terça-feira, 19 de julho de 2016

15 teses sobre a oferta do SCFV…

15 teses sobre a oferta do SCFV…



…Vamos falar sobre isso?

Conheci um material que poderá ajudar muitos profissionais na execução do SCFV e gostaria de disponibilizá-lo a vocês por aqui também. Mas considerando que a oferta do SCFV ainda está permeada de dúvidas e que tenho identificado uma situação recorrente em diferentes regiões do País, resolvi elencar algumas das minhas constatações para dialogar com vocês quanto a situação e qualidade do que se tem ofertado na proteção social básica antes de publicar os cadernos. (O post com os cadernos será publicado amanhã)
Não preciso nem dizer que não se trata de generalização, sei que há municípios que estão superando ou já superaram as desafios do reordenamento e oferta deste serviço. Por isso estou chamando de teses e não de verdades, porque assim poderemos refutá-las a qualquer momento e por qualquer município.
Por que esta lista? Porque acredito que precisamos falar sobre o que ninguém fala e por entender que evidenciar a real situação é o que poderá garantir um aperfeiçoamento da oferta dos serviços socioassistenciais, bem como possibilitar a avaliação dos impactos positivos ou não para os indivíduos, famílias e território.

15 teses situacionais – SCFV

Green Check MarkA capacidade de atendimento informada ao MDS é quase sempre superior a real demanda do município.
Green Check MarkA informação é pautada visando a garantia do recebimento da verba. Essa informação, em muitos casos, foi dada sem diagnóstico das demandas, sendo que muitos serviços continuam sem atingir o público prioritário.
Green Check MarkPara atingir o quantitativo previsto os usuários foram inseridos direto no SCFV-SISC (Sistema de Informações do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos).
Green Check MarkOs técnicos de referência do PAIF não tiveram agenda para atender as famílias dos usuários do SCFV (os quais foram inseridos no SISC logo após o reordenamento).
Green Check MarkSituação que descaracteriza este serviço como complementar ao trabalho social com famílias do PAIF.
Green Check MarkTodos os grupos que funcionavam nos CRAS (mesmo sendo do PAIF) passaram a ser nomeados como SCFV (inseridos no SISC), havendo marcantes desentendimentos entre ações do PAIF e ações do SCFV.
Green Check MarkA atualização/remoção do usuário do Sistema é uma questão se não há atendimento/acompanhamento.
Green Check MarkOs técnicos de referência não conseguem desenvolver o trabalho social com famílias, mas estão executando o SCFV. Assim, as situações das famílias e do território são desconhecidas pelos técnicos.
Green Check MarkA composição das equipes de referência estão aquém do mínimo previsto na NOB/RH-SUAS, mesmo sabendo que a demanda é muito superior a capacidade de atendimento desses profissionais, o que indica que a composição das equipes deveriam superar esta lógica de “equipe mínima”.
Green Check MarkBoa parte dos orientadores sociais, profissionais de nível médio, são escalados para trabalharem com grupos sem nunca ter passado por capacitações/treinamentos.
Green Check MarkA socioeducação neste serviço ainda não rompeu com a lógica escolar.
Green Check MarkMuitos orientadores e técnicos de referência não conhecem de forma satisfatória o ECA, e o Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária- PNCFC e outros marcos legais.
Green Check MarkÉ comum a oferta do SCFV acontecer somente através de atividades de artesanato, de esporte, música.
Green Check MarkOs grupos/coletivos ainda carecem de planejamentos mais pertinentes quanto aos percursos.
Green Check MarkO SCFV para a pessoa idosa tem se tornado espaço permanente para os mesmos idosos que demandam atividades esportivas, culturais e de lazer.
Se ainda tem trabalhadores que confundem, não custa lembrar: o SCFV não é o substituto do PETI. Leia mais neste Post: O PETI não acabou…
E você, corrobora ou refuta essas teses? Por que você acha que estas situações são tão recorrentes? me conte aqui sobre a situação da oferta do SCFV no seu Município e se tem confusão de entendimento com as atividades do PAIF.


