. RS Não adianta se sentir conectado se vc N sente compaixão por quem passa fome.

Eu tento fazer parte da algo aqui na minha cidade e fico com a sensação de q nada acontece. Nem o mais simples.


5.6
Alexandre Albuquerque

Eu usei as palavras erradas pra descrever a minha sensação com o budismo, q eu nem tentei praticar, so conhecer. Quanto ao assistencialismo é bem isso mesmo. A maioria das pessoas doa pra se sentir bem consigo mesmo e se sentir fazendo alguma coisa. Nem se dá o trabalho de pensar a estrutura sócio-economica que causa a fome que ela ta tentando resolver doando cesta básica.


5.7
Igor Coelho


Su Namaste Nogueira sua ansiedade e implicação com a questão não será saciada com quaisquer argumento que seja lhe dado, mesmo que seja do próprio Buda, Jesus ou qualquer outro ser muito apreciado por vc rs. No caso referido você fala sobre pessoas que não tem acesso a algumas tecnologias espirituais, mas antes de falarmos de um grupo do qual não estejamos implicados (dps que me toquei q tens namaste no nome hahahah curioso no minimo .... ce eh geminiana n eh? rs eu tb kkk ) devemos refletir se esse grupo em questão quer ter acesso a estes conhecimentos, ou se ja não tem e não lhes interessa. Indigenas cobram 5 euros o sopro de rapé em cerimonias na Europa, eles estão errados? Vivemos uma época nova de importação de culturas distantes e também é novo olhar todes os seres como equanimes tb, logo a junção destes conceitos obviamente deve acontecer. Trabalhemos para isso =)


5.8
Su

- Quer me saciar , Igor? Hahahaha Não se trata disso.

- sua opinião me importa MT mais do que a de pessoas tornada heróis q não estão mais aqui (Buda, Jesus, etc).

- não falo d pessoas quererem esse acesso. Pelo contrário,  foi vc q falou da meditação nas escolas públicas. Já eu questionei q não por acaso essa filosofia circula e vira moda cara de uma determinada classe social. 
Supus q mesmo q essas pessoas levassem isso a outros espaços,  seria ferramenta para o q?
O encontro q pode ser transformador. 
Mas não seria suficiente só diminuir a violência se n pensar a realidade das pessoas. E dependendo d aonde as práticas estejam elas vão ser usadas d diferentes formas. Então tais práticas orientais poderiam vir a ser provocadas pela realidade das escolas públicas,  por exemplo.

Fiz várias considerações em outras falas d q as pessoas prefeririam usar seu tempo e dinheiro com outras coisas talvez enquanto vc supôs q poderiam ser melhores praticantes do q os atuais. Enfim. Um mundo d possibilidades.

- por eu ter namaste no nome , e isso tem a ver com a minha criação, q isso não por acaso é  algo presente na minha vida q eu venho questionando cada vez mais. Mas se quiser achar q é  "coisa de geminiano", fica a seu critério.  RS

- tem índios q ganham com isso. Quantos são?  Quem são eles? É  um número proporcional ao número d etnias q existem e vão se tornar um império tipo Coca Cola? Acho desproporcional a comparação. 

E sim. Um índio fazer isso é  diferente de mim ou d vc fazermos isso. N acha? É  importante quando a gente n faz parte daquela cultura a gente conhecer bem ela pra usar seus atributos. Venho me dando conta cada vez mais da responsabilidade q é  se apropriar culturalmente d alguma coisa. Da diferença entre a gente parecer bacana e ser bacana d fato. Pra mim, tenho visto dessa forma.

 E assim como eu n acredito no mito do bom selvagem , n acho tb q tudo q qlqr índio/pessoa faz justifica. Tem mercado e gente pra tudo. N vou julgar o cara isoladamente.


-> Volto a dar o exemplo palpável da agroecologia. Ela não acha q pelo cara ser índio tudo q ele faz na mata tá certo. Nem por isso o saber científico deve desconsiderar o saber dos povos originários. Nessa mistura, q se conclua quais são as melhores práticas q reequilibrem a ação humana com a natureza.


5.9
Su

Se vc acha q todo mundo q tenta fazer uma crítica é ansioso tb acho engraçado. Só te aviso pra ter cuidado com quando vc vai nomear o q uma pessoa faz. Eu acho MT resucionista chamar  ansiedade. É uma preocupação com mundo em q eu vivo e a q práticas devo seguir. É um momento da minha vida.


6
Sopor Aeternus

Questão que me inflige desde sempre e que me fez abandonar qualquer investimento em minha espiritualidade... Te entendo muito Su. Como combinar o Namastê com lutas coletivas que tragam mudanças duradouras na realidade?

Amando a discussão. Apesar de que todas elas só me deixam pessimista e num binômio indivíduo/sociedade


7
Su

Gandhi teve q sair do Tibete senão ia morrer.

Não falamos sobre isso. Rs


8
Su

Bond Maribond ninguém transforma nada sozinho. Por isso acima falei: por que não tem movimentos budistas?


9
Su

Tem movimento indígena. Ninguém sabe, ninguém viu. Passa o rapé. Chama o paje. Nenhum debate sobre a realidade sele se faz. Toma ayhausca e pronto. Conectado.


10 
Su

E fácil criticar evangélicos. Mas minha crítica é  estrutural.  Eu sempre acredito q tem bons pastores e pastoras. Mas como eles arrebatam multidões? Estando aonde ninguém quer estar.

A mesma coisa na política. Só quem quer fazer é  quem ganha dinheiro sujo com isso.

A galera boa, da paz, isolada, crítica. Mas esta aonde?

Eu tenho muita curiosidade d saber como funciona um barracão. Ouço coisas interessantes dessas religiões d matriz africana.

Mas foi o q uma pastora bem legal me disse aqui em Seropedica uma vez: a gente tem q saber reconhecer que a gente consegue dar paz espiritual pras pessoas mas tem uma questão q é social, pra conseguir mudar a vida delas.

