sábado, 17 de janeiro de 2015

Pé nervoso!



Vídeo: E quando alguém te tira do sério?



https://www.facebook.com/video.php?v=10153158416117573

Bailando com muletas

Vídeo de dança até a estranheza!!


https://www.facebook.com/video.php?v=690853054366330

Q quantidade d loucuras diferentes surgem a partir do movimento depois q vc já achou q tinha visto e feito d tudo!
E esse é estranho e engraçado!!! E sem vergonha d ser estranho! rs

Somos da era do bonito e sensual... mas a infinitude vai além e comportar a liberdade é isso... caber tudo (e quase "qualquer coisa") rs!
 O filme "Holly Motors" não é fácil d ver. Causa bastante estranheza.
Se quiser parar numa parte boa, assista pelo menos até a parte dos acordeons. Senão, pare antes ou depois dessa parte. Rs


Opinião divergente:

Fernando:
"Não achei nada bizarro. Nada feio. Sera que é por que sou feio e bizarro? Achei engraçado numa parte... e a platéia tb... achei descontextualisado e por isso, provavelmente deficitario de sentido. Fiquei curioso pra conhecer mais. Sadlers Well... interessante. 

Mas achar que é pura loucura tb é fazer pouco caso do trabalho massivo desse grupo. Isso deve ser resultado de meses de pesquisa, centenas noites em claro dos coreografos, mais infinitas horas de ensaio."


3 ideias: a da música, a da imagem e a do sagrado feminino virgem

" Mais perto da essência
O Sentido respira
Mas nem sempre o ar mais puro se tem
...
Eu vou lhe dar um prato de flores
E no seu ventre vou fazer o meu jardim
Que vai florir x2
Quando os espinhos lançarem as dores
Do cheiro forte do jardim que não tem fim
Que não tem fim x2
E o seu umbigo ainda em flor
Vai mexer com o tempo vai matar a dor denovo"
(3 ideias: a da música, a da imagem e a do sagrado feminino virgem deturpada para a ideia d castidade)


"Uma aula sobre o Sagrado Feminino e a distorção da plenitude feminina ao longo dos tempos em apenas um parágrafo:

"Antigas sacerdotisas da lua eram chamadas de virgens. 'Virgem' significava não-casada, não-pertencente a um homem - uma mulher que era uma em si mesma. A palavra deriva do Latim, significando força, habilidade, e mais tarde foi aplicada a homens: viril. Ishtar, Diana, Astarte, Isis eram todas chamadas virgens, o que não se referia à sua castidade sexual, mas à sua independência sexual. E todos os grandes heróis de culturas passadas, míticos ou históricos, eram ditos serem nascidos de mães virgens: Marduk, Gilgamesh, Buda, Osiris, Dionísio, Genghis Khan, Jesus - todos eram reconhecidos como filhos da Grande Mãe, a Força Original, e seus enormes poderes provinham dela. Quando os Hebreus usaram a palavra, e no original em Aramaico, significava 'mulher jovem', 'donzela', sem conotações de castidade sexual. Mas mais tarde tradutores cristãos não puderam conceber a 'Virgem Maria' como uma mulher de sexualidade independente; eles distorceram o significado para sexualmente pura, intocada, casta."

Monica Sjöö, The Great Cosmic Mother: Rediscovering the Religion of the Earthjustice

(Texto e imagem sensacionais, que conheci viaBruno Stehling < berlin-artparasites)"
Maria Gabriela Saldanha

Quando questiono sobre a veracidade da fonte, ainda me responde:

" A fonte é o livro que está logo abaixo do texto, da década de 80. Essa leitura das "Virgens" já é amplamente divulgada por quem se interessa por religiões pagãs, a diferença é que nesse texto ela amarrou de uma forma impressionante. Fui pesquisar a respeito, quando li o texto, e vi que é o trabalho de uma feminista sueca que pesquisava as manifestações da Deusa e as relações entre o poder feminino sagrado e a desconstrução do patriarcado. Desde então, venho me informando mais sobre ecofeminismo, que é uma corrente que muito me agrada, por casar meu olhar espiritual com a militância, e pela qual sempre me orientei meio que intuitivamente.
Maria Gabriela Saldanha

