o sol no cafofo!
Rodo cotidiano, Rabiscos voadores...
As anotações mais urgentes e mais tortas pelo tempo!
"Eu sempre espero uma coisa nova de mim, eu sou um frisson de espera - algo está sempre vindo de mim ou fora de mim." C.
De acordo com testemunha, colegas de farda deram choques e socos, e ainda asfixiaram ajudante de pedreiro com saco plástico. MP vai denunciar outros cinco policiais pelo crime
ADRIANA CRUZ E MARIA INEZ MAGALHÃES
Rio - Mais cinco policiais militares serão denunciados e podem ir para a cadeia, e um outro oficial da PM será investigado por envolvimento na tortura e morte do pedreiro Amarildo de Souza, de 47 anos. Novas revelações bombásticas sobre o caso foram feitas por um policial que era lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Rocinha. Em quase oito horas de depoimento na 8ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), que começou às 16h de domingo, o militar revelou detalhes de como Amarildo teria sido morto na noite de 14 de julho, após ser capturado durante a operação Paz Armada, cujo objetivo era prender traficantes.
Dez PMs, entre eles o major Edson Santos, ex-comandante da UPP, já estão presos. De acordo com a testemunha, por volta das 19h30 no dia da prisão do pedreiro, o tenente Luiz Felipe de Medeiros, ex-subcomandante da UPP Rocinha, preso, determinou que os homens que não eram de confiança dele ficassem ‘trancados’ no contêiner da sede da unidade. Enquanto isso, do lado de fora, Amarildo era submetido a sessão de choques e socos, e asfixiado com saco na cabeça, praticada por Medeiros e seus subordinados. Durante quase 40 minutos, os policias, ‘detidos’ na sede, puderam ouvir gritos e gemidos.
Policiais voltaram nesta segunda à Rocinha para fazer buscas ao corpo: em vão
Foto: Alexandre Brum / Agência O Dia
Corpo levado por cinco
Os agressores perguntavam o tempo todo onde estavam as armas do tráfico. Quando Amarildo, que era epilético, desfaleceu, os policiais começaram a gritar ‘deu merda’. O corpo teria sido carregado por Medeiros e outros quatro policiais para a mata. A testemunha não soube dizer onde estava o major Edson, mas garantiu que nada era feito sem o consentimento do oficial.
Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público vão denunciar os novos acusados. “Houve reviravolta. O aditamento da denúncia será feito à Justiça”, disse o procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira. A 8ª DPJM vai ouvir pelo menos mais seis policiais que estavam de serviço no dia do sumiço.
O policial responsável pelas novas denúncias será retirado do estado e vai integrar o Programa de Proteção à Testemunha. Outras três pessoas que contribuíram com as investigações estão sob proteção.
Mulher e filhos de Amarildo no Dia dos Pais: ajudante de pedreiro desapareceu na noite de 14 de julho
Foto: Alessandro Costa / Agência O Dia
MP vai investigar denúncia de vazamento de informação
O procurador-geral de Justiça, Marfan Vieira, determinou ontem que seja investigada a acusação do delegado Ruchester Marreiros de que houve vazamento de informações da operação Paz Armada de dentro do Ministério Público (MP). O policial será convocado a prestar depoimento no órgão.
“O fato é grave e será instaurado procedimento”, disse Marfan. Como O DIA publicou domingo com exclusividade, Ruchester fez dossiê de informações e enviou à Secretaria de Segurança e ao MP. Nele, informou que o pai do acusado de envolvimento com o tráfico Vinicius Pessoa Pedroni, o Guissa, obteve informações da operação uma semana antes do início das prisões porque trabalharia como motorista e vigilante do MP.
O delegado criticou o trabalho da promotora Marisa Paiva e descreveu irregularidades na conduta do delegado Orlando Zaccone, titular da 15ª DP (Gávea), que nega. Ruchester era adjunto da unidade, quando foi deflagrada a Paz Armada, dia 13 de julho, que visava prender 57 suspeitos. Um dia depois, Amarildo foi preso por policiais da UPP Rocinha.