Todo dia eu penso em frequentar essas igreja. A mulher n tem acúmulo nenhum e vive no caos aqui. Admiro demais.


11
Su

Vc tem uma opinião sobre isso, Tauan Satyro?


11.1
Tauan Satyro

Olha, a minha visão sobre isso, é a mesma de quando conversamos sobre a permacultura. Estamos falando de algo onde usaremos os espaços para a construção coletiva, ou serão apenas espaços para quem possa pagar para estar neles? Se for a segunda opção, é só mais do mesmo, só que com uma maquiagem bonita.


12
Eduardo Zanfagnini 

Su Namaste Nogueira penso que o primeiro passo não é tentar afirmar quem está certo ou errado, o segundo passo é se perguntar qual o meu papel nessa questão? 3 passo é não segmentar o problema das lutas de classes, dizendo ele é culpado ou ela é culpada. Esse problema vem de eras incontáveis de guerra apos guerra, deve se avaliar quem é essa espécie ser humano? O quanto você ou eu estamos dispostos a lutar para sobreviver? O quanto eu ou você estamos dispostos a morrer por alguém? E nossa vida não é tão importante quanta a vida do próximo? Sim, em uma era onde o homem começa a falar de altruísmo, compaixão, igualdade, parece simples. Em uma linha temporal, se analisar a história esses sentimentos são recentes em termos de experiências, nossa humanidade se tornou um ser de guerra para sobreviver nesse planeta. Agora é o tempo para a gente ser uma nova espécie, e penso que começamos a evoluir com tais emoções, justamente porque outras pessoas trouxeram luz(consciência), budismo, cristianismo(digo o cristão que entende o que é a palavra de jesus) e outras filosofias. Novamente não se trata de quem está certo ou errado, mas é mais um salto quântico para que nossa especie sobreviva. Ninguém se torna um ser altruísta, igualitário e amoroso de repente, é mais uma luta, luta de quebra de paradigmas, antigos conceitos dando lugar para o novo. SIM ESTAMOS LONGE E ISSO BATE DESESPERO, mas respira, foca na sua respiração, tente escutar bem baixinho a batida de seu coração e se pergunte mais uma vez, qual o meu papel nessa história? Você é mais uma pensadora que trará mudanças não com palavras, mas com exemplos, exemplos de sua vida, exemplos do seu dia dia. QUANDO VAMOS TODOS SE JUNTAR E ACABAR COM A DESIGUALDADE, BUDISTAS, ÍNDIOS, EU, VOCÊ, TODOS...? Isso o tempo vai dizer, mas se existe pessoas que já comentam sobre essa suposta mudança, tenho certeza que isso está se espalhando e vai se espalhar, pois evoluir é a única certeza de espécies nesse planeta.


12.1
Su

Eu fui bem propostiva no que eu falei. Dei exemplos reais.

A gente fala MT d forma geral dentro e fora da academia e isso eu acho que não nos ajuda a ser propositivos. 

Fica a academia achando que debate resolve tudo e fazendo estudos q muita a vezes não atinge a maioria da realidade q precisa e demanda intervenção. 

Fica o senso comum a reboque de um funcionamento burocrático feito pra n ser compreendido.

E os religiosos uns agindo e outros acreditando apenas em conexões astrais. 

Eu penso q dificilmente a gente morrendo por nada algo vai mudar. Mas eu n consegui ver MT coisa realmente propostiva na sua fala.

Eu falei, por exemplo ,  q se por um lado seria legal q a meditação subisse o morro, por outro,  n queremos só estancar a violência nas escolas e ter um povo manso mas sim atingir a qualidade d vida real daquela população. Como q a gente debate isso se a galera da meditação não fizer com sua ideologia atinja outros setores da sociedade não só levando uma meditação pra lá mas mudando seu consumo pra consumir dos produtores, por exemplo,  é tentar achar formas d consumir roupas e tudo mais tb d um comércio justo?
Eu quero q a gente seja propósito nesse sentido.

Porque só dá gente dar hipobe pra essas correntes filosóficas sendo q há tanta filosofia indígena q não está totalmente distante disso, isso já demonstra uma estastrategia d missionários e tb d mercado q faz isso ser MT acessível acessível gente , nublado a nossa visão e o nosso conhecimento sobre o q é  da nossa terra.

Não dá pra falar só em valores universais como altruísmo e tal. Os militares tb falam disso e nem por isso eu votaria neles.

O q quer dizer altruísmo?  Temos q avançar nesse debate.

E eu concordo com vc eu um termos q estamos deixando d ser da barbárie e q nossa coletividade é recente. Isso só me dá a mais pilha pra gente tomar cuidado com o caminho q as coisas vão tomando.

Porque da e pois q venderem a Apa aonde vc faz sua meditação vai ser tarde demais, saca?

As terras produtivas no Brasil tb estão sendo vendidas.  Os EUA já ensinam q a Amazônia n é  do Brasil é  do mundo. Aí temer vende uma parte, depois vende tudo. N sou patriota,  mas daí a baixar a cabeça dessa forma pra colonizador sabendo qa nossos índios lá estão resistindo e a galera só vê essa figura de defesa do território no exercito. ..... entende???????

Aí traça aí o paralelo com Gandhi no Tibete. Lá essas práticas tinham um sentido q , convenientemente, aqui se perdeu. 

Se precisar lutar a gente vai fazer o q? Deixar os índios continuarem morrendo.

Eu tô MT preocupada com isso tudo. Tá tudo interligado.


12.2
Su

Apa = área d preservação ambiental.

Nessas áreas, produtores estão sendo expulsos ao invés de reeeducados pra conviver em paz com a natureza q é o q a agroecologia propõe,  por exemplo. Isso é  justo?

Área d preservação pra quem? 

