quinta-feira, 28 de maio de 2015

Mulheres sempre fizeram história

38 Fotos inspiradoras do passado mostrando que as mulheres sempre fizeram história


No dia a dia encontramos mulheres realmente inspiradoras, com suas histórias e exemplos – e isso não algo exclusivo de nosso tempo. Essas fotos são de uma época onde as mulheres não possuíam muitos direitos e todos os comportamentos femininos independentes eram reprovados pela sociedade, mas elas continuaram firmes e inspiraram o mundo.
De grandes feitos até pequenas atitudes, essas são algumas das inúmeras mulheres que deixaram suas marcas ou exemplos na história.

1 – Jeanne Manford com seu filho durante a Marcha do Orgulho LGBT. No ano anterior ela teria visto na televisão seu filho sendo agredido sem que a polícia reagisse – 1972

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2 – Margaret Hamilton, líder de engenharia de software do Projeto Apollo, ao lado do código  que ela escreveu à mão e que foi usado para levar a humanidade à lua – 1969

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3 – Uma mulher holandesa se ​​recusa a deixar o marido, soldado alemão, depois de soldados aliados capturá-lo. Ela o seguiu para o cativeiro – 1944

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4 – Uma samurai – últimas décadas de 1800

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5 – Anna Fisher, uma astronauta americana que ficou conhecida por ser a primeira mãe a ir para o espaço – 1984

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6 – Algumas das primeiras mulheres do Corpo da Marinha nos EUA – 1918

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7 – Pilotas de caça – 1945

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8 – Mulheres usam shorts curtos pela primeira vez em Toronto, no Canadá – 1937

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9 – Uma mulher sueca bate um manifestante neo-nazista com sua bolsa. A mulher era uma sobrevivente do campo de concentração – 1985

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10 – Maud Wagner, a primeira tatuadora mais conhecida nos Estados Unidos – 1907

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11 – Simone Segouin, uma jovem de 18 anos de idade combatente da resistência francesa, durante a libertação de Paris. – 1944

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12 – Sarla Thakral se tornou a primeira mulher indiana a ganhar uma licença de piloto aos 21 anos de idade – 1936

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13 – Kathrine Switzer foi a primeira mulher a correr na Maratona de Boston, apesar das tentativas do organizador da maratona para detê-la – 1967

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14 – Annette Kellerman posando em um maiô. Ela chegou a ser detida por indecência – 1907

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15 – Primeira equipe feminina de basquete no Smith College – 1902

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16 – Mulheres treinando boxe em um telhado em Los Angeles – 1933

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17 – Liga de patins feminino em Nova Iorque – 1950

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18 – A ativista pelo voto feminino nos EUA, Annie Lumpkins, na cadeia da cidade de Little Rock – 1961

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19 – As primeiras mulheres do Hell’s Angels Motorcycle Club – 1973

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20 – Mulheres entregando pesados blocos de gelo – 1918

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21 – Komako Kimura, uma proeminente sufragista japonesa em uma marcha em Nova York – 1917

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22 – Marina Ginesta, um militante comunista de 17 anos de idade, vigiando Barcelona durante a Guerra Civil Espanhola – 1936

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23 – Elspeth Beard, durante sua tentativa de se tornar a primeira mulher inglesa a dar a volta ao mundo de moto – 1980

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24 – Sabiha Gökçen, da Turquia, se tornou a primeira mulher piloto de caça – 1937

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25 – Da guerrilha filipina, a capitã Nieves Fernandez mostra para um soldado norte-americano como ela matou soldados japoneses durante a ocupação – 1944

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26 – Gertrude Ederle, a primeira mulher a cruzar o Canal da Mancha a nado – 1926

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27 – Amelia Earhart, a primeira mulher a voar o Oceano Atlântico – 1928

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28 – Mulheres afegãs estudantes de medicina – 1962

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29 – Um sargento britânico treinando membros do “exército de mães” durante a Batalha da Inglaterra – 1940

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30 – Snipers d0 3ª  Exército de Choque Soviético – 1945

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31 – Leola N. King, a primeira guarda de trânsito dos EUA, em Washington DC – 1918

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32 – Erika, húngara de 15 anos que lutou pela liberdade contra a União Soviética – 1956

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33 –  Enfermeiras norte-americanas chegam à Normandia, durante a Segunda Guerra Mundial – 1944

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34 – Funcionária da Lockheed, fabricante de aviões – 1944

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35 – Uma enfermeira da cruz vermelha anota as últimas palavras de um soldado britânico

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36 – Ellen O’Neal, uma das primeiras skatistas profissionais – 1976

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37 – Marcha a favor dos direitos das mulheres em Detroit, Michigan – 1970

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38 – Uma policial feminina cuida de um bebê abandonado, improvisando uma cama em uma gaveta em seu escritório – 1971

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Fonte: Tudo Interessante
09/03/2015
http://www.tudointeressante.com.br/2015/03/38-fotos-inspiradoras-do-passado-mostrando-que-as-mulheres-sempre-fizeram-historia.html


Maioridade Penal: reduzir?