Fonte: Blog Psicologia no SUAS
https://craspsicologia.wordpress.com/2016/07/19/15-teses-sobre-a-oferta-do-scfv/

sábado, 9 de julho de 2016

CNV - Comunicação não violenta

Meta de vida!
Ser (praticar) e merecer isso a minha volta!

6. Empatia
"(...) É a empatia que aumenta nossa disponibilidade de ouvir o outro com atenção e livre de julgamentos, criando espaço para conexão real entre as pessoas, aumentando nossa capacidade de respeitar, de se relacionar e amar as pessoas. Nós só amamos aqueles que conhecemos, e só conhecemos aqueles que escutamos.(...)"

4. Tem a ver com aprendermos a identificar as nossas necessidades e nos responsabilizarmos por elas:
"(...)Importante lembrar que se tornar responsável por satisfazer suas necessidades não significa auto-suficiência e individualismo. Não significa que você não pode desejar que algumas delas sejam atendidas por pessoas ao seu redor, com quem você convive. A grande diferença é que se torna exclusivamente seu dever entender e identificar essas necessidades, expressá-las pra quem quer que seja com cuidado e fazer pedidos claros.(...)"

5. Passa por entender o que é violência
"(...) Na CNV, violência é tudo o que viola a integridade do outro, e integridade compõe desde aspectos físicos à valores, princípios e direitos. Então, a primeira coisa a se fazer é considerar que o que é violência pra mim pode não ser violência pra você.(...)"
Tem a sistêmica e a individual.



Fonte: Comum +
http://www.comum.vc/conteudo-aberto/2016/7/4/6-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-comunicacao-nao-violenta
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Matéria na íntegra:

6

Giovana

Comunicação não-violenta  é uma prática baseada em habilidades de linguagem e comunicação que nos reumanizam. É um conjunto de ferramentas que aumentam nossa capacidade de construir melhores conversas, e assim, se relacionar melhor com qualquer pessoa.

Muita gente nunca ouviu falar do termo comunicação não-violenta ou confunde bastante seu real significado. Então, a gente resolveu gravar um vídeo bacana e levantar pontos polêmicos nesse texto, pra te contar um pouco o que é, pra que serve e principalmente o que não é CNV.

Dá o play aqui:


1. Não é falar de forma fofa

CNV não é falar baixo, mansinho, fofo. Não é sobre adquirir um punhado de palavras e expressões novas. Você não vai praticar CNV só ao parar de falar palavrão, passar a falar em tom suave ou estabelecer diálogos passivos. Existem várias formas de se comportar e comunicar de forma contida, calma e mesmo assim criar discursos que perpetuem uma linguagem violenta.

Alguns exemplos:


“Ah, mas esse tipo de gente - nada contra - sempre faz esse tipo de coisa.”

“Você é muito egoísta.”

“Pessoas que matam outras são más e doentes.”

“Isso é típico de fulana.”

São frases tidas como violentas pela ótica da CNV porque são feitas baseadas em julgamentos moralizadores: culpa, insulto, depreciação, rotulação, críticas, comparações e diagnósticos usando a sua ótica como verdade. Tudo isso, independente do tom de voz, são formas de violência.

2. Não é fugir de conflitos

Pelo contrário, CNV parte do princípio de que os conflitos são avisos e oportunidades pra construirmos caminhos e soluções conjuntas. Eles podem ser positivos e construtivos se a gente se dispor a passar por eles com abertura e cuidado.
Fazemos isso quando assumimos nossa responsabilidade pela situação e por aquilo que sentimos à partir do conflito, permanecendo nele até encontrar sua raiz ou gatilho e uma possível solução conjunta que satisfaça os envolvidos na questão.