Nova busca pelo corpo perto da UPP
Policiais da Divisão de Homicídios (DH) estiveram nesta segunda-geira à tarde na sede da UPP da Rocinha, onde fizeram perícia e novas buscas numa mata na tentativa de encontrar algum vestígio que leve ao corpo de Amarildo. Em vão.
Uma área atrás do contêiner do comando da UPP, que funciona como depósito de mesas e cadeiras, foi periciada a pedido do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MP), que investiga o caso desde sexta-feira. Ali, os peritos jogaram luminol (reagente que identifica sangue). O local é pequeno.
“Ali ainda não havia sido periciado, por isso fomos até lá. A área também dá acesso direto à mata. Estamos trabalhando a partir das novas informações sobre o caso”, explicou a promotora do Gaeco, Carmem Eliza.
Cães ajudam na procura
A mata atrás dos contêineres da UPP, por onde o corpo de Amarildo pode ter sido retirado da Rocinha, também foi vasculhada ontem com a ajuda de cães farejadores do Corpo de Bombeiros, a exemplo do que aconteceu sexta-feira. Nada foi encontrado. O trabalho durou cinco horas: das 14h30 às 19h30. “Viemos complementar o trabalho de sexta-feira porque os cães tiveram que parar naquele dia”, explicou a delegada Elen Souto.
Essa foi a terceira ida da DH à favela em busca do corpo de Amarildo. A 15ª DP (Gávea), que iniciou as investigações sobre o caso, também já esteve na Rocinha e num depósito de lixo no Caju. Buscas já aconteceram ainda no lixão em Seropédica, na Baixada.
"Os mestres não ensinam a verdade - não há como ensiná-la. Trata-se de uma transmissão além das escrituras, além das palavras. É uma transmissão: é energia desencadeando energia em você. É uma espécie de sincronicidade... É preciso que você se acerque do mestre com grande amor, com grande confiança, com o coração aberto... O relacionamento mestre-discípulo é o relacionamento entre uma lagarta e uma borboleta, amizade entre uma lagarta e uma borboleta. A borboleta não consegue demonstrar que a lagarta é capaz de transformar-se em borboleta; não existe uma maneira lógica de fazê-lo. Mas a borboleta pode provocar um anseio na lagarta - e isso é possível." OSHO.
"E a compreensão por vezes tão sensata Vai lhe conter Se conter não é tão bom Pra viver, pra morrer ... Conceder não é tão bom Pra viver, pra morrer, pra nascer ... À espera de algum descuido E com cuidado gozamos paz Somos ... bons demais Sufocados pelo mal" (Colagem - Elis Regina) "Cada, estrela se espanta à própria explosão ... Gente lavando roupa amassando pão Gente pobre arrancando a vida com a mão ... Gente é pra brilhar, não pra morrer de fome ... Gente espelho de estrelas" (Gente - Caetano Veloso)
Samba & Amor Chico Buarque
Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã
Escuto a correria da cidade que arde
E apressa o dia de amanhã
De madrugada a gente 'inda se ama
E a fábrica começa a buzinar
O trânsito contorna a nossa cama, reclama
Do nosso eterno espreguiçar
No colo da bem vinda companheira
No corpo do bendito violão
Eu faço samba e amor a noite inteira
Não tenho a quem prestar satisfação
Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito mais o que fazer
Escuto a correria da cidade. Que alarde!
Será que é tão difícil amanhecer?
Não sei se preguiçoso ou se covarde
Debaixo do meu cobertor de lã
Eu faço samba e amor até mais tarde
E tenho muito sono de manhã.
"Sobre o ato em si, não há muito o que dizer. Na minha opinião, o policial cumpriu seu dever.
Não gosto de assaltos a mão armada e não gosto de pessoas baleadas. Não quero que vítimas sejam abatidas, nem policiais, nem assaltantes. Aliás, não quero ninguém ameaçando a vida de ninguém. Mas não importa do que gostemos, a vida acontece independentemente disso. Diminuir a chance de assaltos e de pessoas baleadas está a nosso alcance, mas isso é outra história.