Contra dados (por mais dubitáveis q sejam) não há argumentos!



http://bit.ly/NaoReduza


AÇÃO URGENTE: A Anistia Internacional Brasil junta sua voz à esta importante mobilização da sociedade brasileira. Acesse agora o nosso site para enviar um e-mail pressionando os 27 integrantes da Comissão Especial da Câmara dos Deputados a se posicionarem contra a redução da maioridade penal e em defesa dos direitos de crianças e adolescentes >>http://bit.ly/NaoReduza


Sua pressão é muito importante, não deixe de acessar e assinar a ação.

#ReduçãoNãoÉSolução

Fonte: Anistia Internacional Brasil
https://www.facebook.com/anistiainternacionalbrasil/photos/a.190326041012125.46733.187970114581051/1024226314288756/?type=1&theater




"Policiais civis se declaram contra a redução da maioridade penal."
Há o mito da impunidade, mas, com o ECA (Estatuto da Criança e do acolescente - Art 102) os menores já podem ser responsabilizados desde 12 anos de idade e com previsão de internação se for crime grave. Não precisamos reduzir a maioridade penal, mas sim de uma correta aplicação do ECA.
Haverão mais presos sim, mas não diminuirá a criminalidade.
O Estado não conseguirá dar conta e será admitida a privatização do cárcere, onde preso vai gerar lucro e a polícia será sobrecarregada.
A maioria dos adolescentes apreendidos são por crimes leves e não por arrancar cabeça.



Em vídeo gravado no Rio de Janeiro policiais civis se declaram contra a redução da maioridade penal. Via: ColigaçãoSaiba mais: goo.gl/l44SMm
Posted by NINJA on Sábado, 9 de maio de 2015

Fonte: Mídia Ninja




















Fonte: Levante Popular da Juventude
https://www.facebook.com/levantepopulardajuventude/photos/a.321629677902593.80868.162474053818157/946495538749334/?type=1&theater


Fim do Social? - Via Félix

Para ler.
"Mas o que seriam essas causas sociais que fazem um jovem se aventurar numa vida perigosa de rua e delitos? Preto Zezé, liderança nacional da Cufa (Central Única das Favelas) que vem das Quadras de Fortaleza, com trajetória de dedicação intelectual e de ações concretas, num texto postado nas redes sociais neste fim de semana (“Senhoras e Senhores, apresento-lhes nossos meninos-bombas!”), promove um olhar agudo e focado sobre o acontecimento que vai além de um aparente desabafo e desesperança. Aponta que “esses meninos que explodem só são vistos, debatidos e lembrados quando surgem das sombras e tiram vidas que são mais vidas que as suas, aliás, suas vidas são apenas números”. Diante de vidas que se forjaram na descrença, que sabem que estão vivendo um dia de cada vez e que hoje pode ser o último, que esbarram numa Justiça que é injusta com quem vem de onde eles vêm, pela morte aleatória estar por perto quando um agente do Estado entra em sua comunidade, por verem suas mães sustentarem com dificuldade a vida da família sem a presença paterna, e por desejarem ser a imediata superação disso, as coisas que a publicidade vende como valores de sucesso acabam encorajando-os a significar a vida em delitos, algumas vezes num caminho sem volta."

Via Félix
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O fim do social?

Toda repercussão presente na inadmissível morte do médico ciclista foi expressada pela dor diante da brutalidade do ato que banaliza a vida

