Receitas mais saudáveis e raoidinhas!
Fonte: Buzz Feed
http://www.buzzfeed.com/florapaul/receitas-de-marmitas-saudaveis
o sol no cafofo! Rodo cotidiano, Rabiscos voadores... As anotações mais urgentes e mais tortas pelo tempo! "Eu sempre espero uma coisa nova de mim, eu sou um frisson de espera - algo está sempre vindo de mim ou fora de mim." C.
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
Hambúrguer de Couve-flor
Hambúrguer de Couve-flor
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10154019589841656&id=565246655
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10154019589841656&id=565246655
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
Chips saudáveis!
receitas de chips de legumes e frutas
21/09/2016 9:55
por Redação
Ad crianças ganham o mundo e junto com esse mundo, cheio de descobertas e aprendizados, vêm os refrigerantes, salgadinhos e tantas outras guloseimas industrializadas. A seguir, confira 4 receitas de chips de legumes, que são uma delícia, e que são ótimos substitutivos aos salgadinhos industrializados:
Chips de abobrinha
Ingredientes:
- 1 abobrinha
- Óleo de canola em spray
- Sal temperado, ou outro tempero de sua escolha
Como fazer:
Preaqueça o forno e forre uma assadeira com papel manteiga ou papel alumínio, e borrife o óleo de canola. Fatie a abobrinha em pedaços bem finos. Espalhe as fatias pela assadeira e borrife um pouco mais de óleo. Tempere com o sal ou com os demais temperos (de sua preferência). Cuidado para não exagerar no tempero. Na dúvida, deixe para temperar depois de pronto. Asse por 45 minutos. Vire as fatias de abobrinha na assadeira e leve ao forno por mais 30-50 minutos.
Chips de cenoura
Ingredientes
- 2 cenouras grandes
- sal a gosto
- 1 colher (chá) de azeite
- 1 colher (chá) de alecrim picado
Como fazer:
Para começar, descasque as cenouras, e corte em fatias bem fininhas. Para fazer isso, você pode usar um cortador ou um mandolim. Misture as fatias de cenoura, com sal, azeite e alecrim picadinho. Para assar, forre forma com papel manteiga, e disponha cada fatia de cenoura, lado a lado. Leve ao forno pré-aquecido a 180° – 200° por aproximadamente 20 minutos, ou até que elas estejam levemente douradas e sequinhas. Agora é só esperar esfriar para que fiquem mais crocantes.
Chips de maçã
Ingredientes
- 2 maçãs
- canela em pó
Como fazer:
Antes de assar, pré-aqueça o forno à 110°C. Para fazer, fatie as maçãs (corte fatias bem fininhas) e retire as sementes e o cabinho. Para assar, forre a forma com papel manteiga e posicione as fatias de maçã, de maneira que nenhuma fique sobrepondo a outra. Polvilhe canela em pó e leve ao forno a 180°C, com a porta semi aberta, por aproximadamente 1 hora. Desligue o forno, vire todas as maçãs e mantenha por mais uns 15 minutos ali dentro do forno, com a porta semi-aberta.
Chips de batata
Ingredientes
- 1 kg de batata
- Azeite
- Sal
Como fazer:
Corte as batatas cruas em fatias bem fininhas. Unte a assadeira com azeite e sal e distribua as fatias de forma que uma não fique em cima da outra. Coloque azeite e sal por cima dos pedaços e asse em forno médio (180ºC) por cerca de 30 minutos.
Fonte: Catraquinha
https://catraquinha.catracalivre.com.br/geral/nutricao-2/indicacao/chega-de-salgadinhos-4-receitas-de-chips-de-legumes-e-frutas/
terça-feira, 20 de setembro de 2016
Rodapé da noite
Nota de rodapé da noite traduzida pro bom português:
Os pés estão cortados
Quem mandou não seguir o ditado?
Só sair com sapatos pra dançar.
Temos regras simples nessa casa. A felicidade é inevitável. Evite se machucar.
Quando for sair, tranca a porta. Saiba que vai voltar. Leve os amigos, chame as amigas pra dançar. Não volte do nada.
O corpo não aguentava mais. Tanta coisa pra enganar. Dor física não é nada. A alegria encarnada desafia o espírito de brincar. Tem meios. Ri dos desfechos. Insistem pelo ar. Alimento, coma, janta. Pague o preço e vamos embora.
A melodia esculpe lugar pros pés, ondula a coluna, sorri o rosto, sua o dorso, junta jeitos, ecoa no osso. Revoada de fios negros. Aqui nada é pra sempre. Era o alarme pra acordar. Olha a hora. Temos prova. O telefone não quer funcionar.
