sábado, 4 de agosto de 2018

2 meses hoje, mãe!

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[Versão 1]

2 meses hoje, mãe!  

É como renascer. A gente volta a contagem. 

- Sabia que a pessoa cremada vira um pó branco meio rosa? Pra q buscar? Um dia anormal q ficou mais anormal ainda. Rs
Era outro estado de natureza. ♡ 
Fui. Mas só depois do cafezinho (pra n ficar sem o amargo). Rs

- o q Jung diria? 
Salvei uma matéria (e o dia! Rs) do mestrado q perderia se não passasse a ir às aulas "como um cachorrinho", como pressionaria Jung. Rs

Aí eu percebi afeto... pq teve um dia q vi q uma das meninas q menos me conhecia torcia pra que eu chegasse na hora; ou pq o outro sempre me localizava no espaço sideral, quando eu duvidava de Jung; e pq teve um q me procurou depois d uma aula, desfez um mal entendido e ainda falou q era preciso decidir por seguir a viagem e só relaxar. ♡ Por fim, tive coragem d pedir uma carona "pro Rio" pro outro, que antes tinha ouvido atencioso a minha apresentação, balançando a cabeça afirmativamente e me dando confiança por ser crítico.  Consegui... Como um passarinho. Rs

- Caroninha simples!! Pegamos a Linha vermelha. Mas isso aqui é Rio de Janeiro, né cumpadi? No acesso, um carro vinha pela contramão. Tadinho. 

Depois vinham mais 10  carros e mais uns ônibus aparecendo muito de repente, por ser numa curva. Parecia uma manada de mamutes gritando desesperado (como manobrar ??? Rs):

...ARRASTÃO , ARRASTÃO...

Essa modalidade d assalto, dos 14 que passei, era nova. Recusamos... Rs

Ríamos. Ele falava de morar com amigos e tentava achar a av. Brasil. Eu falava que aquele era o futuro, viver por afinidade, e pedia uma informação no posto de gasolina. Alopaticos,  fitoterápicos. 

Ele resolveu me deixar lá no crematório. Afinal, era perigoso ali. O guardador de carros foi gentil, recusando a gorjeta porque não demoramos!!!!!!!!!! Falamos dos cemitérios famosos e ríamos do mercado de urnas caras para pó. Ele fez questão de enfiar minha mãe numa bolsa antiga dele muito pequena , mas de grandes histórias, pra dar pra carregar melhor. "Cara, vc está enfiando minha mãe na sua bolsa". Eu ria. Rs

S.

sexta-feira, 3 de agosto de 2018

Editora independente Mórula

"📖 📚 "Editora independendte fundada com uma perspectiva de produzir livros voltados especialmente para crítica, que com o tempo, foi se construindo como editora eminentemente carioca".

A proposta da Mórula é fazer livros que contribuam para a disseminação de ideias pautadas na crítica, na valorização da diversidade e de uma cultura emancipadora.

#morula #editora #oriodomoa #AldirBlanc #Gramci #LuizAntonioSimas #Aldir70 #Fogonomato #livros #crítica #diversidade #cultura #MauroIasi #LeonorMacedo #Jouralbo #NoelRosa #BrunoDrummond #AndreDahmer #VitorCastro #MarianaAraújo"

Vídeo:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1715503755215101&id=334259466672877

Fonte: Canal Curta
Via: Marília

sábado, 14 de julho de 2018

Vídeos com situações sobre como os homens devem se posicionar pra ajudar mulheres:

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10209280030276399&id=1791501919
O bom de ter amigos é não precisar escrever sobre política.
Lula lá lá

 "Eu não acho o Lula inocente. Sequer acho que  o governo dele tenha sido bom. Todo o esquema de financiamento de campanha é claramente  propina. Mas é legal. não é por isso que ele está sendo julgado. o caso do triplex é patético. e mais importante, tem que ser muito muito ingênuo para acreditar que o judiciário se move para proteger a lei"

"se você procurar os motivos do sistema financeiro/judiciário resolver prender o Lula e bancar o Bolsonaro, em políticas públicas, você vai achar os motivos."