Doutor é quem fez Doutorado

Doutor é quem fez Doutorado


Doutor é quem fez Doutorado

No momento em que nós do Ministério Público da União nos preparamos para atuar contra diversas instituições de ensino superior por conta do número mínimo de mestres e doutores, eis que surge (das cinzas) a velha arenga de que o formado em Direito é Doutor.
A história, que, como boa mentira, muda a todo instante seus elementos, volta à moda. Agora não como resultado de ato de Dona Maria, a Pia, mas como consequência do decreto de D. Pedro I.
Fui advogado durante muitos anos antes de ingressar no Ministério Público. Há quase vinte anos sou Professor de Direito. E desde sempre vejo “docentes” e “profissionais” venderem essa balela para os pobres coitados dos alunos.
Quando coordenador de Curso tive o desprazer de chamar a atenção de (in) docentes que mentiam aos alunos dessa maneira. Eu lhes disse, inclusive, que, em vez de espalharem mentiras ouvidas de outros, melhor seria ensinarem seus alunos a escreverem, mas que essa minha esperança não se concretizaria porque nem mesmo eles sabiam escrever.
Pois bem!
Naquela época, a história que se contava era a seguinte: Dona Maria, a Pia, havia “baixado um alvará” pelo qual os advogados portugueses teriam de ser tratados como doutores nas Cortes Brasileiras. Então, por uma “lógica” das mais obtusas, todos os bacharéis do Brasil, magicamente, passaram a ser Doutores. Não é necessária muita inteligência para perceber os erros desse raciocínio. Mas como muita gente pode pensar como um ex-aluno meu, melhor desenvolver o pensamento (dizia meu jovem aluno: “o senhor é Advogado; pra quê fazer Doutorado de novo, professor?”).
1) Desde já saibamos que Dona Maria, de Pia nada tinha. Era Louca mesmo! E assim era chamada pelo Povo: Dona Maria, a Louca!
2) Em seguida, tenhamos claro que o tão falado alvará jamais existiu. Em 2000, o Senado Federal presenteou-me com mídias digitais contendo a coleção completa dos atos normativos desde a Colônia (mais de quinhentos anos de história normativa). Não se encontra nada sobre advogados, bacharéis, dona Maria, etc. Para quem quiser, a consulta hoje pode ser feita pela Internet.
3) Mas digamos que o tal alvará existisse e que dona Maria não fosse tão louca assim e que o povo fosse simplesmente maledicente. Prestem atenção no que era divulgado: os advogados portugueses deveriam ser tratados como doutores perante as Cortes Brasileiras. Advogados e não quaisquer bacharéis. Portugueses e não quaisquer nacionais. Nas Cortes Brasileiras e só! Se você, portanto, fosse um advogado português em Portugal não seria tratado assim. Se fosse um bacharel (advogado não inscrito no setor competente), ou fosse um juiz ou membro do Ministério Público você não poderia ser tratado assim. E não seria mesmo. Pois os membros da Magistratura e do Ministério Público tinham e têm o tratamento de Excelência (o que muita gente não consegue aprender de jeito nenhum). Os delegados e advogados públicos e privados têm o tratamento de Senhoria. E bacharel, por seu turno, é bacharel; e ponto final!
4) Continuemos. Leiam a Constituição de 1824 e verão que não há “alvará” como ato normativo. E ainda que houvesse, não teria sentido que alguém, com suas capacidades mentais reduzidas (a Pia Senhora), pudesse editar ato jurídico válido. Para piorar: ainda que existisse, com os limites postos ou não, com o advento da República cairiam todos os modos de tratamento em desacordo com o princípio republicano da vedação do privilégio de casta. Na República vale o mérito. E assim ocorreu com muitos tratamentos de natureza nobiliárquica sem qualquer valor a não ser o valor pessoal (como o brasão de nobreza de minha família italiana que guardo por mero capricho porque nada vale além de um cafezinho e isto se somarmos mais dois reais).
A coisa foi tão longe à época que fiz questão de provocar meus adversários insistentemente até que a Ordem dos Advogados do Brasil se pronunciou diversas vezes sobre o tema e encerrou o assunto.
Agora retorna a historieta com ares de renovação, mas com as velhas mentiras de sempre.
Agora o ato é um “decreto”. E o “culpado” é Dom Pedro I (IV em Portugal).
Mas o enredo é idêntico. E as palavras se aplicam a ele com perfeição.
Vamos enterrar tudo isso com um só golpe?!