Queremos q o mundo vibre em hamonia. Mas até lá a gente n pode ficar só defendendo APA sem saber o q q tá acontecendo. A burocracia engana.


13-
Fernando Cardoso

Música 
Link do Vídeo:
"equal rights/downpresser man peter tosh"
https://youtu.be/jk5b4vTP6Qs


14- 
Francisco Reig

Tudo está relacionado. É preciso viver com estratégia e ter objetivos e métodos realistas.


14.1
Su

Eu acho q a gente precisa entender q tufo q fazer é político. 

O coitado do militante q não tem sensibilidade nenhuma pra saber como as pessoas estão antes do debate e depois faz inimigos no debate.

O coitado do religiosos q vira fundamentalista e depois não consegue não temer outras crenças. 

O coitado dos ateus que são arrogantes muitas vezes é acham q o mundo todo é  ignorante.

O coitado dos religiosos orentais tb que estão mais indo por um lado da filosofia do q debatendo holísticamente a tal da realidade. 

Aí eu pego um livro budista q diz q certas pessoas n conseguirão mesmo praticar porque suas condicoes d vida nao permitem. Isso convenientemente pode estancar todo debate sobre condições sociais q levam as pessoas a n terem cabeça pra meditar pq estão exaustas e ganham pouco. Aí parece com a deturpação q rola em todas as outras religiões , como os kardecistas  q podem usar o carma de outras encarnações pra dizer q tudo q vc tá passando nessa vc merece, então n tem nada q deva ser mudado. Tem sim, sempre tem.

Mas eu elogio as pessoas que conseguem fazer um debate realmente holístico. Tipo a Comissão Pastoral da Terra que deu origem ao MST. Pena que virou o Mst q vemos hj. Só mostra q precisamos melhorar e ser menos urbanos.


14.2
Francisco R

[Responde do ponto de vista ateu, pelo visto]
O mundo não é todo ignorante. No Brasil temos 90% de analfabetos funcionais em Português e 95% de analfabetos funcionais em Matemática, ou seja, se salvam uns 5%.

Mas tem algumas pessoas sem instrução acadêmica que tem muita consciência e sabedoria. E também muitas com um coração muito bom...

Assim, é preciso ser realista. Acho legal os seus pensamentos, mas talvez você devesse se contentar com que você não é capaz de mudar o mundo, pois não é capaz de organizar suficientes pessoas em torno desse mesmo objetivo comum... O que você pode fazer é pacientemente aprender e trabalhar com o seu coração mente e mãos para fazer deste Planeta um local mais agradável para todos os Seres em geral.

Movimentos políticos assumem inevitavelmente identidades e lideranças e assim acabam por se corromper... O jeito é ensinar pessoas independentes, pois o conhecimento não pode ser punido, ele é invisível e é o que faz a diferença nas estratégia duradouras.


14.3
Su

Eu faço parte dos movimentos de agroeoclogia porque acho eles transformadores e completos.


14.4
Francisco 

Sim... Acho lindo. Mas só será lindo se pelo menos 50% das pessoas for capaz de conhecer pessoalmente pelo menos 50% das pessoas do grupo (não necessariamente o mesmo grupo, nem o oposto). Pois do contrário o grupo se torna progressivamente desordenado e termina por corromper-se.

O que quero dizer, é que grupos são válidos quando todos, ou quase todos se conhecem e são amigos. Do contrário o grupo não tem identidade real e assim pode ter sua identidade corrompida adulterada e utilizada para fins políticos.


14.5
Ferrando Cardoso

Governo Paralelo 2046 foi uma página que criei para organizar ideias simples para um mundo que eu acredito ... talvez seja pretensão achar que sabemos o que é melhor para o mundo e que entendemos a complexidade do Sistema atual para dialogar de forma eficaz com Ele ... cada vez mais percebo em mim que a politica partidaria só drena minha energia ... e o contato com a natureza e trabalhar na direção de uma autonomia própria e gerar abundância me traz satisfação ... encontrar pequenos oásis de pessoas e espaços ... faz a caminhada ligeiramente menos dolorosa ...


14.6
Fernando  Cardoso

Link do vídeo:
"(Part 1) Indigenous Native American Prophecy (Elders Speak part 1)"
https://youtu.be/g7cylfQtkDg


16.7
Fernando C.

Link:
Brincadeiras de Angola - aulas de capoeira
http://www.brincadeiradeangola.com.br/


16.8
Fernando C

Link:
A liberdade do Corpo - Soma, Capoeira
http://www.somaterapia.com.br/galeria/videos/a-liberdade-do-corpo/

16.8.1
Su

Que perigoso esse lance de somaterapia.
Acho muito legal essa aliança com a capoeira. Mas daí a toma-la.como uns instrumento perfeito é  algo que só um homem poderia falar. A capoeira é machista demais.  E seus laços de familiaridade fazem com que as pessoas não consigam subverter a hierarquia dentro delas. E esse é o instrumento anarquista? 
Interessante, mas não dá conta. Roberto Freire era um homem mesmo dentro da limitação de seu tempo, como todos nós. 

Mas é MT legal a proposta.


17-
Carlos D Medeiros

Yoga de Rua
https://www.facebook.com/yogaderua/


18 ou 12.3
Eduardo Zanfagnini

É uma questão de pluralidade, entender que todos tem o seu papel importante, e que as coisas não vão mudar da noite para o dia, e que pequenos grupos que buscam comunidades sustentáveis, ou que buscam sabedoria indígena, ou que buscam culturas orientais e por ai vai, estão cada vez mais se multiplicando. Sua causa não é melhor ou pior que nem uma outra, apenas complementar, concordo que todo esse meio holístico que significa integração e isso inclui agroecologia e qualquer forma de vida sustentável e que pense na totalidade, estão ainda longe de ser algo ideal, esse meio realmente ainda não valoriza as camadas mais pobres. Porém esses grupos já começam a divulgar tendencias, isso vai se espalhando como um vírus e não se deve generalizar, muitas grupos começam a realizar grupos de inclusão, trabalhos voluntários, tem muito homem branco apoiando muitas tribos. Insisto que o processo é lento, mas é otimista, pois se hoje já conversamos sobre essas coisas, isso é uma luz. Um curso de agrofloresta que custa 4000 reais talvez não ajude de cara a matar a fome no mundo, mas forma pensadores e idealizadores que buscam um mundo melhor, propõe soluções a longo prazo, e acredite um hora o sistema vai ter que mudar, não porque são bonzinhos, mas sim por sobrevivência.


