Só o fato desses números aumentarem não me parece suficiente. Precisa analisar melhor o contexto . Informação que segue:
"Fatos que desmentem o que muitos pregam sobre o governo Lula, que "acabou" com o país.
1. Produto Interno Bruto:
2002 – R$ 1,48 trilhões
2013 – R$ 4,84 trilhões
2. PIB per capita:
2002 – R$ 7,6 mil
2013 – R$ 24,1 mil
3. Dívida líquida do setor público:
2002 – 60% do PIB
2013 – 34% do PIB
4. Lucro do BNDES:
2002 – R$ 550 milhões
2013 – R$ 8,15 bilhões
5. Lucro do Banco do Brasil:
2002 – R$ 2 bilhões
2013 – R$ 15,8 bilhões
6. Lucro da Caixa Econômica Federal:
2002 – R$ 1,1 bilhões
2013 – R$ 6,7 bilhões
7. Produção de veículos:
2002 – 1,8 milhões
2013 – 3,7 milhões
8. Safra Agrícola:
2002 – 97 milhões de toneladas
2013 – 188 milhões de toneladas
9. Investimento Estrangeiro Direto:
2002 – 16,6 bilhões de dólares
2013 – 64 bilhões de dólares
10. Reservas Internacionais:
2002 – 37 bilhões de dólares
2013 – 375,8 bilhões de dólares
11. Índice Bovespa:
2002 – 11.268 pontos
2013 – 51.507 pontos
12. Empregos Gerados:
Governo FHC – 627 mil/ano
Governo Lula – 1,79 milhões/ano
13. Taxa de Desemprego:
2002 – 12,2%
2013 – 5,4%
14. Valor de Mercado da Petrobras:
2002 – R$ 15,5 bilhões
2014 – R$ 104,9 bilhões
15. Lucro médio da Petrobras:
Governo FHC – R$ 4,2 bilhões/ano
Governo Lula – R$ 25,6 bilhões/ano
16. Falências Requeridas em Média/ano:
Governo FHC – 25.587
Governo Lula – 5.795
17. Salário Mínimo:
2002 – R$ 200 (1,42 cestas básicas)
2014 – R$ 724 (2,24 cestas básicas)
18. Dívida Externa em Relação às Reservas:
2002 – 557%
2014 – 81%
19. Posição entre as Economias do Mundo:
2002 - 13ª
2014 - 7ª
20. PROUNI – 1,2 milhões de bolsas
21. Salário Mínimo Convertido em Dólares:
2002 – 86,21
2014 – 305,00
22. Passagens Aéreas Vendidas:
2002 – 33 milhões
2013 – 100 milhões
23. Exportações:
2002 – 60,3 bilhões de dólares
2013 – 242 bilhões de dólares
24. Inflação Anual Média:
Governo FHC – 9,1%
Governo Lula – 5,8%
25. PRONATEC – 6 Milhões de pessoas
26. Taxa Selic:
2002 – 18,9%
2012 – 8,5%
27. FIES – 1,3 milhões de pessoas com financiamento universitário
28. Minha Casa Minha Vida – 1,5 milhões de famílias beneficiadas
29. Luz Para Todos – 9,5 milhões de pessoas beneficiadas
30. Capacidade Energética:
2001 - 74.800 MW
2013 - 122.900 MW
31. Criação de 6.427 creches
32. Ciência Sem Fronteiras – 100 mil beneficiados
33. Mais Médicos (Aproximadamente 14 mil novos profissionais): 50 milhões de beneficiados
34. Brasil Sem Miséria – Retirou 22 milhões da extrema pobreza
35. Criação de Universidades Federais:
Governo Lula - 18
Governo FHC - ZERO!!!
36. Criação de Escolas Técnicas:
Governo Lula- 214
Governo FHC - 11
De 1500 até 1994 - 140
37. Desigualdade Social:
Governo FHC - Queda de 2,2%
Governo Lula - Queda de 11,4%
38. Produtividade:
Governo FHC - Aumento de 0,3%
Governo Lula - Aumento de 13,2%
39. Taxa de Pobreza:
2002 - 34%
2012 - 15%
40. Taxa de Extrema Pobreza:
2003 - 15%
2012 - 5,2%
41. Índice de Desenvolvimento Humano:
2000 - 0,669
2005 - 0,699
2012 - 0,730
42. Mortalidade Infantil:
2002 - 25,3 em 1000 nascidos vivos
2012 - 12,9 em 1000 nascidos vivos
43. Gastos Públicos em Saúde:
2002 - R$ 28 bilhões
2013 - R$ 106 bilhões
44. Gastos Públicos em Educação:
2002 - R$ 17 bilhões
2013 - R$ 94 bilhões
45. Estudantes no Ensino Superior:
2003 - 583.800
2012 - 1.087.400
46. Risco Brasil (IPEA):
2002 - 1.446
2013 - 224
47. Operações da Polícia Federal:
Governo FHC - 48
Governo Lula- 1.273 (15 mil presos)
48. Varas da Justiça Federal:
2003 - 100
2010 - 513
49. 38 milhões de pessoas ascenderam à Nova Classe Média (Classe C)
50. 42 milhões de pessoas saíram da MISÉRIA!