O cimento compete com a música. A dureza e a diversão causam muitos vãos. O som vai mais longe. Trabalhar como Lobo. Pra frente e pra trás. No passado que deixa. No futuro que vem atrás.
S.
segunda-feira, 19 de setembro de 2016
Pedro Paulo pede voto
Vergonhoso.
"Esse é Pedro Paulo, secretário e braço direito do prefeito Eduardo Paes e agressor da ex-esposa. Esse ano é candidato a prefeito do Rio de Janeiro e, mesmo contra a lei, já iniciou sua campanha. Agora ele entra na casa do povo e come de sua comida. Aperta a mão, sorri com simpatia e calma, mas...
Em 2013, antes da greve histórica dos profissionais da educação, foi tentado diálogo com ele sobre aumento salarial, já que há anos não tínhamos:
- Secretário, bem que vocês poderiam dar um aumento digno para os professores...
A resposta dele foi mais uma motivação para a greve:
- Podemos, mas não queremos e nem faremos!
Agora Pedro Paulo tenta limpar sua imagem de machista e agressor, mas por onde passa recebe vaias de muitas pessoas que não se vendem por um sorriso de bom moço. Não venha pedir nosso voto, porque nossa resposta pra você é e sempre será a mesma:
- PODEMOS, MAS NÃO QUEREMOS E NEM FAREMOS!!!"
"Esse é Pedro Paulo, secretário e braço direito do prefeito Eduardo Paes e agressor da ex-esposa. Esse ano é candidato a prefeito do Rio de Janeiro e, mesmo contra a lei, já iniciou sua campanha. Agora ele entra na casa do povo e come de sua comida. Aperta a mão, sorri com simpatia e calma, mas...
Em 2013, antes da greve histórica dos profissionais da educação, foi tentado diálogo com ele sobre aumento salarial, já que há anos não tínhamos:
- Secretário, bem que vocês poderiam dar um aumento digno para os professores...
A resposta dele foi mais uma motivação para a greve:
- Podemos, mas não queremos e nem faremos!
Agora Pedro Paulo tenta limpar sua imagem de machista e agressor, mas por onde passa recebe vaias de muitas pessoas que não se vendem por um sorriso de bom moço. Não venha pedir nosso voto, porque nossa resposta pra você é e sempre será a mesma:
- PODEMOS, MAS NÃO QUEREMOS E NEM FAREMOS!!!"
Marcadores:
Candidatos,
Notícias,
Polêmico,
Politicar
quarta-feira, 7 de setembro de 2016
7 Filmes e Documentários Feministas que estão no Netflix
7 Filmes e Documentários Feministas que estão no Netflix
O feminismo é um movimento político e social que defende a igualdade de gêneros. Apesar de ser um assunto de extrema importância, ainda é muito negligenciado pela sociedade. Por isso, precisamos nos educar sobre o assunto: o que é feminismo, para quê serve, o que procura, por quê existe. Como amantes da sétima arte, decidimos disponibilizar uma listinha com 7 filmes e documentários feministas disponíveis na Netflix para os nossos leitores se informarem enquanto se divertem.
1- She’s Beautiful When She’s Angry (2014)

Este documentário de 2014, recentemente adicionado à rede de streaming, mostra as mulheres revolucionárias dos anos 60 que criaram o movimento feminista.
2- Frida (2002)

Este filme conta a história de Frida Khalo (Salma Hayek), uma das principais artistas do México, e um dos grandes nomes do feminismo.
3- Histórias Cruzadas (2011)

Ambientado no Mississipi em 1962, o filme conta a história de empregadas domésticas negras. A recém-formada jornalista Skeeter decide começar a escrever um livro sobre a história dessas mulheres, negligenciadas por serem negras. Ela começa sua histórias através de duas empregadas, Aibileen (Viola Davis), que já criou diversos filhos de seus patrões mas chora a perda do seu próprio filho, e Minny (Octavia Spencer), cozinheira com temperamento forte que foi mandada embora de seu emprego por não levar desaforo da sua patroa para casa.
4- Thelma & Louise (1991)

Thelma (Geena Davis) e Louise (Susan Saradon) são garçonetes. Cansadas da vida tediosa que vivem, as duas decidem ir pescar e deixar tudo para trás por um final de semana. Porém, elas se metem em confusões e acabam procuradas pela polícia.