18.1
Su

Pessoal... 

- Quem é  essa pessoa q vcs vivem criticando dizendo q quer mudar as coisas do dia pra noite? Ja escreveram isso algumas vezes. Não sou eu. Nao se rebate EM NADA o q eu to criticando.

Mas pra haver avanço eu entendo q toda crítica deva ser levada em conta.
Eu não vejo um discurso politizado aliado a essas filosofias orientais. 
Vcs tem ou não essa impressão? -> aí ou vc critica,  ou vc defende,  ou faz uma terceira coisa.

- Quando a gente pensa "quem em tem fome tem pressa", quem é  essa pessoa q pode pagar 4000 mil reais e q pode esperar e ser o teórico do novo mundo (discordo demais disso, é  bem o funcionamento ideal é diretivo d formar elites mesmo pra guiar "o povo" ) não é  a mesma pessoa que tem questões sociais reais como a pobreza e não só não  acessa a meditação porque não pode pagar,  mas porque ganha um salário de miséria e não tem tempo por isso. E se tivesse ela ia comprar uma casa pra ela. Quem disse q ia querer meditação , entende? Por isso q um debate político passa pela situação política em q vivemos e por um movimento q pense isso tb e n só q leve meditação prós lugares. São estratégias diferentes.

- Se não por sentar e debater essas pautas diretamente, debater pautas pessoais mas q tocam no todo como o nosso consumo. Vcs vêem isso acontecendo? 
Até mesmo na agro ecologia eu vejo gente q consegue reduzir ela a meras técnicas agrícolas sendo o q o mais importante, eu diria,  seria transformar as relações econômicas e de trabalho. Então tem gente q torna essa crítica à definição d agro ecologia e tem gente q não. Claro q eu crítico quem não toma como questão.  Pq eu tenho esse direito. vc é neutro o tempo todo? Nem deve ser. 

Ex: Quantas pessoas conhecemos nessa filosofoa q n comem carne por uma questão espiritual  SUA mas não por causa do sofrimento animal a ser evitado ou devido ao impacto q isso tem no mundo?

- Tem coisas q são mais distantes de acessar nesse raciocínio (a pauta da galera do morro por exemplo, sem convivência não tem como acessar e levando a meditação pra lá o objetivo seria conviver e estar ligado nessas questões e não apenas tornar a meditação acessível , entende?) E coisas q são mais imediatas: se eu sou holística eu penso pelo menos no impacto qs meu consumo tem no todo.

- O q q isso tem de  impalpavel? 
Aonde tá dito nisso q quero mudar as coisas do dia pra noite? Eu acho essa fala MT reativa e sem contexto.
Por que eu não posso fazer essa crítica se estar lá faz sentido pra mim  e a fala que surge é  "deixa as pessoas fazerem o que elas quiserem"? Eu não ímpeço ninguém d fazer nada mas tem coisas q eu acho contraditórias e eu quero expressar isso. Principalmente no atual momento político em q vivemos.


18.2
Fernando Cardoso

Projeto VOAR - Café da Manhã leva yoga a pessoas em situação de rua

Link:
https://www.facebook.com/projetovoarcafedamanha/


18.3
Fernando C

Para contribuir para um mundo mais harmônico é preciso ter um eixo ... este é meu entendimento das práticas centradas no indivíduo ... para poder agir e não reagir ... este era um ponto central para Gurdjieff ...


18.4
Fernando C.

Dependendo profundidade da prática ... ela pode ter uma aparência para voce que está desconectada dos problemas reais ou não ... só voce praticando sinceramente esta prática é que poderia avaliar se ela é capaz de contribuir algo e em que velocidade ...


18.5
Fernando C.

Acho que tem muito ruído de quem quer mostrar alguma coisa ...

Como avaliar ... estatísticas ... do jornal ... observação pessoal ...

Quantas favelas voce consegue avaliar pessoalmente?


18.6
Fernando C.

Eu fiquei impressionado positivamente com os eventos do  Projeto VOAR - Café da Manhã + Ilumina Rio


18.7
Fernando C.

Eu subi a favela do Cantagalo com uma pessoa que tenho um projeto de Matemática para crianças ... ela descreveu o estrago das ONGs do Criança Esperança ... agora é quase impossivel entrar com um projeto sério naquela favela ...

... que tem um projeto ...

18.8
Su

Entendo. 

É o q digo. Meditação ou yoga como instrumento pra vencer a barreira de relação com gente q mora na rua ou com a favela é importante. 

Quero ver esse projeto aí d perto. Bateu forte no coração aqui!!


18.9
Su

Citei a favela não porque posso fazer uma avaliação pessoal d qlqr uma delas, mas pq a gente tá vendo tiroteio todo dia lá.  Tem gente q mora do lado e acredita q n pode fazer nada. Mas só enxerga a favela quando tem tiro. MT antes disso ela já estava lá. Mesmo q eu tenha essa crítica n acho q a ação tem q ser na favela. Mas tem q ter ações para além do nosso mundo individual. Não existe individual. Individualizar é  só uma forma d se afastar do mundo. D n enxergar essa relação. 

São questões q eu me coloco.