3. Tem a ver com compreender e expressar seus sentimentos

O primeiro passo fundamental pra praticar CNV é entender seus sentimentos, principalmente enquanto as próprias situações acontecem. É preciso ligar um dispositivo de atenção interna pra identificar e nomear cada sentimento que brota ali, no cotidiano.
Um dos princípios da CNV é o de que todos nós temos necessidades, e que os sentimentos e emoções são alertas ou sinais de que essas necessidades foram atendidas ou não.
Então, é só a partir da compreensão e expressão desses sentimentos que abrimos caminho pra entender quais necessidades - atendidas ou não - moram por detrás deles.
Por exemplo:

“Me senti extremamente triste por você não ter ido me visitar quando estava doente.”

Nessa frase, pode existir, por exemplo, a necessidade não atendida de ser cuidada, que mora por trás do sentimento de tristeza.

4. Tem a ver com aprendermos a identificar as nossas necessidades e nos responsabilizarmos por elas

Todos compartilhamos de necessidades bem parecidas, mas não fomos ensinados a conhecer e lidar com nossas necessidades íntimas. Na verdade, a maioria de nós nunca nem olhou o mundo sob esse prisma.
Por isso nos acostumados a pensar no que há de errado com as outras pessoas sempre que nossas necessidades não são satisfeitas. Culpar e responsabilizar o outro antes de qualquer coisa.
É isso que ocorre aqui nesse exemplo:

“Você é preguiçosa, nunca lava sua louça.”

Indiretamente, por trás do conjunto de interpretação, julgamento e diagnóstico do comportamento de outra pessoa,  mora o desejo de que a louça seja lavada, ou que a cozinha fique limpa.
Mas então, como poderia ser, sob uma ótica de CNV?

“Eu me sinto desconfortável com a louça suja, me sentiria melhor se você lavasse sua louça com mais frequência.”

Quando você entra em contato com o que você precisa, a responsabilidade se torna sua de expressar o que realmente importa pra você. Aumenta a possibilidade de que a mensagem seja entregue sem ruídos e armadilhas de comunicação, e, portanto, de que haja entendimento entre os envolvidos.
O maior problema é quando partirmos do princípio que ooutro deve suprir todas nossas necessidades.
Precisamos treinar parar um pouco, refletir sobre nossos processos e entender nossos sentimentos e reais necessidades internas, pra deixarmos de colocar a responsabilidade em outras pessoas e exigir que elas supram demandas que são nossas.
Importante lembrar que se tornar responsável por satisfazer suas necessidades não significa auto-suficiência e individualismo. Não significa que você não pode desejar que algumas delas sejam atendidas por pessoas ao seu redor, com quem você convive. A grande diferença é que se torna exclusivamente seu dever entender e identificar essas necessidades, expressá-las pra quem quer que seja com cuidado e fazer pedidos claros.
Então, a continuidade da expressão da necessidade no exemplo acima poderia ser um pedido direto, assim:

“Você poderia lavar sua louça com mais frequência?” ou seja, fazer um pedido não uma exigência.

Colocar a necessidade na mesa como algo seu, com clareza e abertura, é uma coisa importante de se fazer e aumenta muito as chances do conflito ser resolvido.

5. Passa por entender o que é violência

Uma confusão muito comum que acontece quando falamos de CNV é o entendimento do que é violência. 
Na CNV, violência é tudo o que viola a integridade do outro, e integridade compõe desde aspectos físicos à valores, princípios e direitos. Então, a primeira coisa a se fazer é considerar que o que é violência pra mim pode não ser violência pra você.
Parte do processo é entender o que é violência pros envolvidos e acordar sobre isso. Também, é preciso diferenciar violência de agressividade.
Demorei um tempo pra compreender, por exemplo, que gritar e falar palavrão não são, necessariamente, violências. Por exemplo: evidenciar e interromper com força discursos e ações que perpetuem uma violências sistêmica (racismo, por exemplo) pode ser entendido como algo agressivo a se fazer, enquanto, na verdade, é o mais benéfico pra situação.
Existem duas naturezas de violência que operam de formas distintas na nossas vidas: a sistêmica e a individual. Ter clareza delas nos ajuda muito nesse estudo do que é violência e como ela opera fora e dentro de nós.
A primeira é a violência sistêmica, que acontece quando toda nossa estrutura social reproduz de forma naturalizada e legitimada comportamentos e ações que excluem e marginalizam pessoas. Depois, temos as violências individuais, que são estratégias de comunicação e comportamento que incorporamos e reproduzimos nas nossas relações pessoais e cotidianas.
É preciso reconhecer as manifestações distintas de violência e nomeá-las pra podermos entrar em acordos uns com os outros do que consideramos violento para nós (em relação) e passarmos também a enxergar a violência do mundo com mais clareza.