De qualquer forma, é um caso trágico em todos os sentidos, que não deveria ser comemorado."
Mas enfim... tem que criar uma necessidade pra q exista uma solução. Haveria alguma forma de imobilizar esse cara senão dessa forma? Hj, não... ____________________________________________ Matéria na íntegra: O policial cumpriu seu dever. As redes sociais é que estão fora de si
Leonardo Sakamoto
Um rosário de leitores pediu minha opinião sobre o caso do policial militar que deu voz de prisão a dois bandidos que haviam acabado de roubar uma moto a mão armada. Como um deles esboçou uma reação, o policial atirou duas vezes, ferindo-o na perna e no abdômen. Toda a ação foi gravada por uma câmera da vítima.
Sobre o ato em si, não há muito o que dizer. Na minha opinião, o policial cumpriu seu dever.
Não gosto de assaltos a mão armada e não gosto de pessoas baleadas. Não quero que vítimas sejam abatidas, nem policiais, nem assaltantes. Aliás, não quero ninguém ameaçando a vida de ninguém. Mas não importa do que gostemos, a vida acontece independentemente disso. Diminuir a chance de assaltos e de pessoas baleadas está a nosso alcance, mas isso é outra história.
De qualquer forma, é um caso trágico em todos os sentidos, que não deveria ser comemorado.
Contudo, o que vi nas redes sociais após o caso foi uma catarse, com hordas celebrando que uma pessoa foi abatida. Li gente pedindo sangue, literalmente. E, apesar de não ser um caso de “justiça com as próprias mãos”, mas sim de ação da força policial, vi quem se aproveitasse da situação para exigir que julgamentos sumários sejam feitos para acabar com a criminalidade.
Chega de julgamentos longos e com chances dos canalhas se safarem ou de “alimentar bandido” em casas de detenção. Execute-os com um tiro, de preferência na nuca para não gastar muita bala, e resolve-se tudo por ali mesmo. Limpem a urbe para os “homens de bem”.
Neste momento do texto, alguém com graves problemas cognitivos dirá: “ah, você já vai começar a defender bandido”" Não vou tentar explicar, novamente, que não, pois perdi a esperança de que esse tipo de pessoa venha a entender esse debate. Estou falando com os outros, que podem discordar desse ponto de vista, mas que absorvem o contraditório e refletem sobre ele.
O Estado – esse cretino opressor de uma figa – está aí para impedir uma catástrofe maior – pelo menos, enquanto não tivermos consciência o suficiente para tomar o seu papel.
E, como já disse aqui antes, ao criticar esse discurso fácil que defende execuções públicas, não estou do lado do “bandido”, mas sim do pacto que os membros da sociedade fizeram entre si para poderem conviver em harmonia. Em suma, abrimos mão de resolver as coisas por nós mesmos para impedir que nos devoremos. E que, em uma decisão equivocada tomada na solidão emotiva do indivíduo, mandemos para a Glória alguém inocente.
Para muita gente, execuções sumárias são lindas, seja feita pelas mãos da população, seja pelas do próprio Estado, ao caçar traficantes em morros cariocas ou na periferia da capital paulista. Se com o devido processo legal, inocentes amargam anos de cadeia devido a erros, imagine sem ele?
De tempos em tempos, a violência causada pelo crime organizado retorna com força ao noticiário, normalmente no momento em que ela desce o morro ou foge da periferia e no, decorrente, contra-ataque. Neste momento, alguns aproveitam a deixa para pedir a implantação de processos de “limpeza social” e de execuções de bandido.
Mas, como todos nós sabemos, a pena de morte já existe em São Paulo e no Rio de Janeiro, apesar de não institucionalizada, como instrumento de controle policial ou de justiciamento pelo crime organizado. Há também milícias, envolvendo policiais, que se especializaram nisso, inclusive, ao avocar para si o monopólio da violência que, por regra, deveria ser do Estado.