19-
Su

Conclusão :
- n quero mudar nada do dia pra noite.
- n impeço ninguém d ter sua prática. 
-  critico sim quem se diz holístico e n pensa holisticamente.  Vcs criticam a minha crítica por eu achar isso errôneo e Vcs acham q já tá bom. Vcs acham q O mais importante seria estar próximo dessas práticas d qlqr forma. 
- n sou neutra. Vcs parecem querer ser. Na hora d votar Vcs fazem como (eu me posicono votando ou não )?. 

TEM COMO vcs se POSICIONAREM falando assim
. "eu acho q..." ou 
. "no meu caso..." 
ao inves d achar q eu quero q quem ta discordando d mim n exista? 

O q VC ACHA PRA VC? O q tenta fazer?

Faz sentido o q eu digo?

Pq n vi ninguém discordando d mim, na real. Só se incomodaram de parecer q eu digo que todos deveriam pensar Assim. Vamos superar isso...


20- 
Fernando C. 

David Holmgren, pioneiro da Permacultura, sugere um caminho ... https://youtu.be/TVS45dbNL-E


20.1
Fernando C.

Ele tambem fala de possiveis cenários para o futuro da sociedade ... https://youtu.be/uqwWdranB5A



21 ou 18.10
Su

Eduardo Zanfagnini

Entendo as críticas como construtivas. Não como uma disputa. As questões q eu coloco aqui são as questões q eu coloco pra mim própria há MT tempo e só agora tô compartilhando no face.

A questão q me aflige na forma como vc fala é q qualquer um pode pegar o seu discurso de *valor* pra defender as próprias *práticas* , entende? Ate mesmo os militares com suas praticas de tortura podem dizer q buscam defender a famikia e um mundo melhor. Isso n te soa perigoso? Por isso q eu acho seu discurso bonito (principalmente na paz q a gente sente quando te conhece), mas perigoso. Além disso, quando vc fala q tanto faz pagar 4 mil ou não pagar nada por uma yoga, já q o importante é q  as idéias circulem no bons corações. Isso já demonstra um funcionamento elitizado dessas filosofias q é o q foi feito delas aqui no Rio, pelo menos, chegando a muitos como um produto d mercado.  Isso q n é um problema pra vc pra mim é.
Demonstra o funcionamento d uma sociedade q prega uma coisa mas faz outra. 

Nem por isso deixa d ser um diálogo. 

Agora que práticas efetivas estamos tendo? Acho sua fala legal e necessária mas o q ela quer dizer pra cada pessoa...? Q práticas traduz?


21.1
Su

Aí só posso falar d mim e dos movimentos q eu conheço. Senão a gente só fala no geral e não vai longe.

21.2
Eduardo Zanfagnini

Su eu mesmo não tenho grana para nada disso, e milito em trabalho sociais como faço muitos, inclusão é algo que defendo.A questão é que a minha opinião muitas vezes não muda a realidade sabe? Tipo a realidade é que essas coisas são caras no momento presente, isso é um fato. Que seria lindo que os facilitadores não pensarem em apenas dinheiro, seria, mas preciso lidar com o que acontece de fato. Essas pessoas vão ser sensibilizadas ou não com as praticas ao redor deles, nossas filosofias de fato não vão mudar essa realidade, mas é uma semente para se pensar no futuro. Porém não acredito que devemos tirar a importância de certos movimentos, todo movimento quer sobreviver e cada um luta a sua maneira. Agora viver me soa perigoso, mas escolhi não focar nisso, foi apenas uma mudança de olhar, pois se você quiser acreditar o mundo é muito perigoso. Escolhi ter um olhar mais otimista perante a todas as pessoas,entendendo que todos tem um tempo para pensar coletivo.


21.2
Eduardo Zanfagnini

Assunto que vara a noite rs Mas olha eu concordo com você, algo tem que ser feito