6. Empatia é meio e não fim

Quem entra no universo da CNV ouve falar muito em empatia. Muitos são os significados e entendimentos que as pessoas fazem dessa palavra. Mas, empatia, é, antes de tudo um sentimento como qualquer outro. Ele, por si só, pode não mudar alguma condição de sofrimento ou conflito.
Em muitos círculos de prática de CNV entende-se empatia - a habilidade de sentir junto, ou, sentir o que outro sente - como um meio para atingirmos alguma transformação ou ação. É um sentimento que permite eliminar as barreiras que impendem mudanças significativas de acontecerem.
Não é onde queremos chegar, é só uma ferramenta importante para chegarmos em algum lugar.
É a empatia que aumenta nossa disponibilidade de ouvir o outro com atenção e livre de julgamentos, criando espaço para conexão real entre as pessoas, aumentando nossa capacidade de respeitar, de se relacionar e amar as pessoas. Nós só amamos aqueles que conhecemos, e só conhecemos aqueles que escutamos.

A prática da CNV é fundamental para a construção desse espaço aqui, a Comum.

É um dos nossos pilares. Isso porque, nessa comunidade, cultivamos o desejo de abrigar conversas significativas, de escuta, de apoio, acolhimento e construção conjunta dentro da pluralidade de vozes e vivências das mulheres.
A CNV vem sendo base crucial pras nossas conversas entre mulheres no fórum fechado (que tem acesso restrito às assinantes pra seguir sempre um lugar seguro e acolhedor), mas também falamos lá sobre ela, sobre o processo e sobre como praticar mais, trocamos referências e dificuldades. Se quiser saber como funciona a Comum e como faz pra participar, clique aqui ou fale com a gente.

Giovana Camargo é co-fundadora da Comum. Se dedica a empoderamento feminino através de encontros, conteúdos e consultorias de projetos pra mulheres. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

Maria Gabriela

Ontem mencionaram meu nome no Festival da Utopia. Disseram que fomos desconvidadas pela Marcha das Vadias do evento sobre Turismo Sexual "Depois que a Maria Gabriela Saldanha disse que levaria uma gangue", rs. Bom, estão aí todas as minhas falas no evento, que se deram em apenas três posts: no do convite, no do desconvite e no meme sobre "liberdade" sexual. Eu me afastei do evento assim que fui convidada, para estudar e me preparar para o debate, e só voltei a comentar lá quando fui desconvidada. Procurem onde foi que eu convoquei uma gangue. RISOS. No meme, ao debater com uma integrante da MdV, eu anunciei que faria uma publicação juntando estatísticas sobre prostituição e realmente fiz, é o texto do Festival Marginal mostrando que o PL Gabriela Leite é falacioso, pois não regulamenta nada [http://www.festivalmarginal.com.br/inspiracao/uma-regulamentacao-que-nada-regulamenta-a-falacia-do-projeto-de-lei-gabriela-leite/]. Tirem suas conclusões a respeito de honestidade e exposição de mulheres. Acrescentei também print do meu post onde anunciei que não me desgastaria com debates até o dia, a fim de me preparar para o evento:

Convite: https://www.facebook.com/events/1789641187922520/permalink/1791043254448980/

Desconvite: https://www.facebook.com/MarchaDasVadiasRioDeJaneiro/photos/gm.1793968820823090/1020083014753525/?type=3&theater

Meme: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10206433816274737&set=gm.1796028630617109&type=3&theater

Meu post: https://www.facebook.com/mgsaldanha/posts/1116814068379850

Ver: estatísticas sobre violência sexual de crianças (no caso do que me interessa).

quarta-feira, 22 de junho de 2016

10 hostel pra viajar pelo Brasil pagando com trabalho!