Para contrapor os bandidos, muitos defendem o terrorismo de Estado ao invés de buscar mudanças estruturais (como garantir real qualidade de vida à população para além de força policial dia e noite).
Novamente, para quem desligou o cérebro: ninguém está defendendo o crime, muito menos bandidos e traficantes (defendo a descriminalização das drogas como parte do processo de enfraquecimento dos traficantes e pelas liberdades individuais, mas isso é outra história).
Boa parte da população, apavorada pelo discurso do medo, mais do que pela violência em si, tem adotado a triste opção de ver o Estado de direito com nojo. O que anos de políticos imbecis, apresentadores de TV safados e estruturas conservadoras, como a família, a igreja e a escola, têm pavimentado dificilmente será desconstruído do dia para a noite.
Do meu ponto de vista, Justiça divina não existe. O universo não conspira a favor ou contra nada. Se alguém morre ou alguém vive não é por culpa do capeta ou graças a Deus. Por isso, desejo tanto que nossa Justiça funcione aqui e agora, punindo culpados, de acordo com o Código Penal, e prevenindo as origens da criminalidade, de acordo com a Constituição. Ladrões de motos ou empresários que desviam milhões, da mesma forma. O que está em jogo aqui é que tipo de Estado e de sociedade que estamos nos tornando ao defendermos Justiça sem o devido processo legal ou com as próprias mãos.
"O ano é 1963....O padre convenceu Pereira de repetir sua confissão em um gravador e entregou a fita ao SPI, Serviço de Proteção ao Indio. O caso foi abafado no Brasil mas não no mundo.
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As provas do genocidio são incontestáveis, 20 volumes de provas são coletados e acusam que entre 1957 e 1968 cerca de 100 mil indios foram assassinados por mineradoras estrangeiras. Os que não resistiram a ocupação, tiveram a vida poupada e foram levados para Crenaque em M.G. onde existia um enorme campo de concentração onde mais alguns milhares morreriam de fome e maus tratos. O detalhamento do genocidio é chocante
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Trechos da confissão de Pereira mostram como era a vida do matador. ..." estavamos com bastante medos uns dos outros. Nesse tipo de lugar, as pessoas atiram umas nas outras e são alvejadas, pode-se dizer, sem saber a razão. Quando abrem um buraco em você , eles tem mania de enfiar uma flecha na ferida, para colocar a culpa nos indios..."
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A aldeia parecia um matadouro.
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No fim foi provado que o SPI estava diretamente envolvido nas chacinas com a distribuição de roupas contaminadas por variola, alimentos envenenados, crianças escravizadas, mulheres prostituidas e muito mais. Dos 700 funcionários 134 foram processados mas todos perdoados na ditadura, foram então treinados pela CIA aos moldes da Policia Tribal do Departamento de Assuntos Indios(BIA) dos EUA e colocados sob a chefia do ex-chefe do serviço militar de informações. Assim por mais alguns anos a FUNAI adotou a politica de arrendar terras indigenas para empresas mineradoras, encaminhando os índios para morrerem em Crenaque.
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A grande e maior rede de TV do Brasil é uma ferramenta criada pela CIA para esconder a operação Brother Sam e a extração de niobio do Brasil. Através de Nelson Rockefeller a CIA obtém, usando a CBMM do falecido amigo e sócio, Walter Moreira Salles o nióbio de Araxá praticamente de graça.
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os tumultos estão ai nas ruas, como o IPES fez em 1964 criando o caos para justificar a intervenção militar. Não podemos fazer protestos violentos e a razão da luta não pode ser aumento do preço da passagem e sim o fim da exploração oculta do nióbio.
Genocidio no Brasil, Campo de concentração em Minas Gerais, aquela que depois se tornaria o grande ícone da imprensa no Brasil da um show de desinformação; estrangeiros vem no Brasil, filmam tudo e as imagens rodam o mundo.