FONTES:
47/48 - http://www.dpf.gov.br/agencia/estatisticas
39/40 - http://www.washingtonpost.com
42 - OMS, Unicef, Banco Mundial e ONU
37 - índice de GINI: www.ipeadata.gov.br
45 - Ministério da Educação
13 - IBGE
26 - Banco Mundial"
o sol no cafofo! Rodo cotidiano, Rabiscos voadores... As anotações mais urgentes e mais tortas pelo tempo! "Eu sempre espero uma coisa nova de mim, eu sou um frisson de espera - algo está sempre vindo de mim ou fora de mim." C.
segunda-feira, 12 de novembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Essa semana China, Irã e Rússia, reiteraram apoio a Venezuela, em contrapartida, os Estados Unidos doou em Outubro deste ano, 96 tanques de guerra para o Brasil, vale lembrar que esta semana o Senado estadunidense propôs uma Coalizão com Brasil e Colômbia para invadirem a Venezuela, estamos em vias de iniciar uma 3° guerra mundial com a conivência e o amplo apoio da população brasileira.
https://exame.abril.com.br/mundo/russia-planeja-fabrica-de-fuzis-kalashnikov-na-venezuela-em-2019/
https://exame.abril.com.br/mundo/russia-planeja-fabrica-de-fuzis-kalashnikov-na-venezuela-em-2019/
Como lidar com pessoas quando ultrapassamos limites?
Pessoalmente e em espaços de decisão.
- No âmbito pessoal.
Quando a gente é legal em situações conflitantes é difícil lidar com os abusos. Porque deixamos a reatividade de lado para expressar que a pessoa poderia tratar a gente melhor já que estamos tentando conversar e entender. Isso no âmbito pessoal.
Tento agora me lembrar das vezes em que isso deu certo, e foi muito bom.
O que eu observei muito nisso foi que, ao tentarmos entender alguém nervoso, a pessoa continua nervosa e, as vezes, até piora esse comportamento. Pude observar tb como é fácil só reagir mal porque o outro nos trata mal como se não fosse importante ultrapassar isso.
Quando percebo q a pessoa só quer brigar eu decido continuar ou não, né? Muita gente continua. RS
- No âmbito não pessoal:
Saindo do ambito pessoal: tem situações em q a gente precisa concluir.
Hoje, quando vejo a pessoa engrossando comigo, eu aviso que vou engrossar com ela. Porque acho injusto um lado que só tem que ser paciente enquanto o outro só piora. Não serve de limite pra outra pessoa e nem é pedagógico.
E tb conto pra ela qual comportamento que está me causando aquilo. Porque a pessoa pode não estar percebendo. Pra isso funcionar é preciso alguém que faça o papel de mediação, muitas vezes. Porque a gente acaba se fechando pra opositora/pro opositor, muitas vezes. A mediação pode ser com autoridade (cargos mesmo de autordade ou de importavia pors envolvidos, simplesmente) ou apenas fazendo o papel da "calma".
Por isso não ser possível em espaços como o movimento estudantil, por exemplo, eu sempre me mantive distante de espaços que considero desonestos como esse. Onde a gente reproduzia a polticagem. Onde a gente quer apenas vencer o debate sem se deter nos argumentos. Onde parecia q a gente n avançava.
- Âmbito nao pessoal mas em espscos ainda menores:
E com dor observo nos espaços menores quando isso acontece. Porque não me dá vontade de ser melhor com quem tem atitudes desonestas. Principalmente entre pessoas q supostamente se conhecem.
Pessoas vão discordar e podemos julgar como desonestas certas posturas de qualquer forma. Tudo bem e a gente mantém a discordância: "Olha, não acho certa sua foma de agir". Mas ser desonesto no debate apenas para atacar, expondo questões do grupo que ocorrem no seu grupo também, é muito diferente. Não leva a lugar nenhum.
- Conclusão
Pra mim, não é perder a amizade por causa de política. É perder a amizade porque eu prezo mesmo por uma forma de tratar a outra pessoa sem medo do que ela vai fazer com isso depois. E que as amizades que se mantenham sejam em cima da autocrítica e solucao de problemas pessoais e coletivos.
Espero que isso tudo dê certo. Mesmo que com afastamentos.
S.