terça-feira, 2 de agosto de 2016

ELOISA SAMY: ADVOGADA DA PREFEITURA NO METRÔ-MANGUEIRA

Nota Favela Metrô Mangueira


A Frente Independente Popular do Rio de Janeiro (FIP-RJ) defende de modo incondicional a resistência da Favela do Metrô-Mangueira, pelo direito à moradia que mais uma vez está sendo violado. Direito esse que não é contemplado, de modo algum…, pelo “acordo” imposto pela Prefeitura no fim da semana passada. Essa é uma mobilização política que se prolonga desde 2010, quando a Prefeitura iniciou a pressão para remover essa comunidade – e tem como pano de fundo a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
Aproveitamos a oportunidade para esclarecer o que se passa na comunidade, principalmente quanto ao “acordo” apresentado pela imprensa como tendo sido aceito pelos moradores. E, desde já, convocamos todos/as ativistas a se somarem ao ato de solidariedade aos moradores do Metrô-Mangueira que ocorrerá na próxima quarta-feira (15/01), saindo na UERJ às 18h.
ELOISA SAMY: ADVOGADA DA PREFEITURA NO METRÔ-MANGUEIRA
Condenamos energicamente a postura da advogada Eloísa Samy (do Instituto dos Defensores de Direitos Humanos – IDDH), que se apresenta como “advogada representante dos moradores”, mas atuou na verdade, todo o tempo, como advogada da Polícia Militar e da Prefeitura do Rio de Janeiro. Desde a última terça-feira, quando a manifestação dos moradores ganhou contornos de verdadeira rebelião popular, a preocupação de Samy não foi, em momento algum, a defesa do direito de manifestação e resistência, e sim, a tentativa de controlar o protesto dos moradores, concordando inclusive com a presença policial no interior da comunidade.
A advogada supracitada atuou também de forma coercitiva implantando medo nas famílias ao dizer a elas “terão que sair”; minando a luta e a resistência da Favela do Metrô-Mangueira. Eloísa Samy, em momento algum, por exemplo, negociou a saída da polícia militar e do batalhão de choque, que permanecem de plantão na entrada da favela. Policiais fortemente armados “desfilam” com fuzis de guerra para intimidar os moradores. No entanto, procurou a todo o momento negociar com os moradores a saída, dada como certa.
A polícia agrediu diversos moradores: homens, mulheres, crianças, inclusive crianças menores de 10 anos de idade e também uma mulher grávida. Policiais usaram armas de fogo para retirar as famílias que resistiam. São incontáveis os abusos aos direitos humanos. Entretanto, a “defensora dos direitos humanos” estava muito mais preocupada em pôr fim, a qualquer custo, à resistência das famílias, do que denunciar as arbitrariedades da polícia de Sérgio Cabral. Polícia essa com cujos oficiais parece ter um ótimo relacionamento. Isso ficou ainda mais explícito no episódio do “acordo” proposto pela Prefeitura.
O “ACORDO”
O acordo em questão sequer contou com a presença de todos os moradores que vivem na favela, sendo assim, sem a consonância dos próprios moradores. Não houve assembleia e nem reunião para que todos os moradores pudessem participar e decidir uma proposta. Trata-se de um acordo que beneficia, de modo unilateral, a Prefeitura, pois implica a retirada em 15 dias de todas as famílias e a derrubada das casas.
A proposta da Prefeitura é o pagamento de Aluguel Social para dezoito famílias, e posteriormente colocá-las no programa Minha Casa, Minha Vida. O Aluguel Social de valor de R$ 400.00 não é suficiente para sustentar qualquer família no Rio de Janeiro, muito menos alugar um imóvel que dê o mínimo de qualidade de vida. Acrescente-se a isso a prática, bastante conhecida, dos governantes pagarem um ou dois meses de aluguel e, depois, com a desarticulação da luta, não pagarem mais. O cadastramento (ou recadastramento) foi feito às pressas sem sequer uma contagem de todas as famílias da favela. Apenas dezoito famílias foram “contempladas” pela Prefeitura, sendo unânime entre os moradores a opinião de que isso não representa nem mesmo a metade dos que moram na comunidade.
A postura de legitimação deste acordo espúrio é inadmissível e deve ser repudiada. Na última quinta-feira 09/01 Marcelo Chalréo (presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ), Eloísa Samy (advogada do IDDH) e dois representantes do núcleo de terras da Defensoria Pública acompanharam representantes da Prefeitura à comunidade para dizer que as famílias deveriam sair. Sequer se preocuparam em ouvi-las, antes de formar opinião. Não abriram a boca para falar nada sobre a presença ostensiva da polícia para aterrorizar os moradores, mas falaram grosso para coagi-los a aceitar a remoção. Eduardo Paes e Sérgio Cabral não poderiam contar com assessoria jurídica melhor.
A revolta das famílias, e o fato de que esse acordo não é representativo da sua vontade, expressou-se na chuva de ovos que lançaram contra aqueles que defendiam a proposta da Prefeitura, e na realização, horas depois, de nova manifestação na Radial Oeste.
Para nós da FIP-RJ o direito à moradia não se negocia. Estamos falando de vidas, de famílias inteiras que precisam de um teto para viver. Defendemos a justa rebelião do povo pobre, e com ele lutaremos até o fim.
O MOTIVO
A prefeitura pretende construir no espaço um Polo Automotivo, além de instalações como um parque infantil e uma academia da terceira idade. O gasto previsto é de mais de trinta milhões de reais. Isso, sem contarmos as vidas que estão envolvidas e que estão sendo removidas à força de suas casas. Como mensurar este valor?
As famílias vivem há anos e nunca foram contempladas com sequer mil reais de investimento da prefeitura. Nada de saneamento básico ou qualquer direito básico foi respeitado. Ali, na Favela do Metrô-Mangueira, as famílias estão em condições insalubres, de total miséria. E por mais absurdo que pareça, precisam lutar para viver na miséria.

Fonte: Frente Independente Popular
https://frenteindependentepopular.wordpress.com/2014/01/17/nota-favela-metro-mangueira/

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Impitimam

Por que não impitiman?

"Impeachment é previsto na Constituição. Em um único caso, Crime de Responsabilidade cometido no mandato vigente. Dilma não está sendo julgada por crime nenhum. O processo de impeachment nada tem a ver com a Lava-jato, por exemplo.

A acusação é "pedalada fiscal", segundo o TCU, cometida em 2014, no mandato anterior. O TCU (Tribunal de Contas da União) é um órgão consultivo do Congresso Nacional. Apesar do pomposo nome de "tribunal", não decide nada. Quem decide se a tal pedalada ocorreu ou não é o Senado. O relator da matéria no Senado inclusive já deu parecer contrário ao decidido pelo TCU.

O que é pedalada? É atraso de repasse de recursos a bancos. O banco paga o Minha Casa Minha Vida, por exemplo, e o governo que deveria ter depositado a grana dia 10 só deposita dia 20. É algo que foi feito por TODOS os presidentes, Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula, sempre com a aprovação do TCU. E por 18 dos atuais 27 governadores.

Ainda assim, pedalada não é crime. A pena por pedalada, prevista em lei, é multa cobrada no salário do gestor.

Ainda que pedalada fosse considerado crime, teriam que ser julgadas as contas de 2015, mandato atual. Essa constas sequer foram apresentadas, já que o prazo é abril.

Corrupção é algo que TODOS combatemos. E a imensa maioria do povo brasileiro é honesta. E tudo o que aparece de denuncia demonstra que a corrupção é uma anomalia da política, que é sustentada pelas empresas. Combater a corrupção é corrigir este problema.

A farsa que querem fazer o povo engolir é que a corrupção é obra de um grupo. E que o impeachment estaria atacando esta corrupção. É mentira. O impeachment é julgado pelos acusados de corrupção. E caso ele seja aprovado, os maiores beneficiados são os acusados de corrupção.

Se não há crime sendo julgado, o que há é a mera disputa pelo poder. E sem voto do povo.