O grande ícone da grande imprensa brasileira, estrategicamente, acusa erroneamente garimpeiros brasileiros da chacina mobilizando a opinião pública mundial contra o Brasil.A justiça brasileira investiga e, um mês depois, descobre que a culpa são de empresas como a Arruda e Junqueira, empresas terceirizadas por Nelson Rockefeller e pela CIA para o extermínio generalizado de centenas de tribos que vivem em regiões de interesse de mineradoras internacionais. Mas isso não é transmitido para o mundo e nem para o Brasil. Segundo decisão dos donos da grande emissora "para não gerar uma visão negativa do Brasil do exterior".
O ano é 1963. O padre Edgar Smith recebe em seu confessionário o genocida Ataíde Pereira que prevendo a morte breve e atormentado pelos crimes que havia cometido procura o padre para confessar seus pecados e tentar de alguma forma mudar o rumo das coisas. Todos seus companheiros já estão mortos, o chefe da expedição, Francisco Brito, o piloto do avião que bombardeara a tribo e até o próprio padre Edgar estariam mortos algumas semanas mais tarde. Além disso não havia recebido os quinze dólares prometidos pelo serviço. O padre convenceu Pereira de repetir sua confissão em um gravador e entregou a fita ao SPI, Serviço de Proteção ao Indio. O caso foi abafado no Brasil mas não no mundo. Finalmente, com toda a pressão internacional o caso chega ao procurador geral de justiça que pede uma investigação completa do caso.
Expedição do SPI ao Xingu. Primeiro contato com os índios Mehinaku, 1944 | Heinz Forthmann/Museu do Índio/Funai
As provas do genocidio são incontestáveis, 20 volumes de provas são coletados e acusam que entre 1957 e 1968 cerca de 100 mil indios foram assassinados por mineradoras estrangeiras. Os que não resistiram a ocupação, tiveram a vida poupada e foram levados para Crenaque em M.G. onde existia um enorme campo de concentração onde mais alguns milhares morreriam de fome e maus tratos. O detalhamento do genocidio é chocante, os Nambikuaras haviam sido mortos com metralhadoras, os Pataxós com variola inoculada no lugar de vacinas, os Canelas mortos por jagunços, os Maxakalís drogados e mortos a tiros, os Beiços de Pau receberam alimentos com formicida e arsênico. Todas as tribos estudadas pelo SIL haviam sido mortas, o Instituto Summer de Linguistica aprendia a lingua da tribo o suficiente para dar alternativa aos indios. Ou eles fugiam para o campo de Crenaque ou morreriam. Trechos da confissão de Pereira mostram como era a vida do matador. ..." estavamos com bastante medos uns dos outros. Nesse tipo de lugar, as pessoas atiram umas nas outras e são alvejadas, pode-se dizer, sem saber a razão. Quando abrem um buraco em você , eles tem mania de enfiar uma flecha na ferida, para colocar a culpa nos indios..." As próximas vítimas eram os Cintas-Largas, uma pequena tribo indígena da Amazônia brasileira que havia cometido o erro de se instalar sobre uma mina de nióbio e se recusavam a sair. O depoimento de Pereira, da chacina dos cintas largas mosta como era o cotidiano desses matadores. Após metralhar toda tribo haviam sobrado somente uma jovem menina e uma criança que chorava abraçada a menina no centro da aldeia. Os matadores pedem pela vida da menina alegando que pode ser usada para prostituição. ..." Chico atravessou a cabeça da criança com um tiro, ele parecia descontrolado ficamos muito assustados. Ele amarrou a garota índia de cabeça para baixo numa árvore, as pernas separadas, e a rasgou ao meio com o facão. Quase com um único golpe, eu diria. A aldeia parecia um matadouro. Ele se acalmou depois de cortar a mulher e nos disse para queimar as cabanas, jogar os corpos no rio. Depois disso, pegamos nossas coisas e retomamos o caminho de volta, tomando cuidado para esconder nossas pegadas. Mal sabia que um dia a pegada a ser apagada seria ele. No fim foi provado que o SPI estava diretamente envolvido nas chacinas com a distribuição de roupas contaminadas por