_________________
"Ela" diz: você quer mudar o mundo, mas você que tem que mudar.
Parece muito bonito, mas só tenho medo de me adaptar aos lugares doentes. Por isso pensemos em mudar tudo, onde a gente faz parte disso. Não existe conselho perfeito. Eu sei.
As vezes, se mudar é tb mudar de lugar. E mudar de lugar a gente facilita, mas também não é fácil. A gente facilita indo morar perto da família, ou do companheiro, ou do trabalho. Deixamos o trabalho escolher nossp rumo aonde ele surgir ao invés de procurar trabalho no lugar para onde queremos ir. Não sabemos ser livres.
Chego a atual questão. Mudar: para onde? Ou melhor, com quem?
Quantas pessoas realmente escolheram aonde morar?
É uma boa questão! <3
(Tenho q ser monja pra falar disso? Vamos coversar mais, gente! Somos todos mestres se nos propusemos a isso.)
S.
_____________
Pessoalmente e em espaços de decisão.
- No âmbito pessoal.
Quando a gente é legal em situações conflitantes é difícil lidar com os abusos. Porque deixamos a reatividade de lado para expressar que a pessoa poderia tratar a gente melhor já que estamos tentando conversar e entender. Isso no âmbito pessoal.
Tento agora me lembrar das vezes em que isso deu certo, e foi muito bom.
O que eu observei muito nisso foi que, ao tentarmos entender alguém nervoso, a pessoa continua nervosa e, as vezes, até piora esse comportamento. Pude observar tb como é fácil só reagir mal porque o outro nos trata mal como se não fosse importante ultrapassar isso.
Quando percebo q a pessoa só quer brigar eu decido continuar ou não, né? Muita gente continua. RS
- No âmbito não pessoal:
Saindo do ambito pessoal: tem situações em q a gente precisa concluir.
Hoje, quando vejo a pessoa engrossando comigo, eu aviso que vou engrossar com ela. Porque acho injusto um lado que só tem que ser paciente enquanto o outro só piora. Não serve de limite pra outra pessoa e nem é pedagógico.
E tb conto pra ela qual comportamento que está me causando aquilo. Porque a pessoa pode não estar percebendo. Pra isso funcionar é preciso alguém que faça o papel de mediação, muitas vezes. Porque a gente acaba se fechando pra opositora/pro opositor, muitas vezes. A mediação pode ser com autoridade (cargos mesmo de autordade ou de importavia pors envolvidos, simplesmente) ou apenas fazendo o papel da "calma".
Por isso não ser possível em espaços como o movimento estudantil, por exemplo, eu sempre me mantive distante de espaços que considero desonestos como esse. Onde a gente reproduzia a polticagem. Onde a gente quer apenas vencer o debate sem se deter nos argumentos. Onde parecia q a gente n avançava.
- Âmbito nao pessoal mas em espscos ainda menores:
E com dor observo nos espaços menores quando isso acontece. Porque não me dá vontade de ser melhor com quem tem atitudes desonestas. Principalmente entre pessoas q supostamente se conhecem.
Pessoas vão discordar e podemos julgar como desonestas certas posturas de qualquer forma. Tudo bem e a gente mantém a discordância: "Olha, não acho certa sua foma de agir". Mas ser desonesto no debate apenas para atacar, expondo questões do grupo que ocorrem no seu grupo também, é muito diferente. Não leva a lugar nenhum.
- Conclusão
Pra mim, não é perder a amizade por causa de política. É perder a amizade porque eu prezo mesmo por uma forma de tratar a outra pessoa sem medo do que ela vai fazer com isso depois. E que as amizades que se mantenham sejam em cima da autocrítica e solucao de problemas pessoais e coletivos.
Espero que isso tudo dê certo. Mesmo que com afastamentos.
S.
_________________
"Ela" diz: você quer mudar o mundo, mas você que tem que mudar.
Parece muito bonito, mas só tenho medo de me adaptar aos lugares doentes. Por isso pensemos em mudar tudo, onde a gente faz parte disso. Não existe conselho perfeito. Eu sei.
As vezes, se mudar é tb mudar de lugar. E mudar de lugar a gente facilita, mas também não é fácil. A gente facilita indo morar perto da família, ou do companheiro, ou do trabalho. Deixamos o trabalho escolher nossp rumo aonde ele surgir ao invés de procurar trabalho no lugar para onde queremos ir. Não sabemos ser livres.
Chego a atual questão. Mudar: para onde? Ou melhor, com quem?
Quantas pessoas realmente escolheram aonde morar?
É uma boa questão! <3
(Tenho q ser monja pra falar disso? Vamos coversar mais, gente! Somos todos mestres se nos propusemos a isso.)
S.