5- Preciosa (2009)

Abusada pela mãe e violentada pelo pai, Preciosa (Gabourey Sidibe) vive em um meio extremamente opressor. Ela cresce triste e sem nenhum amor algum. Ela ainda tem um filho com síndrome de Down apelidado de “Mongo”. A menina precisa encontrar em sua imaginação um escape da dura realidade que vive.
Fonte: Pop Cultura
https://popcultura.com.br/2016/05/27/x-filmes-e-documentos-sobre-feminismo-que-estao-na-netflix/
16 filmes para debater os direitos das mulheres
16 filmes para debater os direitos das mulheres
http://educacaointegral.org.br/noticias/16-filmes-para-debater-os-direitos-das-mulheres/
Entre os anos de 2001 e 2011, mais de 50 mil mulheres foram assassinadas de forma violenta no Brasil. Isto quer dizer que a cada 1h30, em média, uma mulher foi morta. O dado alarmante não vem sozinho: em 2013, foram registrados cerca de 52 mil estupros no país, totalizando mais de cem casos por dia.
Apesar de disseminada, a violação de direitos nem sempre é fácil de detectar, já que em geral acontece dentro de casa e é cometida por alguém próximo. Dados daCentral de Atendimento à Mulher, do primeiro semestre de 2014, indicam que em 94% dos casos de violência o autor foi o parceiro, ex ou familiar da vítima.
Ainda que a violência física ou sexual seja a que mais salta aos olhos, ela não é a única. Meninas, garotas e mulheres são também vítimas de violências mais silenciosas como a psicológica, patrimonial ou moral. Além disso, a desigualdade de gênero faz com que as mulheres tenham outros direitos violados como à educação, ao lazer e ao próprio corpo.
O que fazer em caso de violência?
A Central de Atendimento à Mulher, no telefone 180, recebe denúncias e oferece orientação a mulheres vítimas de violência. O serviço é gratuito e funciona 24 horas. Em caso de violência contra crianças e adolescentes, pode-se recorrer também ao Conselho Tutelar.
A Central de Atendimento à Mulher, no telefone 180, recebe denúncias e oferece orientação a mulheres vítimas de violência. O serviço é gratuito e funciona 24 horas. Em caso de violência contra crianças e adolescentes, pode-se recorrer também ao Conselho Tutelar.
É diante deste panorama que anualmente governos e sociedade civil, à convite doCentro pela Liderança de Mulheres no Globo, da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos, se mobilizam nos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres. O período – de 25 de novembro até 10 de dezembro – é marcado por atos e debates sobre a violência e desigualdade de gênero. Para apoiar educadores neste debate, o Centro de Referências em Educação Integral preparou uma lista com 16 filmes que retratam diferentes tipos de violência e a mobilização das mulheres para garantir seus direitos.
Escola
Ainda que a violência contra a mulher possa parecer algo distante da sala de aula, não é. Os relatos da Central de Atendimento à Mulher revelam que os filhos também são vítimas. Em 64% dos casos as crianças presenciaram a violência contra a mãe e, em 17%, também sofreram agressões. Além disso, adolescentes e mulheres jovens (de 15 a 24 anos) possuem mais chances de serem vítimas de homicídio.
Paralelamente, a escola é espaço privilegiado para debate de temas latentes da sociedade e para a reflexão sobre postura e comportamento diante do outro. Além disso, educadores cumprem papel fundamental na garantia de direitos de crianças e adolescentes e na promoção dodesenvolvimento integral de cada estudante. Confira a lista preparada pela equipe do Centro de Referências e bom trabalho!
1. Histórias Cruzadas (Tate Taylor, 2011)O filme narra a luta de Eugenia Skeeter Phelan para dar voz às mulheres negras vítimas do forte racismo presente na década de 60 nos Estados Unidos. Moradora de Jackson, uma pequena cidade no estado do Mississipi, a garota, que quer ser jornalista, decide escrever um livro sob a perspectiva das empregadas negras acostumadas a cuidar dos filhos da elite branca, da qual ela mesma faz parte. Skeeter se alia à empregada de sua melhor amiga, Aibileen Clark e, mesmo contrariando a sociedade, juntas seguem em busca de igualdade.
2. Renascimento do Parto (Eduardo Chauvet, 2010)A realidade obstétrica brasileira é retratada neste documentário, que denuncia o alto número de cesáreas realizadas, na maioria das vezes, desnecessariamente. O filme ainda relata casos de mulheres vítimas de violência obstétrica, que tiveram seus direitos e desejos violados durante o procedimento.