variola, alimentos envenenados, crianças escravizadas, mulheres prostituidas e muito mais. Dos 700 funcionários 134 foram processados mas todos perdoados na ditadura, foram então treinados pela CIA aos moldes da Policia Tribal do Departamento de Assuntos Indios(BIA) dos EUA e colocados sob a chefia do ex-chefe do serviço militar de informações. Assim por mais alguns anos a FUNAI adotou a politica de arrendar terras indigenas para empresas mineradoras, encaminhando os índios para morrerem em Crenaque. Os militares do ministério do interior cooperavam com a agência americana de pesquisa geológica mapeando a Amazônia. Trechos do livro Seja Feita a Vossa Vontade de Gerard Colby com Charlotte Dennett. A grande e maior rede de TV do Brasil é uma ferramenta criada pela CIA para esconder a operação Brother Sam e a extração de niobio do Brasil. Através de Nelson Rockefeller a CIA obtém, usando a CBMM do falecido amigo e sócio, Walter Moreira Salles o nióbio de Araxá praticamente de graça. Quando Getulio Vargas, descobriu e tentou interromper esse processo foi deposto no golpe militar que levaria a sua morte. Quando Jango descobriu, cassou a Hanna Mineradora e anunciou as reformas de base também morreu. Em todos esses momentos Moreira Salles estava presente. Agora que o Ministério Público começou a investigar a relação desta emissora com a CBMM surgiu a PEC 37. Se não colar, os tumultos estão ai nas ruas, como o IPES fez em 1964 criando o caos para justificar a intervenção militar. Não podemos fazer protestos violentos e a razão da luta não pode ser aumento do preço da passagem e sim o fim da exploração oculta do nióbio. Isso é a origem de todo problema. Precisamos mostrar aos EUA que nós sabemos o que está se passando para que ele libere ainda mais a famosa emissora e grande rede de TV brasileira da obrigação de nos manter desinformados, sempre sabotando o QI dos brasileiros com programas alienativos, condenando ao esquecimento nossos heróis e politicos honestos e escondendo o extermínio sistemático dos nossos índios para beneficiar as empresas estrangeiras, facilitando seus interesses, até tomarem posse de suas terras sem serem notadas. Acorda Brasil !
"Trecho do requerimento de CPI explana a situação do abrigo improvisado no 3º Batalhão de Infantaria do Exército (3º BI), em São Gonçalo: ”O grupo verificou que as famílias são mantidas em condições bastante precárias de higiene. Vivem em três blocos com alojamentos improvisados, separados com pranchas de madeiras, identificados por números, em alas servidas por banheiros coletivos. Por toda parte se observam goteiras e infiltrações. Os alojamentos térreos de um dos blocos, quando chove, são invadidos por esgoto in natura, que emerge de um valão a céu aberto”.
Vieira sugere que é preciso investigar – além da precariedade dos abrigos - o destino do dinheiro investido e diz que há indícios de irregularidades no pagamento do Aluguel Social.
“No condomínio em Viçoso Jardim vários apartamentos não tem janela, piso, e estão em uma encosta com risco de desabamento comprovado pela Defesa Civil."
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Matéria na íntegra:
Morro do Bumba poderá ter CPI dos desabrigados
Vereador já conseguiu reunir cinco das sete assinaturas necessárias
A ineficiência de políticas públicas e as condições precárias dos abrigos onde se encontram as famílias desabrigadas pelo deslizamento no morro do Bumba, em Niterói, em abril de 2010, pode se tornar objeto de investigação por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). O requerimento para abertura da 'CPI dos Desabrigados' foi feito pelo vereador Henrique Vieira (PSOL) e tem cinco das sete assinaturas necessárias para criação.
“Mais de 200 pessoas ainda vivem no 3º BI. São três anos no que seria um abrigo temporário. Se funcionasse razoavelmente seria menos absurdo, mas as condições são desumanas. Aquilo não é moradia, é despejo”, denuncia o vereador Henrique Vieira.