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sexta-feira, 2 de novembro de 2018
Entrevistado Pedro Cardoso num jornal português
Facebook:
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1677301929040831&id=100002831212810
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terça-feira, 30 de outubro de 2018
Como Jair Messias Bolso não é visto
"Diante a tanta ignorância e hipocrisia resolvi manifestar-me!
"Não é pra tentar mudar seu voto, é pra que vc entenda o meu"
“_Mas Fulano você é tão inteligente, não acredito que você vai votar no #BOLSONARO17 😎 ???”
Bom;
Eu não dou conta da minha inteligência, mas para me avaliar é preciso no mínimo saber mais do que eu, enfim, Comecei achando ele um grosseiro, maluco.... até que fui fuçando, ouvindo, entendendo o humor e a ironia dele e vendo que muitas vezes ela era necessária para combater a hipocrisia.
Ao longo do tempo fui vendo que todas as pessoas que considero mais inteligentes do que eu; todos os amigos pelos quais tenho enorme respeito e admiração estarão votando em #BOLSONARO 😎,
Percebi que muitos estavam vendo o que eu também via. Então tornou-se impossível não apoiá-lo.
Digo isto, não para que você mude o seu voto, apenas para que você entenda O MEU VOTO.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda ativistas de esquerda que defendem aborto, liberação das drogas, erotização precoce de crianças.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda traficantes, bandidos, assassinos, pedófilos e estupradores.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda a Rede Globo que entra na sua casa e tenta te doutrinar.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda defensores de bandido e políticos corruptos.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO incomoda o cidadão de bem, a mãe e o pai de família.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é a favor de cotas raciais, é a favor de cotas para "POBRES" já que existem brancos e negros vivendo a mesma situação de dificuldade.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, nunca foi contra o homossexual, ele é contra a erotização (homo e hétero) de crianças.
Ele também é contra a ideologia de gênero: que quer que aceitemos que ninguém nasce homem ou mulher, ou seja, nós descobrimos nossa sexualidade ao longo da vida. Você que está grávida não pode dizer se seu bebê é menino ou menina, é um ser humano que irá "se descobrir" homem ou mulher ainda, num futuro e se sobreviver já que a mesma ideologia do gênero também é a favor do aborto.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é contra mulheres, ele não acha que mulher deve ganhar menos que homem, ele é a favor de que o salário seja de acordo com a produtividade, independente do gênero e daquilo que já prevê a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho e a nossa constituição: Todos são iguais.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI NÃO vai sair por aí distribuindo armas como alguns pensam, primeiro que ele defende a posse (ter arma em casa) e não o porte (sair com ela na rua). E além do mais, existe todo um processo para conseguir adquirir. O que não pode acontecer é continuarmos sendo reféns de bandidos muito bem armados, que sabe que a população está desarmada e não temos chance de nos defender.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO vai ter pena de bandido que mata pai de família, que mata um estudante por causa de um celular, ou que estupra menor, mulher, senhora, o candidato que eu escolhi, vai dar "carta branca" pro policial combater esses vagabundos que nos oprimem dia após dia.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHO, só tem 8 segundos de televisão no horário eleitoral, e o "comercial" dele na tv é tão simples que parece que foi feito no Paint. Mas sabe por quê? Porque ele não fez alianças com 300 partidos para ganhar mais tempo de televisão para depois ficar com rabo preso devendo um monte de favores, como indicação de ministérios para pessoas incompetentes. O comercial é feio sim, sem musiquinhas e novelinhas emotivas que só faltam nos fazer chorar, mas porque ele também não aceitou dinheiro para investir em campanha eleitoral.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, é igual massa de bolo, quanto mais batem, mais ele cresce.
EU estou falando de Jair Messias Bolsonaro!
Não acredito e nunca acreditei que ele seja a salvação do Brasil, nem tão pouco um "mito" como muitos o pintam; acho até injusto cobrar isso de um homem, mero mortal. Mas no momento de calamidade em que estamos vivendo em nosso país, eu acredito muito que ele seja o único capaz de "arrumar a casa", para que possamos começar a ver alguma melhora daqui há alguns anos. Ele tem independência política para indicar bons ministros por competência pois não deve favores a ninguém! Ele tem a humildade e, vale dizer, a CORAGEM de assumir que não sabe tudo! Mas que está disposto a colocar pessoas capacitadas para trabalhar ao seu lado, afinal, que homem/mulher tem pleno conhecimento e capacidade para governar uma nação do porte do Brasil sozinho/a? E o principal de tudo... em 27 anos de vida política não acharam sequer UM envolvimento com corrupção. Ou você não acha que vasculharam a vida dele desde o jardim de infância pra descobrir se ele não roubou a borracha do coleguinha? Não existe candidato PERFEITO. Nunca teremos um candidato 100% ideal. Vamos pesquisar, vamos colocar na balança o que precisamos agora pro momento do nosso país. Não quero mais os mesmos... quero ao menos tentar algo novo e o Bolsonaro me devolveu uma pontinha de esperança e alegria de sair de casa pra votar. Então deixo aqui as minhas razões para votar em Bolsonaro 17. "
(autor desconhecido, mas parece q fui eu que escrevi pq é exatamente o q eu penso) 😎🇧🇷👉
Bom dia uma ótima semana..."