Sabe qual é o nome disso? Golpe, não tem outro."



quinta-feira, 28 de maio de 2015

Maioridade Penal: reduzir?

Contra dados (por mais dubitáveis q sejam) não há argumentos!



http://bit.ly/NaoReduza


AÇÃO URGENTE: A Anistia Internacional Brasil junta sua voz à esta importante mobilização da sociedade brasileira. Acesse agora o nosso site para enviar um e-mail pressionando os 27 integrantes da Comissão Especial da Câmara dos Deputados a se posicionarem contra a redução da maioridade penal e em defesa dos direitos de crianças e adolescentes >>http://bit.ly/NaoReduza


Sua pressão é muito importante, não deixe de acessar e assinar a ação.

#ReduçãoNãoÉSolução

Fonte: Anistia Internacional Brasil
https://www.facebook.com/anistiainternacionalbrasil/photos/a.190326041012125.46733.187970114581051/1024226314288756/?type=1&theater




"Policiais civis se declaram contra a redução da maioridade penal."
Há o mito da impunidade, mas, com o ECA (Estatuto da Criança e do acolescente - Art 102) os menores já podem ser responsabilizados desde 12 anos de idade e com previsão de internação se for crime grave. Não precisamos reduzir a maioridade penal, mas sim de uma correta aplicação do ECA.
Haverão mais presos sim, mas não diminuirá a criminalidade.
O Estado não conseguirá dar conta e será admitida a privatização do cárcere, onde preso vai gerar lucro e a polícia será sobrecarregada.
A maioria dos adolescentes apreendidos são por crimes leves e não por arrancar cabeça.



Em vídeo gravado no Rio de Janeiro policiais civis se declaram contra a redução da maioridade penal. Via: ColigaçãoSaiba mais: goo.gl/l44SMm
Posted by NINJA on Sábado, 9 de maio de 2015

Fonte: Mídia Ninja




















Fonte: Levante Popular da Juventude
https://www.facebook.com/levantepopulardajuventude/photos/a.321629677902593.80868.162474053818157/946495538749334/?type=1&theater


sábado, 17 de janeiro de 2015

Welcome! - Animação de crítica ao Capital e hábitos

Welcome! - Animação de crítica ao Capital e hábitos
Até que ponto?
Até quando?


https://www.facebook.com/video.php?v=639094899494760&set=vb.215206155216972&type=2&theater


Fonte: AraGeek

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O primeiro dia da Copa em SP por Advogados Ativistas

Advogados Ativistas e Observadores Legais registram o primeiro dia da ‘Copa do Caos’

Demonstration report – FIFA 2014 World Cup Opening Day, São Paulo
Material can be reproduced if mentioned source
Colectives: Advogados Ativistas e Observadores Legais (Activists Lawyers and Legal Observers)
obsPassado um ano quase exato das manifestações de junho de 2013, mais uma vez, mas com qualidade inédita, a sociedade civil organizada se articulou no combate à repressão policial. Tal esforço viu-se representado por advogados, observadores legais, socorristas e todos aqueles atores ligados às questões da legitimidade do direito de reunião e expressão, bem como dos demais pilares que devem sustentar o Estado Democrático de Direito. Imbuído desse mesmo espírito, e no intuito de apoiar o coletivo Advogados Ativistas (formado por advogados atuantes nas ruas, em defesa dos manifestantes), surge o grupo Observadores Legais – especificamente voltado para observar, relatar e produzir dados sobre os agentes de segurança envolvidos nas manifestações por ocasião da Copa do Mundo no Brasil e mesmo em outras ocasiões, após o torneio. A exemplo do que já acontece no mundo todo, esses dados precisam ser levantados com a finalidade de serem ventilados como fontes seguras de dados qualitativos e quantitativos imprescindíveis como fonte ou referência segura para: 1) imprensa nacional e internacional; 2) órgãos nacionais e internacionais de direitos humanos e 3) formação de provas para instrumentação processual na Justiça. É sob essa ótica (das ruas) que abordaremos, a seguir, o primeiro dia – de abertura – da Copa do Mundo 2014.
Observador legal 3 onibus
                O dia iniciou-se em São Paulo com o sítio à cidade, exercido pelas forças de segurança pública empregadas pela Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Federal e Exército, entre outros agentes de segurança. Das 9h30 até o fim do dia osquarenta integrantes dos Observadores Legais observaram, relataram e compilaram os seguintes dados sobre a atuação policial:
· Segundo atendimento realizados pelo grupo de socorristas, GAPP, durante o dia foram realizados ao menos 37 socorros a manifestantes, decorrentes de diversos tipos de lesões, como ferimentos por estilhaços de bombas, balas de borracha, asfixia por gás lacrimogênio e mecânica decorrentes de esganadura, bem como de reiterados golpes de cacetetes.
Foram realizadas ao menos 47 detenções, sendo que diversas prisões sequer eram informadas aos advogados, ou permitido o acompanhamento visual da atuação policial.
·  bloqueio de vias e interdição de ao menos parte do transporte público, com a finalidade de comprometer a mobilidade dos manifestantes e, desta forma, sua tendência de deslocamento em direção ao perímetro de exclusão imposto pela FIFA – organizador da Copa;
·  revistas pessoais realizadas por policiais em transeuntes, sem qualquer fundamentação legal;
· policiais trajados com farda sem tarjeta de identificação funcional ou identificação alfanumérica de 10 dígitos, ou ainda de modo a não evidenciar qualquer tipo de identificação;
Observador legal 4 loco
· policiais portando armas de fogo (inclusive de grosso calibre comometralhadoras e escopetas 12mm) durante contenção e operações antidistúrbio;
· civis atingidos por estilhaços de bombas, balas de borracha, golpes de cacetete e socos;
· intimidação e constrangimento ilegal contra manifestantes por meio de gritos e gestos ameaçadores;
· impedimento de atuação dos advogados durante o acompanhamento de revistas pessoais, bem como no registro de material probatório, quando das agressões ou abusos de autoridade;
· impedimento, com violência deliberada, de atuação dos jornalistas no exercício da profissão, tendo sido tomados como alvo por reiteradas vezes pelas forças de segurança;
· impedimento da atuação dos Observadores Legais na coleta de material estatístico e probatório durante a manifestação, por meiosostensivamente impeditivos;
·  seguranças do serviço privado do metrô realizando revistas pessoais nos usuários, de modo totalmente ilegal;
· prisões ilegais infundadas, justificadas como sendo para averiguação – instrumento, aliás, inexistente no ordenamento jurídico brasileiro. No ano em que se completa o cinquentenário da ditadura militar no Brasil (1964-1985), é no mínimo irônica a utilização de um expediente tão característico período ditatorial.
· tiros de armamento balístico menos letal e elastômero (bala de borracha), feitos acima da linha da cintura – como indicam os orifícios feitos a bala nos para-brisas de veículos, a cerca de 1,5m do solo.
·  veículos atingidos no seu interior por bombas de gás-lacrimogênio.
· policiais militares e supostos policiais civis (não fardados), em duas ocorrências distintas, com agressão e rapto de manifestantes, introduzindo-os a força em veículos descaracterizados, não oficiais. Sem direito de registro do nome do condutor, evadindo-se os veículos para local desconhecido, perante a população que registrava as ocorrências em vídeo e foto, em plena luz do dia.
· depois de registrar cenas de espancamentos perpetrados por policiais militares, um manifestante, por eles perseguido, refugiou-se em residência próxima àquela ocorrência, obtendo guarida dos proprietários da casa. Somente depois de aproximadamente uma hora de refúgio– com a Polícia Militar todo o tempo à frente do imóvel – foi possível a retirada do manifestante perseguido, em segurança, na companhia de representantes dos Advogados Ativistas e Observadores Legais;
Observador legal 2 gordinho·  utilização de bombas e armas de fogo em um posto de gasolina;
·  utilização de bombas com data de vencimento raspadas;
·  acusações de crimes infundadas aos manifestantes, com diversas tentativas de flagrantes forjados;
·  agressão deliberada de policiais militares a uma criança de nove anos de idade e seu cão, sem motivação;
·  agressão reiterada a equipes de socorristas que insistiam na prestação do socorro às vítimas dos próprios agentes de segurança;
·  tentativa, por parte dos policiais militares, de esvaziamento de uma estação do metrô, obrigando os usuários a saírem rapidamente da estação sob tiros e golpes de cacetete.
                Por fim, uma última abordagem nos parece pertinente quanto aos agravos sofridos pelos diversos indivíduos envolvidos na resistência às forças policiais:

ADVOGADOS

-   advogada atingida por bomba de gás lacrimogênio, antes mesmo do início da manifestação, lançada com o intuito de dispersar um grupo reduzido, de aproximadamente 20 pessoas;
-   advogado no exercício da profissão, tolhido brutalmente, prensado contra viatura policial, jogado ao chão e, desta forma, levado ao estado de semiconsciência;
-   advogado, no exercício da profissão, alvejado por bomba de gás lacrimogênio, a qual terminou por prender-se entre sua mochila e o próprio corpo, resultando em asfixia e queimadura. O mesmo advogado ainda foi atingido na face por soco desferido por policial militar em outra ocasião;
-   atendendo a solicitação de uma equipe de observadores legais que estavam sofrendo a apreensão dos equipamentos, relatórios e câmeras, um advogado, no exercício da profissão, teve o seu documento apreendido para verificação de antecedentes criminais, colocando-o em situação de averiguado.

OBSERVADORES LEGAIS

  -    tentativa de apreensão, por parte da Policia Militar, de conteúdo apurado ao longo do dia, em  relatórios e câmeras, pelos Observadores Legais;
-   mesmo que comunicados previamente em suas intenções às autoridades policiais e governamentais, os Observadores Legais sofreram diversas revistas pessoais sem fundada suspeita – como é exigido por lei, denotando perseguição a si enquanto registravam conduta policial;
-   um Observador Legal foi ameaçado de morte por policial militar sem identificação;
-   a quase totalidade dos Observadores Legais foi intimidada por policiais militares no exercício da função;
-   uma observadora legal, com atuação internacional em Direitos Humanos, teve a perna atingida por diversos estilhaços de bomba detonada a poucos centímetros do seu corpo e dos demais observadores do grupo;
-   um observador legal foi truculentamente impedido por diversos policiais de realizar acompanhamento de abordagem policial, tendo a roupa rasgada e o pescoço ferido.

SOCORRISTAS

-   impedimento da atuação dos socorristas, importando na negação absoluta ao socorro e ferindo, dessa forma, todas as recomendações da OMS no que diz respeito à humanização em saúde, particularmente no que respeita o atendimento pré-hospitalar;
-   agressão reiterada a equipes de socorristas que insistiam na prestação do socorro às vítimas dos agentes de segurança;
-   alvejadas por balas de borracha (à cerca de dez metros e acima da linha da cintura), socorristas foram impedidas de prestar socorro a um profissional da imprensa atingido por estilhaço de artefato do arsenal da Polícia Militar.
-   socorristas sofreram três revistas infundadas pela Polícia Militar no trajeto de dois quarteirões.

IMPRENSA

Jornalistas acabaram por ver-se tão acuados quanto os demais atores da manifestação, na medida em que estes os buscavam como um possível “porto seguro”, independentemente do tipo ou nacionalidade dos profissionais envolvidos. Por exemplo:
  –  CNN
-   Associated Press
-   TV Aasahi
-   NPR
-   FA Press
-   Sigma Press
-   SBT

Fonte: Advogados Ativistas
http://advogadosativistas.com/advogados-ativistas-e-observadores-legais-registram-o-primeiro-dia-da-copa-do-caos/