10 hostel pra viajar pelo Brasil pagando com trabalho!


Todo mundo quer viajar, mas a grana é curta. Para a sorte de muitos, tem crescido bastante o número de ofertas em hostels baseados no chamadoWork Exchange (“intercâmbio de trabalho”, em tradução livre), que seria na troca de uma cama e refeições por algumas horas semanais de trabalho. Ou seja, dá para ter hospedagem grátis e economizar durante a sua viagem.
Sites como o Worldpackers reúnem hostels com oportunidades de trabalho baseados na moeda de troca. Como o Nômades Digitais aprova a ideia, nada melhor do que mostrar 10 alternativas ao redor do Brasil para que você agende sua próxima viagem já de olho na economia. Olha só:

1. Sítio Passarim – Mato Grosso do Sul

Em Rio Verde, o hostel cercado pela natureza fez um baita sucesso neste post. O local aceita a troca de trabalho em bioconstrução por hospedagem e alimentação. Os viajantes trabalham das 8h às 12, tendo a tarde livre para aproveitar o visual paradisíaco e se divertir nos rios.

2. Floripa Surf Hostel – Florianópolis

A 200 metros da praia do Campeche, o hostel de ar surfista tem entre suas qualidades almoço grátis seis vezes por semana, lavanderia, bike e pranchas de surfe gratuitas também. Pessoas amigáveis são bem-vindas e podem trabalhar na recepção, por exemplo.
Floripa Surf Hostel

3. Porto Backpackers – Porto de Galinhas

Próximo a bela praia de Ipojuca, o pequeno hostel tem infraestrutura simples, mas oferece o básico que todo o viajante precisa. O trabalho necessário, no geral, inclui serviços de limpeza e recepção, onde o hóspede atende ligações, ajuda nos check-ins e check outs, além de responder questões gerais dos visitantes. São quatro horas por dia, sendo uma folga por semana.
PortoBackpackers

4. Purple House Hostel – São Paulo

Próximo a Av. Paulista e a duas estações de metrô, este hostel tem como objetivo fazer com que todos se sintam em casa. O trabalho de 40 horas semanais inclui três dias de folga e exige inglês intermediário. As vagas são para promotor de festas, administração, limpeza e recepção.
DCIM100GOPRO

5. Pousada Jacarandá em Trancoso – Brasil

Localizado numa das praias mais cobiçadas do Brasil, esta pousada procura um viajante que saiba fazer reparos e trabalhe durante 4 horas por dia, com direito a dois dias de folga. Há vagas ainda para instrutor de ioga, que trabalhe por 1 hora e tenha uma folga por semana, além de recepcionista que fique disponível por 5 horas por dia, com direito a dois dias de folga.

6. Cidade Baixa Hostel – Porto Alegre

No quarteirão mais boêmio da cidade, pode ser difícil querer trabalhar, mas vai valer a pena. Comandado por uma família, o hostel precisa de ajudantes nas áreas de marketing, incluindo social media, fotógrafo, videomaker e desenvolvedor web, além dos serviços mais básicos como recepção, limpeza e alguém para o turno da noite.
DCIM103GOPRO

7. Arawak Jungle Hostel – Amazonas

Em Iranduba, mais precisamente na praia Acutuba – que fica no Rio Negro -, este hostel no meio da floresta tropical pode ser tudo o que você precisa para relaxar. Mas antes, é preciso colocar a mão na massa. Durante cinco horas por dia e com duas folgas semanais, o viajante pode ajudar a cuidar do jardim, do cultivo, da limpeza ou da arrumação.
Arawakhostel