"Diante a tanta ignorância e hipocrisia resolvi manifestar-me!
"Não é pra tentar mudar seu voto, é pra que vc entenda o meu"
“_Mas Fulano você é tão inteligente, não acredito que você vai votar no #BOLSONARO17 😎 ???”
Bom;
Eu não dou conta da minha inteligência, mas para me avaliar é preciso no mínimo saber mais do que eu, enfim, Comecei achando ele um grosseiro, maluco.... até que fui fuçando, ouvindo, entendendo o humor e a ironia dele e vendo que muitas vezes ela era necessária para combater a hipocrisia.
Ao longo do tempo fui vendo que todas as pessoas que considero mais inteligentes do que eu; todos os amigos pelos quais tenho enorme respeito e admiração estarão votando em #BOLSONARO 😎,
Percebi que muitos estavam vendo o que eu também via. Então tornou-se impossível não apoiá-lo.
Digo isto, não para que você mude o seu voto, apenas para que você entenda O MEU VOTO.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda ativistas de esquerda que defendem aborto, liberação das drogas, erotização precoce de crianças.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda traficantes, bandidos, assassinos, pedófilos e estupradores.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda a Rede Globo que entra na sua casa e tenta te doutrinar.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, incomoda defensores de bandido e políticos corruptos.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO incomoda o cidadão de bem, a mãe e o pai de família.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é a favor de cotas raciais, é a favor de cotas para "POBRES" já que existem brancos e negros vivendo a mesma situação de dificuldade.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, nunca foi contra o homossexual, ele é contra a erotização (homo e hétero) de crianças.
Ele também é contra a ideologia de gênero: que quer que aceitemos que ninguém nasce homem ou mulher, ou seja, nós descobrimos nossa sexualidade ao longo da vida. Você que está grávida não pode dizer se seu bebê é menino ou menina, é um ser humano que irá "se descobrir" homem ou mulher ainda, num futuro e se sobreviver já que a mesma ideologia do gênero também é a favor do aborto.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO é contra mulheres, ele não acha que mulher deve ganhar menos que homem, ele é a favor de que o salário seja de acordo com a produtividade, independente do gênero e daquilo que já prevê a CLT - Consolidação das Leis do Trabalho e a nossa constituição: Todos são iguais.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI NÃO vai sair por aí distribuindo armas como alguns pensam, primeiro que ele defende a posse (ter arma em casa) e não o porte (sair com ela na rua). E além do mais, existe todo um processo para conseguir adquirir. O que não pode acontecer é continuarmos sendo reféns de bandidos muito bem armados, que sabe que a população está desarmada e não temos chance de nos defender.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, NÃO vai ter pena de bandido que mata pai de família, que mata um estudante por causa de um celular, ou que estupra menor, mulher, senhora, o candidato que eu escolhi, vai dar "carta branca" pro policial combater esses vagabundos que nos oprimem dia após dia.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHO, só tem 8 segundos de televisão no horário eleitoral, e o "comercial" dele na tv é tão simples que parece que foi feito no Paint. Mas sabe por quê? Porque ele não fez alianças com 300 partidos para ganhar mais tempo de televisão para depois ficar com rabo preso devendo um monte de favores, como indicação de ministérios para pessoas incompetentes. O comercial é feio sim, sem musiquinhas e novelinhas emotivas que só faltam nos fazer chorar, mas porque ele também não aceitou dinheiro para investir em campanha eleitoral.
O CANDIDATO QUE EU ESCOLHI, é igual massa de bolo, quanto mais batem, mais ele cresce.
EU estou falando de Jair Messias Bolsonaro!