A Lei de 11 de agosto de 1827, responsável pela criação dos cursos jurídicos no Brasil, em seu nono artigo diz com todas as letras: “Os que frequentarem os cinco anos de qualquer dos Cursos, com aprovação, conseguirão o grau de Bachareis formados. Haverá tambem o grau de Doutor, que será conferido àqueles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos que devem formar-se, e só os que o obtiverem poderão ser escolhidos para Lentes”.
Traduzindo o óbvio. A) Conclusão do curso de cinco anos: Bacharel. B) Cumprimento dos requisitos especificados nos Estatutos: Doutor. C) Obtenção do título de Doutor: candidatura a Lente (hoje Livre-Docente, pré-requisito para ser Professor Titular). Entendamos de vez: os Estatutos são das respectivas Faculdades de Direito existentes naqueles tempos (São Paulo, Olinda e Recife). A Ordem dos Advogados do Brasil só veio a existir com seus Estatutos (que não são acadêmicos) nos anos trinta.
Senhores.
Doutor é apenas quem faz Doutorado. E isso vale também para médicos, dentistas, etc, etc.
A tradição faz com que nos chamemos de Doutores. Mas isso não torna Doutor nenhum médico, dentista, veterinário e, mui especialmente, advogados.
Falo com sossego.
Afinal, após o meu mestrado, fui aprovado mais de quatro vezes em concursos no Brasil e na Europa e defendi minha tese de Doutorado em Direito Internacional e Integração Econômica na Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Aliás, disse eu: tese de Doutorado! Esse nome não se aplica aos trabalhos de graduação, de especialização e de mestrado. E nenhuma peça judicial pode ser chamada de tese, com decência e honestidade.
Escrevi mais de trezentos artigos, pareceres (não simples cotas), ensaios e livros. Uma verificação no sítio eletrônico do Conselho Nacional de Pesquisa (CNPq) pode compravar o que digo. Tudo devidamente publicado no Brasil, na Dinamarca, na Alemanha, na Itália, na França, Suécia, México. Não chamo nenhum destes trabalhos de tese, a não ser minha sofrida tese de Doutorado.
Após anos como Advogado, eleito para o Instituto dos Advogados Brasileiros (poucos são), tendo ocupado comissões como a de Reforma do Poder Judiciário e de Direito Comunitário e após presidir a Associação Americana de Juristas, resolvi ingressar no Ministério Público da União para atuar especialmente junto à proteção dos Direitos Fundamentais dos Trabalhadores públicos e privados e na defesa dos interesses de toda a Sociedade. E assim o fiz: passei em quarto lugar nacional, terceiro lugar para a região Sul/Sudeste e em primeiro lugar no Estado de São Paulo. Após rápida passagem por Campinas, insisti com o Procurador-Geral em Brasília e fiz questão de vir para Mogi das Cruzes.
Em nossa Procuradoria, Doutor é só quem tem título acadêmico. Lá está estampado na parede para todos verem.
E não teve ninguém que reclamasse; porque, aliás, como disse linhas acima, foi a própria Ordem dos Advogados do Brasil quem assim determinou, conforme as decisões seguintes do Tribunal de Ética e Disciplina: Processos: E-3.652/2008; E-3.221/2005; E-2.573/02; E-2067/99; E-1.815/98.
Em resumo, dizem as decisões acima: não pode e não deve exigir o tratamento de Doutor ou apresentar-se como tal aquele que não possua titulação acadêmica para tanto.
Como eu costumo matar a cobra e matar bem matada, segue endereço oficial na Internet para consulta sobre a Lei Imperial.
Os profissionais, sejam quais forem, têm de ser respeitados pelo que fazem de bom e não arrogar para si tratamento ao qual não façam jus. Isso vale para todos. Mas para os profissionais do Direito é mais séria a recomendação.
Afinal, cumprir a lei e concretizar o Direito é nossa função. Respeitemos a lei e o Direito, portanto; estudemos e, aí assim, exijamos o tratamento que conquistarmos. Mas só então.
____________________________
Texto escrito por Marco Antônio Ribeiro Tura, jurista. Membro vitalício do Ministério Público da União. Doutor em Direito Internacional e Integração Econômica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Mestre em Direito Público e Ciência Política pela Universidade Federal de Santa Catarina. Professor Visitante da Universidade de São Paulo. Ex-presidente da Associação Americana de Juristas, ex-titular do Instituto dos Advogados Brasileiros e ex-titular da Comissão de Reforma do Poder Judiciário da Ordem dos Advogados do Brasil