8. Lá em Casa Hostel – Belo Horizonte

Uma grande casa onde todos convivem bem e colaboram entre si abriga os mochileiros em BH. Fundado por um casal que trabalha com cinema, a dupla precisa de ajuda em seus projetos, portanto o trabalho envolve arte, pintura e decoração, desenvolvimento web e, para quem não se envolve em meios artísticos, há vagas na recepção. São 24 horas de trampo por semana e três folgas.
La em Casa

9. Guanaaní Hostel – Espírito Santo 

Na região central de Vitória, o simpático hostel numa casinha amarela preserva o design charmoso dos anos 1920. Entre as vagas de trabalho disponíveis, somados em 38 horas semanais, estão recepcionista e arrumação dos quartos. O nível dos idiomas exigidos são iniciante em inglês e/ou português.
Guanaani

10. Alma de Santa em Rio de Janeiro – Brasil

O hostel em Santa Teresa tem um quarto disponível para aqueles que desejam e podem trabalhar em troca de cama, comida e roupa lavada. O espaço procura viajantes que falem inglês e português para ajudar na recepção durante 5 horas diárias durante a noite, com 2 dias de folga.
Todas as fotos: Divulgação


http://nomadesdigitais.com/10-hostels-brasileiros-onde-voce-pode-trabalhar-em-troca-de-hospedagem-gratis/

sábado, 18 de junho de 2016

Irmão de Garotinho é exploração sexual de crianças

"Doze homens foram presos hoje no Rio de Janeiro por integrarem um esquema de exploração sexual de crianças e adolescentes com idades entre 8 e 17 anos. Dois continuam foragidos.

O irmão do Garotinho é um dos presos, um ex-deputado federal. Dois ex-vereadores também estão na lista, assim como policiais militares e empresários.

Quem operava essa esquema prendia crianças miseráveis numa casa, onde elas eram forçadas a usar até mesmo crack, e de onde saíam em carros de clientes para serem estupradas até 30 vezes por dia!

Vários donos de hotéis e motéis da cidade também estão entre os presos. Porque eram coniventes e permitiam estupros em suas dependências.

Quantos homens cometeram esses estupros? Quantas pessoas sabiam que esses homens cometiam esses estupros e fecharam os olhos? Quantas pessoas sabiam o que ocorria naquela casa dos horrores? Quantos funcionários desses hotéis viram coisas suspeitas e nunca denunciaram? Quantas autoridades foram informadas sobre isso mas não fizeram nada para proteger os poderosos envolvidos? Quantos esquemas desse tipo existem no Brasil?

Quantas pessoas puderam - e em casos atuais, podem - impedir que várias crianças fossem mantidas em cárcere privado, usando drogas pesadas, sendo estupradas continuamente?

É preciso uma aldeia para educar uma criança.
É preciso uma aldeia também para violentá-la."

Texto de Tâmara Freire Cardoso

Notícia sobre a qual se trata:

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/irmao-de-ex-governador-garotinho-e-preso-por-exploracao-sexual-infantil-em-campos-09062016

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Irmão de ex-governador Garotinho é preso por exploração sexual infantil em Campos




Do R7
9/6/2016 às 10h53 (Atualizado em 9/6/2016 às 14h06)
Nelson Nahim foi prefeito interino e vereador em Campos dos Goytacazes, norte fluminenseReprodução / Facebook