"Eu acho que você está errado. Não acho que ele tenha enriquecido. Ele tinha acesso. Não precisa de propriedade. Se fosse o caso não precisavam inventar um triplex. Acho que as doações de campanha, os acordos com empreiteiras é real. Mas sitiozinho e triplex é desculpa. E ser preso não tem nada a ver com roubar. Tem a ver com poder." Pedro R

quarta-feira, 11 de julho de 2018

Um banda - Tauan

Incorporação

Tauan S. Replica:


"Você Sabia?

INCORPORAÇÃO: ✅ Estado alterado de consciência onde atualmente menos de 1% dos médiuns são inconscientes. A maioria das incorporações é consciente ou semiconscientes, por isso a necessidade de desenvolver a passividade dos médiuns.

O guia espera a sua confiança.
Incorporar é dar passagem para que outra personalidade se manifeste. 70% das incorporações não são mecânicas, isto é, apenas o mental é tomado, portanto, quando incorporado, seu corpo pode tossir, espirrar, limpar os olhos, o nariz, pois trata-se do corpo do médium com todas as suas necessidades fisiológicas.

Nosso corpo é o veículo do guia, como um carro, que ele usará para se manifestar.
Nascemos dentro deste carro e a afinidade com o nosso veículo é tão grande que não fazemos nada sem ele, olhamos pela sua janela (olhos) andamos (pernas), não imaginamos que esse carro possa ter dois lugares ou que alguém possa “dirigi-lo” sem causar um desastre.

A primeira coisa que o guia nos mostra é que não somos este carro, apenas vivemos dentro dele, e vai querer mostrar que alguém mais pode “dirigi-lo” para você.
A nossa dificuldade inicial é “entregar a direção” para ele.

Nas giras de desenvolvimentos vamos sentir muitos “trancos” e sentir uma presença ao nosso lado (é o guia que sentou no banco do passageiro e está pisando no freio, mostrando que está lá). Com o tempo, vamos “soltando” o volante e deixando ele dirigir, no inicio deixamos um pouquinho mas ficamos tão apreensivos que tomamos a direção de volta, depois deixamos mais um pouquinho, mas como ele dirige diferente de nós ficamos com a mão no volante, quando ele faz uma curva a gente mete o pé no freio.

Ai ficamos na dúvida, quem está dirigindo? Eu ou ele?
Com o tempo começamos a pegar confiança nele e a soltar a mão da direção e vemos que ele dirige bem melhor do que a gente e começamos a “apreciar” a paisagem.

Para que ele dirija, temos que dar passividade, confiança, dar a direção para ele. Ele conhece outros caminhos, outros lugares, nunca se perde e sabe sempre pra onde está indo.

Texto retirado da página @MacumbeirosBrasilOficial

#Umbanda #UmbandaBrasil #Praquemtemfé #Umbandadepésdescalços #estudosmediunicos"

- Semiconsciente
Tauan responde:

"Acho que a melhor forma de te explicar isso é compartilhando esse vídeo. Da uma olhada, acho ele bem bacana para compreender estas questões.

https://youtu.be/nxY5ED-VXQ8"

Dados sobre violência contra mulheres

"Primeiro, peço encarecidamente desculpas a todas as mulheres que eventualmente vão assistir esses vídeos (que me deixaram envergonhado), mas sinto que devo aproveitar a deixa e falar um pouco do que eu sinto sobre machismo no Brasil.