Toda repercussão presente na inadmissível morte do médico ciclista no assalto da Lagoa foi expressada pela dor diante da brutalidade do ato que banaliza a vida, mas possui uma forte tendência, no seu subtexto, de favorecer intolerâncias que aumentam a impossibilidade de uma projeto pleno de cidade.
Imediatamente ao falecimento, um jovem foi encontrado numa favela, recolhido e acusado. Bandeiras de mais segurança pública, de leis mais severas foram levantadas, seguidas da reivindicação de que o possível executor fosse imediatamente excluído, recebendo o carimbo midiático e de governantes de ser um possível portador de desvio — delinquência, psicopatia, entre outras. Esse repertório de falas foi repetido em diversas plataformas: do impresso ao televisivo e nas redes on-line individualizaram o acontecimento e apontam para um triste andar em círculo. Nenhuma dessas reações é nova. Já as vivemos em diversos casos anteriores. Estão presentes até mesmo na fala que indica o problema como sendo unicamente da desigualdade social, de um Estado ineficaz que não consegue garantir direitos igualitários, que apenas favorece uma elite ou, no seu oposto, que não assegura o “cidadão de bem” contra vagabundos. Todas essas falas são legítimas, se pensadas como expressão da dor, por representarem reações a vidas ceifadas, mas acabam funcionando como um teatro catártico que ajuda a arrefecer o acontecimento, sem promover a diminuição desses eventos, e a acirrar ainda mais rancores sociais, já presentes em outros casos, quando falas de autoridades sugeriram que uma vida na Zona Sul valia mais do que em qualquer outro canto da cidade — setores do chamado “outro lado da cidade” acabam incorporando a mesma dicção como resposta.
Canhestramente, um perigoso caminho junta essas falas opostas. As duas descaracterizam a dimensão social e a necessidade de políticas e ações para lidar com esses acontecimentos. De um lado, setores mais radicais dizem que o social é mera encenação para conter os pobres no seu lugar, porque o projeto global é explorá-los. E, de outro lado, aparece o cinismo de canto de boca que diz que é “gastar dinheiro à toa com gente que já está perdida”, que merece encarceramento, afinal “tem muito pobre que se dedica ao trabalho”. Essa polarização politiza aparentemente, mas por optar pelo confronto beligerante vira obstáculo dessa mesma politização. Juntam-se pela falta de esforço em esmiuçar as diversas dimensões do fato, pelo medo de falar de sua complexidade — gestos que seriam necessários para o engajamento da maioria da sociedade em pactos para a sua superação. E, pior, por ficarem na retórica, aumentam a sensação de falta de saída.
Mas o que seriam essas causas sociais que fazem um jovem se aventurar numa vida perigosa de rua e delitos? Preto Zezé, liderança nacional da Cufa (Central Única das Favelas) que vem das Quadras de Fortaleza, com trajetória de dedicação intelectual e de ações concretas, num texto postado nas redes sociais neste fim de semana (“Senhoras e Senhores, apresento-lhes nossos meninos-bombas!”), promove um olhar agudo e focado sobre o acontecimento que vai além de um aparente desabafo e desesperança. Aponta que “esses meninos que explodem só são vistos, debatidos e lembrados quando surgem das sombras e tiram vidas que são mais vidas que as suas, aliás, suas vidas são apenas números”. Diante de vidas que se forjaram na descrença, que sabem que estão vivendo um dia de cada vez e que hoje pode ser o último, que esbarram numa Justiça que é injusta com quem vem de onde eles vêm, pela morte aleatória estar por perto quando um agente do Estado entra em sua comunidade, por verem suas mães sustentarem com dificuldade a vida da família sem a presença paterna, e por desejarem ser a imediata superação disso, as coisas que a publicidade vende como valores de sucesso acabam encorajando-os a significar a vida em delitos, algumas vezes num caminho sem volta.
Como envolver esses jovens em outras trajetórias possíveis? No lugar de abandonar o social, é necessário ressignificar, é necessário encerrar o social apenas como atendimento e pequenos apoios financeiros — eles são um dos elementos. Praças, prédios escolares, habitação, serviços públicos são a base, precisam estar articulados com tutoria que encoraja, e não apenas disciplina, traz aumento de repertório, garantia de direitos, reconhecimento, visibilidade — sabemos que apenas a escolarização regular não é suficiente para o desenvolvimento pleno e projetos de vida. Fazemos isso com filhos de classe média. Essa promessa foi feita pelas três esferas de governo quando as UPPs foram criadas. A falta dessas ações foi apontada por autoridades, ativistas e pesquisadores do assunto. Afinal são poucos jovens que estão nesse caminho. Encarcerá-los é fácil, mas outros virão, não porque são assim. Mas por não priorizarmos com foco o ambiente em que se forjam, com toda inteligência que a cidade produz.


Fonte: O Globo
Autor: Marcus Faustini
http://oglobo.globo.com/cultura/o-fim-do-social-16259071#ixzz3bMh0DcLn

Doação de Medula!

O processo de doação não dói, pois se recebe uma anestesia.
As chances de haver um doador compatível é uma em um milhão, inclusive porque pouca gente doa. A princípio vc doa um pouco de sangue, é feito um mapeamento genético e se houver compatibilidade vc é chamada.
Salve uma vida!
Vamos marcar de doar?

Fonte: Beto Albuquerquer

Salvar uma vida depende só de você. Seja doador de medula óssea!
Posted by Beto Albuquerque on Terça, 19 de maio de 2015

GREVE GERAL EM TODA FEDERAL 2015

Lutando pela GREVE GERAL EM TODA FEDERAL!

Como sempre o CUV (Conselho Universitário) sem quorum! Q seria o local do debate entre reitor, profs e estudantes!
A galera resolve OCUPAR a reitoria! E a primeira coisa q o Lenin fala (esse é mermo o nome do cara! rs) é "Queremos estabelecer com vcs um debate político!". 
"O Aluno", esse ser baderneiro e sem luz, pergunta: O CUV SERVE PRA QUE????
Chega a guarda municipal com sprays pra usar em baderneiros...

É o show da Democracia do Demo! rs
Como sempre bate aquela "certeza ventilada d poesia" d saber com quem eu ando: vários rostos conhecidos no vídeo! Tamus aê!
UFF 
Emoticon heart

domingo, 17 de maio de 2015

Mais uma vez tudo vai mudar.

Mais uma vez tudo vai mudar. Não preciso pressentir.
Não tem espera q queira ficar.

Baixe livros de história!

Baixe livros de história!

http://canaldoensino.com.br/blog/baixe-de-graca-mais-de-mil-livros-de-historia