Não acredito e nunca acreditei que ele seja a salvação do Brasil, nem tão pouco um "mito" como muitos o pintam; acho até injusto cobrar isso de um homem, mero mortal. Mas no momento de calamidade em que estamos vivendo em nosso país, eu acredito muito que ele seja o único capaz de "arrumar a casa", para que possamos começar a ver alguma melhora daqui há alguns anos. Ele tem independência política para indicar bons ministros por competência pois não deve favores a ninguém! Ele tem a humildade e, vale dizer, a CORAGEM de assumir que não sabe tudo! Mas que está disposto a colocar pessoas capacitadas para trabalhar ao seu lado, afinal, que homem/mulher tem pleno conhecimento e capacidade para governar uma nação do porte do Brasil sozinho/a? E o principal de tudo... em 27 anos de vida política não acharam sequer UM envolvimento com corrupção. Ou você não acha que vasculharam a vida dele desde o jardim de infância pra descobrir se ele não roubou a borracha do coleguinha? Não existe candidato PERFEITO. Nunca teremos um candidato 100% ideal. Vamos pesquisar, vamos colocar na balança o que precisamos agora pro momento do nosso país. Não quero mais os mesmos... quero ao menos tentar algo novo e o Bolsonaro me devolveu uma pontinha de esperança e alegria de sair de casa pra votar. Então deixo aqui as minhas razões para votar em Bolsonaro 17. "
(autor desconhecido, mas parece q fui eu que escrevi pq é exatamente o q eu penso) 😎🇧🇷👉
Bom dia uma ótima semana..."
domingo, 28 de outubro de 2018
Como sobreviver ao fascismo
1. Em primeiro lugar, calma. O medo é natural e inevitável. O importante é evitar o segundo estágio: o pânico. Porque o pânico gera ações irracionais que só agravam o problema da segurança. Reconheça as ameaças, mas não aumente o valor delas. Não difunda videos que mostrem o adversário em posição de superioridade. Exceto se for para denunciar uma violência que você sabe ser real. Não difunda mensagens pessimistas e de medo. Nem bazófias autossuficientes de heróis de teclado que nada farão. Seja discreto.
2. seja discreto. Se possível saia de algumas redes sociais. Informe-se com os companheiros anarquistas sobre segurança digital. Se tiver que usar para trabalhos escolares ou relações pessoais, não poste coisas polêmicas, mas também não fique em grupos emq ue haja fascistas declarados. Eles sabem sua opinião, vão provocá-lo. Mesmo se for um parente seu, pode inadvertidamente denunciar você para alguém que conhece seu patrão, por exemplo.
3. Não faça atividade política sozinho. Não vista roupas com mensagens revolucionárias sozinho. Não aceite provocações na rua. Especialmente em bares e festas. Ali, todos poderão estar animados por drogas para exercitar mais a violência. Mas, de novo, também não fique em pânico. Fascistas são covardes. Não agridem sozinhos, apenas em bandos. Desvie de bandos. Não rebata ofensas, mas não se deixe humilhar. Vá embora. Não ameace ninguém. Se preciso, pode se vingar, mas não avise antes, por supuesto.
4. Faça reuniões mensais com pessoas que pensam como você. Isso reforça a sensação de que não está só. Busque alegria em jantares e pequenas festas. Evite as grandes. Seja solidário com companheiros perseguidos, mas faça como Cristo manda: ninguém precisa saber que você ajudou.
5. Sem prejuízo de outros, leia livros de quem enfrentou o fascismo: Durruti, Stalin, Trotsky, Gramsci, Dimitrov e, especialmente, Togliatti. Não tenha preconceito ideológico agora. Só com a extrema direita.
6. Cuide da saúde física também. Faça algum esporte leve pelo menos. Caminhada, bicicleta. Sinta o vento ao rosto. Beba com moderação. Encha a cara de vez em quando com os amigos. De preferência em locais já bem conhecidos.
7. O fascismo no Brasil vai ficar por algum tempo na sua primeira fase. Aquela de Mussolini entre 1922 e 1926. Com parlamento funcionando, mas com violências dispersas, perseguições, delações, achincalhamento virtual, invasão de espaços culturais e universitários por bandos de energúmenos, agressões físicas, repressão a manifestações públicas e assassinatos de pobres na periferia. Eu sei que isso já acontecia, mas agora é outro patamar. Mas haverá espaço para crítica e este é o problema que comentaremos no pŕoximo item.
8. O espaço de crítica tem que ser usado com cuidado. Os fascistas marcarão o que você diz. Se considerarem que ameaça seu poder, reagirão. Por isso, apareça menos. Procure reforçar suas ideias lateralmente, com temas menos explícitos. Participe de instituições de sua categoria mesmo dirigidas por reacionários e observe. No cotidiano, converse com as pessoas sem agressividade. Ouça. Avalie seu interlocutor. Se ele for militante fascista, abandone-o. Se for um apoiador indeciso, introjete em sua mente conteúdos críticos. Para que ele vá além da aparência. Dialética é isso. Diálogo mais contradição. Não há ideologia sem o seu contrário. E se for uma pessoa democrata, busque consensos em torno disso, como explicarei no próximo item.