O Brasil é o quarto país onde mais são cometidos feminicídios por ano, com uma mulher é morta a cada 2 horas - https://g1.globo.com/monitor-da-violencia/noticia/cresce-n-de-mulheres-vitimas-de-homicidio-no-brasil-dados-de-feminicidio-sao-subnotificados.ghtml

O número de estupros é igualmente estarrecedor: uma mulher é estuprada a cada 11 minutos, ou seja, mais de 5 mulheres são violentadas por hora - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-36401054

Em 2013 foi feita uma pesquisa onde 26% dos entrevistados, mais de 1 em cada 4, disseram que mulheres que usam roupas que mostram o corpo merecem ser atacadas.

A violência contra a mulher está tão enraizada no povo brasileiro que é quase impossível passar um dia sem que eu veja ou saiba de alguma coisa que me deixa absolutamente irado e/ou amedrontado e/ou envergonhado. É um sentimento terrível pois é um ser humano humilhando, violando a integridade física ou tirando a vida um outro ser humano pelo simples fato de se tratar de uma mulher.

Machismo tem que ser exterminado. Esse tipo de coisa não é engraçada. Esse tipo de coisa reforça estereótipos que são as bases do machismo sendo por sua vez a causa das mortes e estupros que vemos todo santo dia. Esse tipo de coisa tem que ser repreendida.

BTW, não seria nada mal se os caras desses videos fossem expostos e punidos, até pq a impunidade estimula esse comportamento vergonhoso."


segunda-feira, 18 de junho de 2018

Livro traz peculiaridades da experiência autonomista no México

Via Pedro L.:

"“Visitei dois caracóis. É uma estrutura que viabiliza o exercício concreto da autonomia: um poder paralelo, ou melhor, um ‘antipoder’, que substituiu as agências estatais expulsas do território. Essa forma de organização, que deve muito à cosmovisão tradicional indígena, possibilita que as pessoas decidam diretamente sobre tudo o que afeta suas vidas: o que vai ser ensinado nas escolas, o tipo de atendimento oferecido nos postos de saúde, a segurança ou a boa convivência nas comunidades”, disse Alkmin.

Apesar de se estruturar como um sistema complexo de autogestão e controle territorial, uma pintura mural da região parece expressar de maneira simples e direta o princípio que norteia a organização dos caracóis. Em meio a uma natureza benigna, um caracol multicolorido, com a cabeça coberta pela máscara do EZLN, afirma: “Lento, pero avanzo” (“Devagar, porém avanço”).

Nas cinco zonas autônomas, as autoridades do poder estatal foram substituídas pelas “Juntas de Bom Governo”, compostas de 10 a 15 pessoas, eleitas pelas comunidades de base a partir de alguns princípios. Entre eles: prestação de contas, cumprimento das deliberações das assembleias e revogação do mandato em qualquer tempo, caso as expectativas das comunidades não estejam sendo atendidas.

“Essas assembleias discutem todos os assuntos de interesse da comunidade. Seu tempo não é o tempo apressado da sociedade capitalista moderna, mas o tempo alongado da sociedade tradicional indígena. Uma assembleia pode durar vários dias. As pessoas discutem, comem, dormem, e voltam a discutir, procurando sempre soluções de consenso” "

Fonte: Jornal da USP
Link:
https://jornal.usp.br/ciencias/livro-investiga-peculiaridades-da-experiencia-autonomista-no-mexico/


Reportagem na íntegra: __________________

Livro traz peculiaridades da experiência autonomista no México

Obra resulta de pesquisa sobre o movimento zapatista realizada junto às populações indígenas de Chiapas
Por  - Editorias: Ciências
14.06.2018

Obra resultou de pesquisa sobre o movimento zapatista realizada junto às populações indígenas do Estado de Chiapas – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
Quase um quarto de século depois do levante armado do Exército Zapatista de Libertação Nacional (EZLN), a experiência de autonomia territorial, política e cultural perdura no Estado mexicano de Chiapas, servindo de baliza para outros projetos autonomistas, no México ou no exterior. 