3. Persépolis (Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, 2007)
Baseado na autobiografia em quadrinhos de Marjane Satapri, a animação conta a história de uma garota iraniana que emigra para a França para continuar seus estudos e deixar o país que estava então sob o regime do Aiatolá Khomeini. Na Europa, a menina sofre inúmeras dificuldades de adaptação e com o preconceito das pessoas. Contudo, na volta ao Irã, Marjane também não mais se encontra. A dificuldade da garota em se adequar ao que as diferentes sociedades esperam de uma mulher faz com que ela viva em uma espécie de limbo entre as duas culturas.
4.Terra Fria (Niki Caro, 2006)Baseado em um caso real, o filme conta a história de Aimes, uma mulher que abandona o marido que a espancava para procurar um emprego e sustentar sozinha seus dois filhos. Para tanto, ela resolve trabalhar em uma mineradora de ferro no interior do estado de Minnesota, nos EUA. Por ser uma das poucas mulheres que trabalhavam no local, a personagem sofre com os abusos masculinos que vão desde xingamentos até investidas sexuais. Sem respostas para suas reclamações, Aimes decide entrar com uma ação judicial contra a empresa, sendo propositora da primeira ação coletiva por assédio sexual dos Estados Unidos, dando início a uma marco de lutas feministas no país e no mundo.
5. Revolução em Dagenham (Nigel Cole, 2011)A luta das mulheres por melhores condições salariais em um ‘mundo de homens’ é a temática central do filme. As operárias da fábrica da Ford de Dagenham vivenciam uma rotina desgastante de trabalho, atrelada a condições precárias e longas jornadas. O basta vem em 1968 quando são classificadas como não qualificadas. Motivadas por Rita O’Grady, as mulheres passam a reivindicar a igualdade de direitos em relação aos salários e o fim da discriminação sexual. Inicialmente direcionada aos patrões, a manifestação se volta contra o governo em uma luta que foi fundamental para que o parlamento britânico consolidasse o Projeto de Paridade Salarial em 1970.
6. Como se fosse da família (Alice Riff e Luciano Onça, 2013)
Neste documentário, duas trabalhadoras domésticas refletem sobre suas trajetórias de vida e trabalho, servindo desde cedo e até a vida adulta à uma mesma família. As domésticas debatem a recente regulamentação que garante os mesmo direitos dos trabalhadores às domésticas: “minha história seria outra”, afirma uma delas.
Neste documentário, duas trabalhadoras domésticas refletem sobre suas trajetórias de vida e trabalho, servindo desde cedo e até a vida adulta à uma mesma família. As domésticas debatem a recente regulamentação que garante os mesmo direitos dos trabalhadores às domésticas: “minha história seria outra”, afirma uma delas.
7. Que bom te ver viva (Lucia Murat, 1989)
A cineasta Lucia Murat conta a história de mulheres que resistiram à ditadura militar brasileira, lutando pela liberdade. O filme, realizado poucos anos após o fim do regime, mostra também como elas lidam com a transição à democracia, com a memória das violências que sofreram e com os resquícios da ditadura ainda presentes.
A cineasta Lucia Murat conta a história de mulheres que resistiram à ditadura militar brasileira, lutando pela liberdade. O filme, realizado poucos anos após o fim do regime, mostra também como elas lidam com a transição à democracia, com a memória das violências que sofreram e com os resquícios da ditadura ainda presentes.
8. O Silêncio das Inocentes (Ique Gazzola, 2010)
A vida e história de mulheres vítimas de violência doméstica é o foco deste documentário. A obra relata também o caso de violência contra a farmacêutica Maria da Penha, cujo nome batiza a lei que pune com mais rigor os agressores.
A vida e história de mulheres vítimas de violência doméstica é o foco deste documentário. A obra relata também o caso de violência contra a farmacêutica Maria da Penha, cujo nome batiza a lei que pune com mais rigor os agressores.
9. Flor do deserto (Sherry Hormann, 2009)
Aos 13 anos, Waris Dirie fugiu de sua aldeia no interior da Somália para escapar de um casamento arranjado. Enviada à Londres, trabalha como empregada na embaixada da Somália. Quando adulta, vira modelo mas permanece nela uma marca da sua infância: a mutilação genital, uma das maiores agressões – ainda legal em muitos países – às mulheres no mundo.
Aos 13 anos, Waris Dirie fugiu de sua aldeia no interior da Somália para escapar de um casamento arranjado. Enviada à Londres, trabalha como empregada na embaixada da Somália. Quando adulta, vira modelo mas permanece nela uma marca da sua infância: a mutilação genital, uma das maiores agressões – ainda legal em muitos países – às mulheres no mundo.