9. Uma derrota histórica da esquerda, joga também os liberais e conservadores democratas no mesmo terreno que nós. Assim como o golpe de 2016 fez a classe trabalhadora recuar e abandonar as novas formas de ação política, agora ela vai se agarrar ao mínimo comum: a democracia que lhe garante um terreno para defender os seus direitos. Com os trabalhadores devemos falar de democracia e economia porque eles são mais inteligentes. Com a pequena burguesia democrática devemos falar de democracia porque além disso teremos divergências inoportunas.
10. Nada está perdido. Confie na história. Já houve momentos piores. Estamos num ciclo recessivo associado à derrota de um ascenso político de esquerda. Leia poemas e mensagens otimistas de Mao, Ho Chi Minh, Brecht, as Instruções para esquivar o mau tempo de Paco Urondo e outros. Cuidado ao portar livros porque fascistas não leem e desconfiam de leitores. Use capas anódinas, cobertas de outro papel. Mas não desista, o fascismo é em si mesmo uma reação desesperada de uma classe agonizante. Parece eterno. Não é. Será derrotado como o foi em todas as outras ocasiões da história.
Alex Prouchnoj
1. Em primeiro lugar, calma. O medo é natural e inevitável. O importante é evitar o segundo estágio: o pânico. Porque o pânico gera ações irracionais que só agravam o problema da segurança. Reconheça as ameaças, mas não aumente o valor delas. Não difunda videos que mostrem o adversário em posição de superioridade. Exceto se for para denunciar uma violência que você sabe ser real. Não difunda mensagens pessimistas e de medo. Nem bazófias autossuficientes de heróis de teclado que nada farão. Seja discreto.
2. seja discreto. Se possível saia de algumas redes sociais. Informe-se com os companheiros anarquistas sobre segurança digital. Se tiver que usar para trabalhos escolares ou relações pessoais, não poste coisas polêmicas, mas também não fique em grupos emq ue haja fascistas declarados. Eles sabem sua opinião, vão provocá-lo. Mesmo se for um parente seu, pode inadvertidamente denunciar você para alguém que conhece seu patrão, por exemplo.
3. Não faça atividade política sozinho. Não vista roupas com mensagens revolucionárias sozinho. Não aceite provocações na rua. Especialmente em bares e festas. Ali, todos poderão estar animados por drogas para exercitar mais a violência. Mas, de novo, também não fique em pânico. Fascistas são covardes. Não agridem sozinhos, apenas em bandos. Desvie de bandos. Não rebata ofensas, mas não se deixe humilhar. Vá embora. Não ameace ninguém. Se preciso, pode se vingar, mas não avise antes, por supuesto.
4. Faça reuniões mensais com pessoas que pensam como você. Isso reforça a sensação de que não está só. Busque alegria em jantares e pequenas festas. Evite as grandes. Seja solidário com companheiros perseguidos, mas faça como Cristo manda: ninguém precisa saber que você ajudou.
5. Sem prejuízo de outros, leia livros de quem enfrentou o fascismo: Durruti, Stalin, Trotsky, Gramsci, Dimitrov e, especialmente, Togliatti. Não tenha preconceito ideológico agora. Só com a extrema direita.
6. Cuide da saúde física também. Faça algum esporte leve pelo menos. Caminhada, bicicleta. Sinta o vento ao rosto. Beba com moderação. Encha a cara de vez em quando com os amigos. De preferência em locais já bem conhecidos.
7. O fascismo no Brasil vai ficar por algum tempo na sua primeira fase. Aquela de Mussolini entre 1922 e 1926. Com parlamento funcionando, mas com violências dispersas, perseguições, delações, achincalhamento virtual, invasão de espaços culturais e universitários por bandos de energúmenos, agressões físicas, repressão a manifestações públicas e assassinatos de pobres na periferia. Eu sei que isso já acontecia, mas agora é outro patamar. Mas haverá espaço para crítica e este é o problema que comentaremos no pŕoximo item.
8. O espaço de crítica tem que ser usado com cuidado. Os fascistas marcarão o que você diz. Se considerarem que ameaça seu poder, reagirão. Por isso, apareça menos. Procure reforçar suas ideias lateralmente, com temas menos explícitos. Participe de instituições de sua categoria mesmo dirigidas por reacionários e observe. No cotidiano, converse com as pessoas sem agressividade. Ouça. Avalie seu interlocutor. Se ele for militante fascista, abandone-o. Se for um apoiador indeciso, introjete em sua mente conteúdos críticos. Para que ele vá além da aparência. Dialética é isso. Diálogo mais contradição. Não há ideologia sem o seu contrário. E se for uma pessoa democrata, busque consensos em torno disso, como explicarei no próximo item.