Ao longo desse período, a estratégia política original das chamadas Forças de Libertação Nacional (FLN), instaladas na Selva Lacandona desde 1983, foi profundamente transformada na interação com as populações indígenas locais, pertencentes a cinco etnias do tronco maia. E, da síntese entre um modelo teórico de inspiração marxista-leninista, que previa a organização popular para a tomada do poder de Estado, e a cosmovisão indígena, que buscava justamente a descentralização desse poder em favor das comunidades, resultou uma forma bastante peculiar de estar e agir no mundo.    

O assunto é objeto do livro Por uma geografia da autonomia (Editora Humanitas, 2018), de Fábio Márcio Alkmin. Resultado do trabalho de mestrado de Fábio, conduzido no Departamento de Geografia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e orientado por Rodrigo Ramos Hospodar Felippe Valverde, o livro recebeu auxílio da Fapesp para publicação. 

“Desenvolvi o estudo entre 2011 e 2015, com apoio da Fapesp. Na ocasião, permaneci seis meses no México: três na Universidad Nacional Autónoma de México (Unam) e três em Chiapas. Em Chiapas, visitei comunidades e pude observar de perto a vida dos moradores”, disse o autor à Agência Fapesp.

Chiapas é o Estado mais pobre do México, com grande porcentual de população indígena. Nele, a autonomia zapatista constituiu-se em territórios descontínuos, estruturando-se, de baixo para cima, em comunidades, municípios e zonas autônomas – todos pautados pelo princípio de “mandar obedecendo”. 
Chiapas é o Estado mais pobre do México, com grande porcentual de população indígena – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
A centralidade administrativa, política e cultural de cada zona autônoma é dada pelo chamado “caracol”. São cinco zonas autônomas e, portanto, cinco “caracóis”, que se encarregam da mediação de conflitos e do gerenciamento de um sem-número de atividades: hospedagens para zapatistas e visitantes, cozinhas coletivas, mercearias, galpões, escritórios com internet, oficinas para consertos, quadras de esportes, cooperativas e, em alguns casos, rádios comunitárias, clínicas de saúde e escolas.

“Visitei dois caracóis. É uma estrutura que viabiliza o exercício concreto da autonomia: um poder paralelo, ou melhor, um ‘antipoder’, que substituiu as agências estatais expulsas do território. Essa forma de organização, que deve muito à cosmovisão tradicional indígena, possibilita que as pessoas decidam diretamente sobre tudo o que afeta suas vidas: o que vai ser ensinado nas escolas, o tipo de atendimento oferecido nos postos de saúde, a segurança ou a boa convivência nas comunidades”, disse Alkmin.

Apesar de se estruturar como um sistema complexo de autogestão e controle territorial, uma pintura mural da região parece expressar de maneira simples e direta o princípio que norteia a organização dos caracóis. Em meio a uma natureza benigna, um caracol multicolorido, com a cabeça coberta pela máscara do EZLN, afirma: “Lento, pero avanzo” (“Devagar, porém avanço”).
Nas cinco zonas autônomas, as autoridades do poder estatal foram substituídas pelas “Juntas de Bom Governo”, compostas de 10 a 15 pessoas, eleitas pelas comunidades de base a partir de alguns princípios. Entre eles: prestação de contas, cumprimento das deliberações das assembleias e revogação do mandato em qualquer tempo, caso as expectativas das comunidades não estejam sendo atendidas.

“Essas assembleias discutem todos os assuntos de interesse da comunidade. Seu tempo não é o tempo apressado da sociedade capitalista moderna, mas o tempo alongado da sociedade tradicional indígena. Uma assembleia pode durar vários dias. As pessoas discutem, comem, dormem, e voltam a discutir, procurando sempre soluções de consenso”, disse Alkmin.
No fundo, o que se busca é o exercício concreto da autodeterminação. Seguindo uma orientação formulada pelo próprio Emiliano Zapata (1879-1919) no curso da Revolução Mexicana (1910-1920, aproximadamente), o EZLN guardou suas armas, mas não as depôs. 
“A ideia marxista-leninista de tomada revolucionária do poder de Estado foi, porém, profundamente ressignificada na interação dos intelectuais da FLN com a população indígena. E resultou no lema ‘Nada para nós. Tudo para todos’. As pessoas não querem tomar o poder de Estado, nem impor aos outros grupos indígenas ou à população mexicana o que eles devem fazer. Mas viver como acham que devem viver. E respeitar que cada um, à sua maneira, também possa fazer o mesmo. É a ideia de que, no mundo, cabem muitos mundos”, disse o geógrafo. 