Agentes do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) do MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) prenderam 14 pessoas nesta quinta-feira (9) em Campos dos Goytacazes, norte fluminense, por envolvimento em um esquema de exploração sexual infantil no distrito de Guarus.
O ex-presidente da Câmara de Vereadores de Campos e irmão do ex-governador do Rio Anthony Garotinho, Nelson Nahim, é um dos condenados, que ficou conhecido como "Meninas de Guarus". Nahim também foi prefeito interino de Campos. Dos 14 mandados de prisão, 12 foram efetuados e dois acusados estão foragidos.
Cerca de 15 crianças e adolescentes (entre oito e 17 anos) eram mantidas em cárcere privado para prostituição e exploração sexual, nos anos de 2008 e 2009. Elas eram vigiadas por homens armados e recebiam comida e drogas como pagamento. As vítimas eram obrigadas a consumir drogas, como cocaína, haxixe, crack, ecstasy e maconha, sem que pudessem oferecer resistência.
A quadrilha também levava as vítimas até os clientes em motéis e hotéis da cidade. As crianças chegavam a fazer 30 programas por dia. Havia uma tabela de preços, que iam de R$ 80 a R$ 300. Os criminosos foram condenados pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, na 3ª Vara Criminal de Campos, e as penas variam de um a 31 anos de prisão.
Entre os condenados também estão o ex-vereador Marcus Alexandre dos Santos Ferreira, o Leilson Rocha da Silva, mais conhecido como "Alex"; o policial militar Ronaldo de Souza Santos e o empresário Renato Pinheiro Duarte.
Eles foram condenados pelos crimes de quadrilha armada, estupro de vulnerável, exploração sexual de crianças e adolescentes entre outros. O irmão do ex-governador Garotinho, Nelson Nahim, foi condenado a 12 anos.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Mãe do Rock

"Você sabia que foi uma mulher negra que criou "rock-n-roll"?
Foi Sister ... a Sister Rosetta Tharpe.
Ela veio antes de:
 Little Richard,
Muddy Waters,
Elvis e o resto.

Na verdade, todos eles creditam a ela como sua influência (exceto para Elvis que tem toda influência nela ;) )
Guardou o nome? Conheça a melhor nesse link: http://wp.me/p5IyVC-2dk "

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Impitimam

Por que não impitiman?

"Impeachment é previsto na Constituição. Em um único caso, Crime de Responsabilidade cometido no mandato vigente. Dilma não está sendo julgada por crime nenhum. O processo de impeachment nada tem a ver com a Lava-jato, por exemplo.

A acusação é "pedalada fiscal", segundo o TCU, cometida em 2014, no mandato anterior. O TCU (Tribunal de Contas da União) é um órgão consultivo do Congresso Nacional. Apesar do pomposo nome de "tribunal", não decide nada. Quem decide se a tal pedalada ocorreu ou não é o Senado. O relator da matéria no Senado inclusive já deu parecer contrário ao decidido pelo TCU.

O que é pedalada? É atraso de repasse de recursos a bancos. O banco paga o Minha Casa Minha Vida, por exemplo, e o governo que deveria ter depositado a grana dia 10 só deposita dia 20. É algo que foi feito por TODOS os presidentes, Sarney, Collor, Itamar, FHC e Lula, sempre com a aprovação do TCU. E por 18 dos atuais 27 governadores.

Ainda assim, pedalada não é crime. A pena por pedalada, prevista em lei, é multa cobrada no salário do gestor.

Ainda que pedalada fosse considerado crime, teriam que ser julgadas as contas de 2015, mandato atual. Essa constas sequer foram apresentadas, já que o prazo é abril.

Corrupção é algo que TODOS combatemos. E a imensa maioria do povo brasileiro é honesta. E tudo o que aparece de denuncia demonstra que a corrupção é uma anomalia da política, que é sustentada pelas empresas. Combater a corrupção é corrigir este problema.

A farsa que querem fazer o povo engolir é que a corrupção é obra de um grupo. E que o impeachment estaria atacando esta corrupção. É mentira. O impeachment é julgado pelos acusados de corrupção. E caso ele seja aprovado, os maiores beneficiados são os acusados de corrupção.

Se não há crime sendo julgado, o que há é a mera disputa pelo poder. E sem voto do povo.

Sabe qual é o nome disso? Golpe, não tem outro."