10. A Informante (Larysa Kondracki, 2010)
Baseado em fatos reais, este filme conta a história de uma policial que é escalada para missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Bósnia. Ao chegar lá, se depara com uma rede de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Sua atuação começa a incomodar os poderosos que encobertam a situação, mas ela não desiste de suas investigações.
Baseado em fatos reais, este filme conta a história de uma policial que é escalada para missão da Organização das Nações Unidas (ONU) na Bósnia. Ao chegar lá, se depara com uma rede de tráfico de mulheres para fins de exploração sexual. Sua atuação começa a incomodar os poderosos que encobertam a situação, mas ela não desiste de suas investigações.
11. Virou o jogo – A história de Pintadas (Marcelo Villanova, 2012)
No sertão baiano, na cidade de Pintadas, o machismo era a regra. Diante de um contexto dominado pelos homens e fortemente opressor, as mulheres se organizaram para transformar a realidade local e afirmarem suas identidades e direitos.
No sertão baiano, na cidade de Pintadas, o machismo era a regra. Diante de um contexto dominado pelos homens e fortemente opressor, as mulheres se organizaram para transformar a realidade local e afirmarem suas identidades e direitos.
12. O Sorriso de Mona Lisa ( Mike Newell, 2003)O filme conta a história de um grupo de mulheres brilhantes que estudavam em uma universidade dos anos 50 nos Estados Unidos, mas que, mesmo com os estudos, tinham como horizonte e se tornarem boas e cultas esposas. É aí que entra uma professora de artes: ampliando as possibilidades e referências das meninas, a educadora convida as estudantes a desafiarem essa situação e fazer com que assumam seu protagonismo na sociedade.
13. Preciosa – Uma história de Esperança (Lee Daniels, 2009)
Inspirada pelo romance “Push”, da escritora Sapphire, o filme conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma jovem de 16 anos que sofreu diversos abusos durante sua infância. Ela engravida pela segunda vez – de seu pai – e é suspensa da escola. A diretora, então, consegue uma vaga em uma escola alternativa, onde, com a ajuda de uma educadora que consegue ver para além das marcas da violência que sofreu, ela aprende a ler e escrever e consegue mudar os rumos de sua vida.
Inspirada pelo romance “Push”, da escritora Sapphire, o filme conta a história de Claireece “Precious” Jones, uma jovem de 16 anos que sofreu diversos abusos durante sua infância. Ela engravida pela segunda vez – de seu pai – e é suspensa da escola. A diretora, então, consegue uma vaga em uma escola alternativa, onde, com a ajuda de uma educadora que consegue ver para além das marcas da violência que sofreu, ela aprende a ler e escrever e consegue mudar os rumos de sua vida.
14. O aborto dos outros (Carla Gallo, 2008)
O documentário brasileiro discute, a partir de depoimentos com meninas, mulheres e especialistas, o tema do aborto – dos previstos em lei e em situações clandestinas. No lugar de condenar a mulher, o filme oferece um olhar sensível para a questão, problematizando, acima de tudo, a criminalização das mulheres que passam pela situação.
15. Acusado (Jonathan Kaplan, 1988)
O filme conta a história de uma jovem que é estuprada por um grupo de homens em um bar nos Estados Unidos. Sem testemunhas, ela denuncia a agressão, mas sofre inúmeros preconceitos e descréditos do sistema judicial do país que a coloca sob suspeita, indicando que suas ações teriam provocado o estupro.
O filme conta a história de uma jovem que é estuprada por um grupo de homens em um bar nos Estados Unidos. Sem testemunhas, ela denuncia a agressão, mas sofre inúmeros preconceitos e descréditos do sistema judicial do país que a coloca sob suspeita, indicando que suas ações teriam provocado o estupro.
16. O sussurro do coração (Hayao Miyazaki, 1995)
Como na maior parte dos filmes do estúdio de animação japonês Ghibli, capitaneado por Hayao Miyazaki, “O sussurro do coração” é protagonizado por uma menina que acredita na sua própria força. Shizuku Tsukishima é uma garota que aos 14 anos decide que quer ser escritora. Disposta a concretizar seu sonho, a jovem larga tudo e começa sua missão pelo mundo da imaginação com disciplina, afinco e sem descanso.
http://educacaointegral.org.br/noticias/16-filmes-para-debater-os-direitos-das-mulheres/
Assinar:
Postagens (Atom)