Trecho do requerimento de CPI explana a situação do abrigo improvisado no 3º Batalhão de Infantaria do Exército (3º BI), em São Gonçalo: ”O grupo verificou que as famílias são mantidas em condições bastante precárias de higiene. Vivem em três blocos com alojamentos improvisados, separados com pranchas de madeiras, identificados por números, em alas servidas por banheiros coletivos. Por toda parte se observam goteiras e infiltrações. Os alojamentos térreos de um dos blocos, quando chove, são invadidos por esgoto in natura, que emerge de um valão a céu aberto”.
Vieira sugere que é preciso investigar – além da precariedade dos abrigos - o destino do dinheiro investido e diz que há indícios de irregularidades no pagamento do Aluguel Social.
“No condomínio em Viçoso Jardim vários apartamentos não tem janela, piso, e estão em uma encosta com risco de desabamento comprovado pela Defesa Civil. Com tantos contratos firmados, como o abrigo fica assim? O objetivo da CPI é investigar isso. Tem dinheiro público investido e não há qualquer resultado”, afirma.
Além de Henrique Vieira, o pedido para criação da CPI foi assinado por Paulo Eduardo Gomes(PSOL), Renatinho (PSOL), Bruno Lessa (PSDB) e Priscila Nocetti (PSD). Vieira espera conseguir maior apoio já que são necessárias mais duas assinaturas: “É no mínimo constrangedor a Casa não querer investigar algo tão atual em Niterói”.
Audiência Pública nesta quarta-feira(27)
Rachaduras ameaçam o prédio antes mesmo de ser entregue
Na segunda-feira (25), foram demolidos dois dos 11 blocos do conjunto Zilda Arns, que seriam entregues a 450 famílias que perderam suas casas na tragédia de 2010. As unidades apresentaram grandes rachaduras e estavam visivelmente tortas. A construtora Imperial Serviços, responsável por erguer os prédios, alegou que um deslocamento de solo causou as rachaduras.
O governo convocou uma audiência pública nesta quarta-feira(27) para debater as graves falhas nas obras dos conjuntos habitacionais Zilda Arns 1 e 2. A construtora Imperial foi convidada e deve prestar esclarecimentos sobre o acontecido.
A audiência acontece nesta quarta, às 20h, na Câmara de Vereadores de Niterói.
Artista oferece obras originais caríssimas por apenas R$ 130, zombando mais uma vez do mercado da arte e da mercantilização da cultura
Por Cauê Seignemartin Ameni
Conhecido por obras carregadas de conteúdo social e expondo, sempre com refinado humor, as injustiças, violências e contradições do capitalismo, o artista de rua Banksy aprontou mais uma neste sábado (12/10). Atualmente em Nova York, ele abriu um banquinha no Central Park, para vender, por algumas horas, obras 100% autênticas e assinadas, cada uma por apenas US$ 60 (R$130).
Vendidos por um senhor de aparência pacata, os quadros foram confundidos, por todos, com cópias dos graffitis famosos. O erro foi exposto pelo próprio autor, num post e vídeo publicados em seu blog, no domingo. Apenas sete peças foram vendidas, por um total de US$ 420 (R$ 915). O mercado de obras de arte, já cotou (e comercializou) trabalhos de Banksy, semelhantes aos expostos sábado, por 249 mil dólares. No post, ele explica seu gesto: ”Sei que a arte de rua pode parecer, cada vez mais, o lado de marketing de uma carreira, por isso quis produzir algo sem etiqueta de preço”. No final do vídeo, o artista esclareceu: “Por favor, note: este foi um acontecimento único. A barraca não estará lá hoje” o post aqui. Fonte: Blog da Redação - Ponto de Cultura Escola livre de comunicação compartilhada http://outraspalavras.net/blog/2013/10/14/banksy-camelo-por-um-dia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=banksy-camelo-por-um-dia