O estudo foi desenvolvido entre 2011 e 2015, com apoio da Fapesp – Foto: Fábio Márcio Alkmin via Agência Fapesp
Uma preocupação dos zapatistas foi evitar o isolamento a que o próprio confinamento territorial poderia levar. Por isso, eles foram um dos primeiros movimentos a fazer uso da internet para se comunicar com o mundo e veicular seus comunicados, ainda em 1994. Uma iniciativa, ocorrida entre 2013 e 2016, foi a criação das chamadas Escuelitas Zapatistas (Escolinhas Zapatistas), por meio das quais pessoas do mundo inteiro foram convidadas para conhecer in loco o processo de autonomia.

Foto: Reprodução/Editora Humanitas
Outra iniciativa – bem recente – foi o encontro de mulheres zapatistas com mulheres da sociedade civil mexicana e internacional, que aconteceu em março de 2018. “Eles têm um grande interesse em mostrar ao mundo o que estão fazendo. Quando estive lá, me atribuíram a função de observador internacional de direitos humanos”, disse Alkmin. 

“As cinco etnias falam línguas diferentes e utilizam o espanhol para poderem se comunicar nas assembleias. Em termos formais, a instância superior de organização político-militar do EZLN é o Comitê Clandestino Revolucionário Indígena – Comandância Geral, responsável por articular a complexa rede das cinco Zonas Autônomas Zapatistas. Trata-se de uma estrutura herdada no contexto da guerra de 1994, que perdeu parte de suas funções políticas depois do cessar-fogo e da horizontalização do processo decisório, quando se estabeleceu, com muita força, a ideia de que o impulso principal venha realmente de baixo, isto é, das próprias comunidades indígenas”, prosseguiu.

No curso desse processo, o subcomandante Marcos, supostamente um ex-professor da Unam, procurou assumir papel mais discreto. Ele sempre evitou centralizar as atenções e por várias vezes afirmou que estava subordinado às decisões das bases do movimento. Mesmo assim, sua figura armada e encapuzada, compondo a imagem de uma espécie de Che Guevara com um toque de mistério, tornou-se um ícone do movimento zapatista, com forte apelo midiático. 

Para sair de evidência, Marcos fez uma declaração retórica, dizendo que o subcomandante Marcos havia morrido e que ele era agora o indígena Galeano, efetivamente morto em um confronto com os inimigos do movimento. Marcos se despiu da persona algo romântica do subcomandante para assumir a persona de Galeano. E transferiu a subcomandância para Moisés, indígena zapatista que atualmente é o porta-voz do movimento. “O gesto, altamente simbólico, expressa bem a perspectiva de poder zapatista: descentralizada, autônoma e despersonalizada”, disse Alkmin.

Embora economicamente periférico, o Estado de Chiapas possui importância estratégica. Em uma área correspondente a nove vezes a da Região Metropolitana de São Paulo, o Estado concentra os rios mais caudalosos do México e 30% de toda a água superficial do país. Graças à sua riqueza hídrica, responde por 60% do total da energia hidroelétrica consumida em território mexicano. É também uma área muito rica em biodiversidade. E a região que conecta a América do Norte com a América Central, na fronteira do México com a Guatemala.
O livro pode ser adquirido no site da Editora Humanitas.
José Tadeu Arantes  / Agência Fapesp