9. Uma derrota histórica da esquerda, joga também os liberais e conservadores democratas no mesmo terreno que nós. Assim como o golpe de 2016 fez a classe trabalhadora recuar e abandonar as novas formas de ação política, agora ela vai se agarrar ao mínimo comum: a democracia que lhe garante um terreno para defender os seus direitos. Com os trabalhadores devemos falar de democracia e economia porque eles são mais inteligentes. Com a pequena burguesia democrática devemos falar de democracia porque além disso teremos divergências inoportunas.
10. Nada está perdido. Confie na história. Já houve momentos piores. Estamos num ciclo recessivo associado à derrota de um ascenso político de esquerda. Leia poemas e mensagens otimistas de Mao, Ho Chi Minh, Brecht, as Instruções para esquivar o mau tempo de Paco Urondo e outros. Cuidado ao portar livros porque fascistas não leem e desconfiam de leitores. Use capas anódinas, cobertas de outro papel. Mas não desista, o fascismo é em si mesmo uma reação desesperada de uma classe agonizante. Parece eterno. Não é. Será derrotado como o foi em todas as outras ocasiões da história.
Alex Prouchnoj
Fácil ser branco e compartilhar isso. Mas olhando pelo lado de saber de quem se tratam seus opositores:
"Eu acho tudo isso que está acontecendo positivo no macro, embora esteja sendo dificílimo no micro. Explico: todo esse ódio, toda essa ignorância, essa violência, isso tudo já existia ao nosso redor. Agora é como se tivessem tirado da gente a possibilidade de fingir que não viu. Caíram as máscaras. O Brasil é um país construído em bases violentas, mas que acreditou no mito do "brasileiro cordial". Um país que deu anistia a torturadores e fingiu que a ditadura nunca aconteceu. Que não fez reparação pela escravidão e fala que é miscigenado e não é racista. Nós fechamos muitas feridas históricas sem limpar e agora elas inflamaram. Estamos sendo obrigados a ver que o Brasil é violento, racista, machista e homofóbico. Somos obrigados a falar sobre a ditadura ou talvez passar por ela de novo. Estamos olhando para as bases em que foram construídas nossas famílias e dizendo “Essa violência acaba em mim. Eu não vou passar isso adiante.” Como todo processo de cura emocional, esse também envolve olhar pras nossas sombras e é doloroso, sim, mas é o trabalho que calhou à nossa geração.
O lado positivo é que, agora que estamos todos fora dos armários, a gente acaba descobrindo alguns aliados inesperados. Percebemos que se há muito ódio, há ainda mais amor. Saber que não estamos sós e que somos muitos nos deixa mais fortes. Precisamos nos fortalecer, amores. Essa luta ela não é dos próximos 15 dias, é dos próximos 15 anos. Mais: é a luta das nossas vidas. Não cedam ao desespero. Não entrem na vibe da raiva. Não vai ser com raiva que vamos vencer a violência. E se preparem, tem muito chão pela frente."
Peter Pál Pelbart - filósofo, ensaísta, professor e tradutor húngaro residente no Brasil.
"Eu acho tudo isso que está acontecendo positivo no macro, embora esteja sendo dificílimo no micro. Explico: todo esse ódio, toda essa ignorância, essa violência, isso tudo já existia ao nosso redor. Agora é como se tivessem tirado da gente a possibilidade de fingir que não viu. Caíram as máscaras. O Brasil é um país construído em bases violentas, mas que acreditou no mito do "brasileiro cordial". Um país que deu anistia a torturadores e fingiu que a ditadura nunca aconteceu. Que não fez reparação pela escravidão e fala que é miscigenado e não é racista. Nós fechamos muitas feridas históricas sem limpar e agora elas inflamaram. Estamos sendo obrigados a ver que o Brasil é violento, racista, machista e homofóbico. Somos obrigados a falar sobre a ditadura ou talvez passar por ela de novo. Estamos olhando para as bases em que foram construídas nossas famílias e dizendo “Essa violência acaba em mim. Eu não vou passar isso adiante.” Como todo processo de cura emocional, esse também envolve olhar pras nossas sombras e é doloroso, sim, mas é o trabalho que calhou à nossa geração.
O lado positivo é que, agora que estamos todos fora dos armários, a gente acaba descobrindo alguns aliados inesperados. Percebemos que se há muito ódio, há ainda mais amor. Saber que não estamos sós e que somos muitos nos deixa mais fortes. Precisamos nos fortalecer, amores. Essa luta ela não é dos próximos 15 dias, é dos próximos 15 anos. Mais: é a luta das nossas vidas. Não cedam ao desespero. Não entrem na vibe da raiva. Não vai ser com raiva que vamos vencer a violência. E se preparem, tem muito chão pela frente."
Peter Pál Pelbart - filósofo, ensaísta, professor e tradutor húngaro residente no Brasil.
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