Fonte: Pós-graduando.com
http://posgraduando.com/blog/doutor-e-quem-fez-doutorado

Bebês e suas graças!

Bebês e suas graças!

Tudo pelo momento 0:51 e 1:00! Hahahaha




Vídeo:
https://www.facebook.com/video.php?v=665701503513503&pnref=story

"Se erramos sim, dia que Mauá"

A blusa d cavaquinho!

" Eu to a Bangu, (Hum-um)
To na Irajá
Se erramos sim,
diga que Mauá
Vou para Cambi*
para te encontrar
Meu bem,
vou a pé vou de trem
Em qualquer lugar
vou pra te buscar,
...
Pois é
Perco a paciência, perco a estribeira
Morro de saudades, Morro de Mangueira"

(Tô A Bangu - Arlindo Cruz)


Letra na íntegra:

"Eu to a Bangu, (Hum-um)
To na Irajá
Se erramos sim,
diga que Mauá
Vou para Cambi
para te encontrar
Meu bem,
vou a pé vou de trem
Em qualquer lugar
vou pra te buscar,
Meu bem
Deodoro, Leblon, Madureira, ou Vila Vintém
Em qualquer lugar
vou pra te buscar,
Lá em Paquetá
Lá em Camará
Pois é
Perco a paciência, perco a estribeira
Morro de saudades, Morro de Mangueira
Eu não sei por onde, mas você se esconde
E sim,
São Cristovão, Ipanema, Tijuca, Quintino e Austin
Deixa de maldade
Tenha piedade"




Vídeo:

Música! - Nem que seja sem malícia...

"Nem que seja sem malícia
...
Vem me tirar às vezes pra dançar "
" Amor, vem me tirar da rede
Amor, vem me tirar a sede
Amor, nem que seja das intrigas
Vem me tirar, vem me botar na vida
Amor, vem me tirar o cinto
Amor, vem me tirar a pele
Amor, nem que seja sem malícia
Vem me tirar, vem me fazer carícia
Vem me tirar às vezes pra dançar
Até me machucar, amor
Vem me botar na rede, reviver a sede
Vem me fazer aquele amor
Parceiro das delícias
Amor"

(Parceiros das Delícias - Geraldo)




Letra na íntegra: 

Amor
Vem me tirar a sede
Amor
Vem me tirar da rede
Amor
Nem que seja das intrigas
Vem me tirar
Vem me botar na vida
Amor
Vem me tirar o cinto
Amor
Vem me tirar a pele
Amor
Nem que seja sem malícia
Vem me tirar
Vem me fazer carícia
Vem me tirar
Às vezes pra dançar
Até me machucar, Amor

Vem me botar na rede
Reviver a sede
Vem me fazer aquele
Amor
Parceiro das delícias
Amor


Vídeo: